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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
FUNDO PARA JORNALISMO AMBIENTAL CONVIDA PROJETOS
Organizações de mídia que querem cobrir questões críticas de conservação e biodiversidade podem concorrer a um fundo de mídia.
A Earth Journalism Network pretende investir em projetos que constroem a capacidade das redes de jornalismo e organizações de mídia para informar sobre questões de biodiversidade e conservação; realizam treinamento em biodiversidade e conservação para jornalistas; fortalecem a capacidade interna; e organizam redes locais em torno destas questões.
Os projetos devem promover a conscientização das ameaças à biodiversidade e soluções baseadas na conservação, disseminando a notícia e a informação de qualidade, com foco no desenvolvimento de audiências no país.
A rede dispõe de um total de US$30,000 para o próximo ano, a ser dividido entre três projetos.
As inscrições vão até 4 de janeiro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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IJnet + oportunidades
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A Earth Journalism Network pretende investir em projetos que constroem a capacidade das redes de jornalismo e organizações de mídia para informar sobre questões de biodiversidade e conservação; realizam treinamento em biodiversidade e conservação para jornalistas; fortalecem a capacidade interna; e organizam redes locais em torno destas questões.
Os projetos devem promover a conscientização das ameaças à biodiversidade e soluções baseadas na conservação, disseminando a notícia e a informação de qualidade, com foco no desenvolvimento de audiências no país.
A rede dispõe de um total de US$30,000 para o próximo ano, a ser dividido entre três projetos.
As inscrições vão até 4 de janeiro.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
OITO MESTRADOS DE GRAÇA (OU QUASE) NO EXTERIOR NA ÁREA DE HUMANAS
É possível estudar fora sem gastar uma fortuna. Destinos menos tradicionais oferecem mestrados acessíveis em áreas como comunicação e direitos humanos!
Por Beatriz Correa, FONTE: ESTUDAR FORA
Se você é de humanas e já pesquisou mestrados no exterior, deve ter notado a diferença gritante que existe entre a oferta de cursos gratuitos e bolsas de estudo na sua área em comparação com profissões mais técnicas, principalmente ligadas a exatas. E não é só lá fora. Aqui no Brasil, demorou também até que o governo lançasse o Cultura sem Fronteiras, inspirado no sucesso do Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Foi pensando nisso que o Estudar Fora fez uma lista com oito mestrados de graça (ou quase!) no exterior para quem é da área de humanas:
1. Mestrado em Gestão Intercultural e Comunicação – Finlândia
O programa de dois anos da Universidade de Vaasa recebe 20 estudantes estrangeiros por ano. O curso ensina como as identidades culturais são formadas e como elas estruturam a sociedade atualmente. O mestrando aprende a gerenciar a comunicação intercultural e multilingue, inclusive do ponto de vista ético e filisófico. O objetivo é capacitar profissionais para serem especialistas em comunicação intercultural, atuando em organizações públicas ou privadas, em cargos como coordenador de projetos internacionais, gerente de recursos humanos, especialista em relações públicas, educador ou pesquisador. As inscrições abrem em janeiro de 2016. Não há anuidade, mas o estudante tem que pagar uma taxa de 142 euros por ano para a União dos Estudantes. Saiba mais
2. Mestrado em Educação Multicultural e Internacional – Noruega
O programa da Universidade de Ciências Aplicadas de Oslo e Akershus se apresenta como uma alternativa aos mestrados convencionais na área de ciências sociais e pedagogia. O curso é interdisciplinar e indicado a quem quer se aprofundar no tema educação multicultural, tendo como base o sistema de ensino da Noruega. O programa tem duração de dois anos e aceita professores (inclusive de pré-escola) e bacharéis em cursos na área de ciências sociais. Não há anuidade, apenas uma taxa semestral de 730 coroas norueguesas (equivalente a 350 reais). As incrições para estudantes internacionais vão até 15 de dezembro. Saiba mais
3. Mestrado em Estudos Culturais e de Negócios Internacionais – Alemanha
Dar um rumo internacional à carreira profissional, ao mesmo tempo em que aprende uma nova cultura e ganha fluência em um novo idioma. Essa é a proposta do mestrado de dois anos da Universidade de Passau. Se você ama aprender novos idiomas, este curso pode ser para você. O mestrado é em alemão, mas no quarto módulo você terá que escolher dois dos seguintes idiomas – inglês, francês, espanhol, italiano, russo, português, tcheco, polonês, chinês, indonésio, vietnamita – dependendo da cultura que você deseja se aprofundar. O mestrando aprende como desenvolver competências-chave para se tornar um bom gestor de projetos e um bom solucionador de problemas. As oportunidades de atuação são muitas: vendas, marketing, relacionamento com clientes, relações públicas, recursos humanos, desenvolvimento organizacional. As inscrições abrem duas vezes ao ano: de janeiro a abril e de julho a outubro. O curso é gratuito. Saiba mais
4. Mestrado Interdisciplinar em Estudos Interamericanos – Alemanha
A Universidade de Bielefeld, na Alemanha, tem um mestrado inteirinho voltado para o Novo Mundo. O objetivo do curso é, justamente, entender as singularidades do nosso continente: da América Latina à Anglo-Saxônica. O programa de dois anos tem uma abordagem interdisciplinar, com matérias como sociologia, literatura, comunicação, história e ciências políticas. O diploma capacita profissionais para trabalhar em diversas áreas da comunicação – como relações públicas, relações institucionais e jornalismo. Inglês e espanhol são obrigatórios. Alemão não é exigido, mas é uma vantagem, já que estudantes terão que aprendê-lo e fazer testes de proficiência ao longo do curso. O mestrado é gratuito, sendo cobrada uma taxa de 235 euros por semestre. As inscrições vão até 15 de janeiro para o curso que começa no verão (no hemisfério norte) e 15 de julho para o que começa no inverno. Saiba mais
5. Mestrado em Direitos Humanos e Multiculturalismo – Noruega
Esse mestrado da Universidade de Buskerud e Vestfold é único na Europa, por abordar Direitos Humanos e Multiculturalismo ao mesmo tempo. O curso, com duração de dois anos, é oferecido pela Faculdade de Ciências Humanas e Educação, na cidade de Drammen. Os direitos humanos protegem a diversidade multicultural? Oferecem base legal suficiente para prevenir práticas consideradas inaceitáveis por grupos minoritários? Essas são algumas questões que o mestrando irá analisar, se debruçando sobre o conceito de dignidade humana e como aplicá-lo a determinadas religiões e ideologias, do ponto de vista político, ético e jurídico. Debate este que se torna extremamente atual, no momento em que a Europa vive a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. As inscrições vão até 15 de janeiro. é gratuito. Saiba mais
6. Mestrado em Jornalismo Científico – França
Voilà! Essa pode ser a sua chance de estudar na França. A Universidade de Lille oferece um mestrado de dois anos para jornalistas. O objetivo é capacitar profissionais para trabalhar com dados. Em sala, os estudantes discutem como abordar informações técnicas e trazê-las para o nosso cotidiano sob uma nova perspectiva. Ou seja: traduzir a linguagem técnica para o grande público. O curso é em francês. A mensalidade é bastante inferior a cobrado por outros cursos de pós-graduação: são 256 euros por ano, mais 215 euros de seguro social. As incrições abrem em junho. Saiba mais
7. Mestrado em Aprendizagem e Comunicação em Contextos Multilíngues e Multiculturais – Luxemburgo
O nome é longo, mas o objetivo do curso é bastante simples: estudar como a diversidade cultural e linguística influencia o ensino e a comunicação. Com duração de dois anos, o programa da Universidade de Luxemburgo é trilíngue, com aulas em inglês, francês e alemão. Você só precisa falar dois dos três idiomas para ser aceito, mas é recomendável conhecimentos básicos no terceiro (a própria universidade oferece esses cursos). O mestrado é interdisciplinar e abre possilidades de carreira nas áreas de educação, turismo e jornalismo. Também pode ser usado como curso preparatório para aqueles que buscam um PhD em disciplinas como antropologia, sociologia ou sociolinguística. O mestrado custa apenas 200 euros por semestre. Saiba mais
8. Mestrado em Semiótica – Estônia
A Universidade de Tartu, na Estônia, abriga um conceituado centro de estudos em semiótica. O curso, com duração de dois anos, oferece uma base teórica para aplicar conceitos da semiótica a várias disciplinas. São três módulos centrais: semiótica cultural, biosemiótica e sóciossemiótica. O curso é em inglês. O mestrado é recomendado para profissionais de diversas áreas que fazem uso da semiótica, como publicitários, jornalistas, tradutores e designers. As inscrições abrem em abril. Não há anuidade. Saiba mais
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Por Beatriz Correa, FONTE: ESTUDAR FORA
Se você é de humanas e já pesquisou mestrados no exterior, deve ter notado a diferença gritante que existe entre a oferta de cursos gratuitos e bolsas de estudo na sua área em comparação com profissões mais técnicas, principalmente ligadas a exatas. E não é só lá fora. Aqui no Brasil, demorou também até que o governo lançasse o Cultura sem Fronteiras, inspirado no sucesso do Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Foi pensando nisso que o Estudar Fora fez uma lista com oito mestrados de graça (ou quase!) no exterior para quem é da área de humanas:
1. Mestrado em Gestão Intercultural e Comunicação – Finlândia
O programa de dois anos da Universidade de Vaasa recebe 20 estudantes estrangeiros por ano. O curso ensina como as identidades culturais são formadas e como elas estruturam a sociedade atualmente. O mestrando aprende a gerenciar a comunicação intercultural e multilingue, inclusive do ponto de vista ético e filisófico. O objetivo é capacitar profissionais para serem especialistas em comunicação intercultural, atuando em organizações públicas ou privadas, em cargos como coordenador de projetos internacionais, gerente de recursos humanos, especialista em relações públicas, educador ou pesquisador. As inscrições abrem em janeiro de 2016. Não há anuidade, mas o estudante tem que pagar uma taxa de 142 euros por ano para a União dos Estudantes. Saiba mais
2. Mestrado em Educação Multicultural e Internacional – Noruega
O programa da Universidade de Ciências Aplicadas de Oslo e Akershus se apresenta como uma alternativa aos mestrados convencionais na área de ciências sociais e pedagogia. O curso é interdisciplinar e indicado a quem quer se aprofundar no tema educação multicultural, tendo como base o sistema de ensino da Noruega. O programa tem duração de dois anos e aceita professores (inclusive de pré-escola) e bacharéis em cursos na área de ciências sociais. Não há anuidade, apenas uma taxa semestral de 730 coroas norueguesas (equivalente a 350 reais). As incrições para estudantes internacionais vão até 15 de dezembro. Saiba mais
3. Mestrado em Estudos Culturais e de Negócios Internacionais – Alemanha
Dar um rumo internacional à carreira profissional, ao mesmo tempo em que aprende uma nova cultura e ganha fluência em um novo idioma. Essa é a proposta do mestrado de dois anos da Universidade de Passau. Se você ama aprender novos idiomas, este curso pode ser para você. O mestrado é em alemão, mas no quarto módulo você terá que escolher dois dos seguintes idiomas – inglês, francês, espanhol, italiano, russo, português, tcheco, polonês, chinês, indonésio, vietnamita – dependendo da cultura que você deseja se aprofundar. O mestrando aprende como desenvolver competências-chave para se tornar um bom gestor de projetos e um bom solucionador de problemas. As oportunidades de atuação são muitas: vendas, marketing, relacionamento com clientes, relações públicas, recursos humanos, desenvolvimento organizacional. As inscrições abrem duas vezes ao ano: de janeiro a abril e de julho a outubro. O curso é gratuito. Saiba mais
4. Mestrado Interdisciplinar em Estudos Interamericanos – Alemanha
A Universidade de Bielefeld, na Alemanha, tem um mestrado inteirinho voltado para o Novo Mundo. O objetivo do curso é, justamente, entender as singularidades do nosso continente: da América Latina à Anglo-Saxônica. O programa de dois anos tem uma abordagem interdisciplinar, com matérias como sociologia, literatura, comunicação, história e ciências políticas. O diploma capacita profissionais para trabalhar em diversas áreas da comunicação – como relações públicas, relações institucionais e jornalismo. Inglês e espanhol são obrigatórios. Alemão não é exigido, mas é uma vantagem, já que estudantes terão que aprendê-lo e fazer testes de proficiência ao longo do curso. O mestrado é gratuito, sendo cobrada uma taxa de 235 euros por semestre. As inscrições vão até 15 de janeiro para o curso que começa no verão (no hemisfério norte) e 15 de julho para o que começa no inverno. Saiba mais
5. Mestrado em Direitos Humanos e Multiculturalismo – Noruega
Esse mestrado da Universidade de Buskerud e Vestfold é único na Europa, por abordar Direitos Humanos e Multiculturalismo ao mesmo tempo. O curso, com duração de dois anos, é oferecido pela Faculdade de Ciências Humanas e Educação, na cidade de Drammen. Os direitos humanos protegem a diversidade multicultural? Oferecem base legal suficiente para prevenir práticas consideradas inaceitáveis por grupos minoritários? Essas são algumas questões que o mestrando irá analisar, se debruçando sobre o conceito de dignidade humana e como aplicá-lo a determinadas religiões e ideologias, do ponto de vista político, ético e jurídico. Debate este que se torna extremamente atual, no momento em que a Europa vive a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. As inscrições vão até 15 de janeiro. é gratuito. Saiba mais
6. Mestrado em Jornalismo Científico – França
Voilà! Essa pode ser a sua chance de estudar na França. A Universidade de Lille oferece um mestrado de dois anos para jornalistas. O objetivo é capacitar profissionais para trabalhar com dados. Em sala, os estudantes discutem como abordar informações técnicas e trazê-las para o nosso cotidiano sob uma nova perspectiva. Ou seja: traduzir a linguagem técnica para o grande público. O curso é em francês. A mensalidade é bastante inferior a cobrado por outros cursos de pós-graduação: são 256 euros por ano, mais 215 euros de seguro social. As incrições abrem em junho. Saiba mais
7. Mestrado em Aprendizagem e Comunicação em Contextos Multilíngues e Multiculturais – Luxemburgo
O nome é longo, mas o objetivo do curso é bastante simples: estudar como a diversidade cultural e linguística influencia o ensino e a comunicação. Com duração de dois anos, o programa da Universidade de Luxemburgo é trilíngue, com aulas em inglês, francês e alemão. Você só precisa falar dois dos três idiomas para ser aceito, mas é recomendável conhecimentos básicos no terceiro (a própria universidade oferece esses cursos). O mestrado é interdisciplinar e abre possilidades de carreira nas áreas de educação, turismo e jornalismo. Também pode ser usado como curso preparatório para aqueles que buscam um PhD em disciplinas como antropologia, sociologia ou sociolinguística. O mestrado custa apenas 200 euros por semestre. Saiba mais
8. Mestrado em Semiótica – Estônia
A Universidade de Tartu, na Estônia, abriga um conceituado centro de estudos em semiótica. O curso, com duração de dois anos, oferece uma base teórica para aplicar conceitos da semiótica a várias disciplinas. São três módulos centrais: semiótica cultural, biosemiótica e sóciossemiótica. O curso é em inglês. O mestrado é recomendado para profissionais de diversas áreas que fazem uso da semiótica, como publicitários, jornalistas, tradutores e designers. As inscrições abrem em abril. Não há anuidade. Saiba mais
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
VII PRÊMIO UNOCHAPECÓ-CAIXA DE JORNALISMO AMBIENTAL ::: INSCRIÇÕES ATÉ 30/OUT

Profissionais diplomados e estudantes da área jornalística dos três estados do sul do Brasil, têm até o dia 30 de outubro para inscrever suas reportagens no VII Prêmio Unochapecó-Caixa de Jornalismo Ambiental. Na edição deste ano, o valor de R$ 10 mil será dividido entre as melhores reportagens com a temática "Inovação e Desenvolvimento Sustentável".
O Prêmio está dividido em duas categorias, profissional e acadêmica, e cada participante poderá desenvolver reportagens em diferentes subcategorias: TV, rádio, impresso e web. Na categoria profissional, podem se inscrever os portadores do diploma em Jornalismo, com reportagens publicadas em veículos de comunicação da região sul do país. Já na categoria acadêmica, podem participar estudantes ou estagiários que produziram suas reportagens em disciplinas ou que publicaram em veículos de comunicação de Santa Catarina, Paraná ou Rio Grande do Sul, no período de 1º de janeiro de 2014 a 30 de outubro de 2015.
A premiação para os vencedores da subcategoria profissional é de R$ 1,5 mil, e para os da acadêmica é de R$ 1 mil. Além do prêmio em dinheiro, os vencedores receberão certificado e terão suas reportagens publicadas no site do concurso. A comissão julgadora é composta por três professores universitários, representando os três Estados de abrangência do concurso.
O regulamento geral está disponível no site oficial do evento: aqui
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terça-feira, 13 de outubro de 2015
BOLSAS DISPONÍVEIS PARA JORNALISMO INVESTIGATIVO AMBIENTAL
Jornalistas ambientais podem concorrer a uma bolsa de reportagem.
GRID-Arendal, o centro colaborando com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e SKUP, a Fundação Norueguesa para uma Imprensa Investigativa Livre, estão oferecendo duas bolsas de NOK25,000 (US$3,068) para jornalistas que planejam cobrir um crime ambiental organizado em 2016.
As matérias podem ser sobre as operações ilegais na exploração madeireira; pesca; mineração; tráfico e comércio de resíduos tóxicos; e caça furtiva e comércio de vida selvagem.
Os subsídios devem ajudar a cobrir os custos necessários de recuperação de documentos, viagem para entrevistar fontes e outras despesas relacionadas com a investigação.
As inscrições vão até 1° de novembro.
Para mais informações, clique aqui.
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GRID-Arendal, o centro colaborando com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e SKUP, a Fundação Norueguesa para uma Imprensa Investigativa Livre, estão oferecendo duas bolsas de NOK25,000 (US$3,068) para jornalistas que planejam cobrir um crime ambiental organizado em 2016.
As matérias podem ser sobre as operações ilegais na exploração madeireira; pesca; mineração; tráfico e comércio de resíduos tóxicos; e caça furtiva e comércio de vida selvagem.
Os subsídios devem ajudar a cobrir os custos necessários de recuperação de documentos, viagem para entrevistar fontes e outras despesas relacionadas com a investigação.
As inscrições vão até 1° de novembro.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
CONFERÊNCIA SOBRE MUDANÇA CLIMÁTICA OFERECE BOLSAS DE JORNALISMO
Jornalistas de países em desenvolvimento, Rússia e Estados Unidos podem se inscrever a uma bolsa para cobrir uma conferência em Paris.
A Climate Change Media Partnership oferece um programa de bolsas que irá enviar jornalistas para a Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP21) em dezembro em Paris.
Os bolsistas irão cobrir a cúpula para seus veículos de mídia, trabalhar com jornalistas experientes e especialistas de todo o mundo e ganhar uma compreensão multifacetada do impacto global das mudanças climáticas.
A bolsa inclui hospedagem, viagens e refeições, bem como credenciamento de imprensa e outros serviços de apoio.
Os candidatos devem demonstrar interesse por reportagens ambientais.
As inscrições vão até 31 de julho.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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A Climate Change Media Partnership oferece um programa de bolsas que irá enviar jornalistas para a Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP21) em dezembro em Paris.
Os bolsistas irão cobrir a cúpula para seus veículos de mídia, trabalhar com jornalistas experientes e especialistas de todo o mundo e ganhar uma compreensão multifacetada do impacto global das mudanças climáticas.
A bolsa inclui hospedagem, viagens e refeições, bem como credenciamento de imprensa e outros serviços de apoio.
Os candidatos devem demonstrar interesse por reportagens ambientais.
As inscrições vão até 31 de julho.
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sexta-feira, 3 de julho de 2015
BOLSA MUNDIAL DE REPORTAGEM
Jornalistas e equipes de jornalistas podem apresentar um projeto para esta nova bolsa.
A Alliance for Science da Universidade de Cornell está aceitando inscrições para bolsas jornalismo científico agrícola. O programa visa promover reportagem em profundidade e contextualizada em tópicos/questões relacionadas com a segurança alimentar, a produção agrícola, biotecnologia e práticas agrícolas sustentáveis.
Há duas categorias de bolsas de estudo: as prêmios individuais de US$5.000 a US$15.000 e prêmios de jornalismo colaborativo de até US$25.000. Equipes colaborativas devem incluir dois jornalistas, um de um país em desenvolvimento e o outro de um país desenvolvido.
As inscrições estão abertas.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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A Alliance for Science da Universidade de Cornell está aceitando inscrições para bolsas jornalismo científico agrícola. O programa visa promover reportagem em profundidade e contextualizada em tópicos/questões relacionadas com a segurança alimentar, a produção agrícola, biotecnologia e práticas agrícolas sustentáveis.
Há duas categorias de bolsas de estudo: as prêmios individuais de US$5.000 a US$15.000 e prêmios de jornalismo colaborativo de até US$25.000. Equipes colaborativas devem incluir dois jornalistas, um de um país em desenvolvimento e o outro de um país desenvolvido.
As inscrições estão abertas.
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terça-feira, 30 de junho de 2015
REDE DE REPORTAGEM DA MONGABAY BUSCA COLABORADORES
Jornalistas podem candidatar-se a uma iniciativa de reportagem paga.
A Mongabay Reporting Network é um programa que oferece oportunidades para jornalistas de todo o mundo reportarem histórias importantes sobre conservação ambiental. Entre os temas atuais estão: comércio ilegal de vida selvagem na América Latina, infraestrutura amazônica, óleo de palma e pesca na Indonésia.
A Mongabay vai negociar todas as taxas e contratos com base em cada matéria. Matérias concluídas serão pagas por palavra e publicadas no site Mongabay.com.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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A Mongabay Reporting Network é um programa que oferece oportunidades para jornalistas de todo o mundo reportarem histórias importantes sobre conservação ambiental. Entre os temas atuais estão: comércio ilegal de vida selvagem na América Latina, infraestrutura amazônica, óleo de palma e pesca na Indonésia.
A Mongabay vai negociar todas as taxas e contratos com base em cada matéria. Matérias concluídas serão pagas por palavra e publicadas no site Mongabay.com.
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
PRÊMIO JOSÉ LUTZENBERGER DE JORNALISMO AMBIENTAL / RIO GRANDE DO SUL
Jornalistas e estudantes de jornalismo no Rio Grande do Sul podem concorrer ao Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental.
O prêmio pretende incentivar a divulgação de experiências positivas especialmente na área do saneamento ambiental, bem como esforços na busca de soluções para o setor.
As categorias são: jornalismo impresso, fotojornalismo, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e estudante de comunicação.
Podem concorrer trabalhos divulgados entre 1° de agosto de 2014 e 31 de julho de 2015.
Os primeiro e segundo colocados de cada categoria receberão R$5.000 e R$ 2.500, respectivamente e troféu. O vencedor do Prêmio Braskem de Jornalismo Universitário receberá R$1.000.
A realização é da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Associação Riograndense de Imprensa e Braskem.
As inscrições vão até 31 de agosto.
Para mais informações, clique aqui.
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O prêmio pretende incentivar a divulgação de experiências positivas especialmente na área do saneamento ambiental, bem como esforços na busca de soluções para o setor.
As categorias são: jornalismo impresso, fotojornalismo, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e estudante de comunicação.
Podem concorrer trabalhos divulgados entre 1° de agosto de 2014 e 31 de julho de 2015.
Os primeiro e segundo colocados de cada categoria receberão R$5.000 e R$ 2.500, respectivamente e troféu. O vencedor do Prêmio Braskem de Jornalismo Universitário receberá R$1.000.
A realização é da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Associação Riograndense de Imprensa e Braskem.
As inscrições vão até 31 de agosto.
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quinta-feira, 21 de maio de 2015
FUNDO PARA JORNALISMO AMBIENTAL ACEITA PROPOSTAS
Jornalistas de todo o mundo podem se candidatar a bolsas de até US$5.000 para cobrir projetos ambientais e iniciativas empresariais.
A Sociedade de Jornalistas Ambientais (SEJ, em inglês) oferece essas bolsas a fim de proporcionar incentivos e apoio aos jornalistas que estão construindo uma plataforma ambiental e lutam financeiramente para completar o projeto.
Os fundos devem servir para cobrir viagens relacionadas ao projeto, treinamento, materiais de pesquisa, testes ambientais e outras despesas diretas que dizem respeito à conclusão do projeto.
Tanto membros SEJ e não-membros são qualificáveis, desde que seu trabalho ocorra na área de jornalismo. Todas as candidaturas devem ser apresentadas até 15 de julho.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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A Sociedade de Jornalistas Ambientais (SEJ, em inglês) oferece essas bolsas a fim de proporcionar incentivos e apoio aos jornalistas que estão construindo uma plataforma ambiental e lutam financeiramente para completar o projeto.
Os fundos devem servir para cobrir viagens relacionadas ao projeto, treinamento, materiais de pesquisa, testes ambientais e outras despesas diretas que dizem respeito à conclusão do projeto.
Tanto membros SEJ e não-membros são qualificáveis, desde que seu trabalho ocorra na área de jornalismo. Todas as candidaturas devem ser apresentadas até 15 de julho.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
PRÊMIO PETROBRAS DE JORNALISMO
A Petrobras oferece o Prêmio Petrobras de Jornalismo, com o objetivo de reconhecer a importância da imprensa brasileira na disseminação de informações relevantes para a democracia. Jornalistas e fotógrafos profissionais de todo o Brasil podem concorrer ao prêmio.
Podem participar reportagens veiculadas entre 10 de maio de 2013 e 9 de abril de 2014 em jornais/revistas, rádio, televisão e portais de notícias na Internet, na forma de texto, vídeo, áudio e fotografia.
A competição é dividida entre as categorias nacional e regional sobre os temas: cultural, responsabilidade socioambiental, esportiva, e petróleo, gás e energia, e fotojornalismo.
Os vencedores receberão entre R$7.600 a R$30.000, dependendo da categoria.
As inscrições vão até 6 de fevereiro.
Para mais informações, clique aqui.
Podem participar reportagens veiculadas entre 10 de maio de 2013 e 9 de abril de 2014 em jornais/revistas, rádio, televisão e portais de notícias na Internet, na forma de texto, vídeo, áudio e fotografia.
A competição é dividida entre as categorias nacional e regional sobre os temas: cultural, responsabilidade socioambiental, esportiva, e petróleo, gás e energia, e fotojornalismo.
Os vencedores receberão entre R$7.600 a R$30.000, dependendo da categoria.
As inscrições vão até 6 de fevereiro.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
VI PRÊMIO CAIXA-UNOCHAPECÓ DE JORNALISMO AMBIENTAL

Com o objetivo de estimular a produção de reportagens jornalísticas na área ambiental, nos meios acadêmico e profissional da região Sul do Brasil, o VI Prêmio Caixa-Unochapecó de Jornalismo Ambiental está com inscrições abertas até o dia 30 de outubro. O concurso, que é uma promoção do curso de Jornalismo em parceria com a Caixa Econômica Federal, tem neste ano como temática central o “Meio Ambiente e Cidadania”.
A premiação será de R$10 mil, dividida em duas categorias: profissional e acadêmico. Em cada uma delas podem concorrer reportagens em quatro segmentos: impresso, rádio, TV e internet. Na categoria profissional, podem se inscrever jornalistas diplomados por um curso de Jornalismo cuja reportagem tenha sido publicada por veículo de comunicação de Santa Catarina, Paraná ou Rio Grande do Sul, no período de 01 de janeiro de 2013 a 30 de outubro de 2014. Já na categoria acadêmico, os inscritos devem estar regularmente matriculados em um dos cursos de Jornalismo desses três Estados e a reportagem deve ter sido produzida no mesmo período em uma disciplina ou publicada em jornal-laboratório.
Esse ano serão premiadas oito reportagens, quatro em cada categoria (profissional e acadêmico), conforme seu segmento. Os vencedores na categoria profissional receberão cada um R$ 1,5 mil e na categoria acadêmico o prêmio será de R$ 1 mil para os ganhadores. Além disso, os vencedores receberão certificado e terão suas reportagens publicadas no site do concurso. A comissão julgadora será composta por três membros ligados a instituições de ensino superior dos três Estados da região Sul.
A professora e coordenadora do prêmio, Mariângela Torrescasana, ressalta que é uma ação importante, promovida pelo curso de Jornalismo, desafiando profissionais e alunos, não só a refletirem sobre todos os aspectos ligados ao meio ambiente e a sustentabilidade do Planeta, mas também, sobre a necessidade da criação de um consumo mais responsável. “O prêmio traz a essência de nosso curso, revelando nosso compromisso em defender um jornalismo cidadão, preocupado com o desenvolvimento das comunidades, que levanta bandeiras e ajuda na busca por soluções. São essas premissas que norteiam o regulamento desse prêmio e é isso que lhe dá notoriedade”, afirma.
Das inscrições
As inscrições estão abertas e o prazo encerra as 23h59 do dia 30 de outubro de 2014. Todo o processo de inscrição e o envio das reportagens será através do site do prêmio.
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quarta-feira, 16 de julho de 2014
BOLSA PARA JORNALISMO AMBIENTAL
O Earth Journalism Scholars Program convida jornalistas para a Universidade da Califórnia-Berkeley (UCB) para um semestre da primavera americana de 2015 sobre temas de jornalismo e meio ambiente. O programa é o resultado de uma colaboração entre a Earth Journalism Network (EJN) da Internews e a Pós-Graduação de Jornalismo da UCB. Jornalistas, especialmente de países em desenvolvimento, podem se candidatar a um semestre de estudo nos Estados Unidos.
O programa é destinado a jornalistas em meados de carreira que tenham demonstrado dedicação e competência na cobertura de questões ambientais. Os candidatos devem ter concluído uma faculdade ou equivalente.
A bolsa irá cobrir viagens, hospedagem e custos de aula. Os bolsistas também receberão um salário modesto para cobrir as despesas básicas.
A data limite de inscrição é 27 de julho.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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O programa é destinado a jornalistas em meados de carreira que tenham demonstrado dedicação e competência na cobertura de questões ambientais. Os candidatos devem ter concluído uma faculdade ou equivalente.
A bolsa irá cobrir viagens, hospedagem e custos de aula. Os bolsistas também receberão um salário modesto para cobrir as despesas básicas.
A data limite de inscrição é 27 de julho.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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quinta-feira, 15 de maio de 2014
BOLSA DISPONÍVEL PARA REPORTAGEM SOBRE AMAZÔNIA
A Mongabay.org convida jornalistas ambientais a participar de seu programa Special Reporting Initiative (SRI). Jornalistas ambientais podem concorrer a uma bolsa para cobrir práticas de negócios na região amazônica.
Os bolsistas irão reportar sobre o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e a Amazônia, e os grandes investimentos sobre a região do Tapajós, bem como examinar os impactos do desenvolvimento sobre a floresta tropical e as comunidades tradicionais.
Jornalistas de língua inglesa que planejam publicar suas reportagens em inglês receberão até US$20.000: uma bolsa de US$15.000 e outra de até US$5.000 para despesas com viagem e reportagens.
Publicações conjuntas em inglês e português podem receber uma quantia única de financiamento. Se uma equipe bilíngue é selecionada para a bolsa, o valor total será de até US$30.000. A equipe deverá dividir um estipêndio de US$22.000 e outro de até US$8.000 para despesas de viagem.
O prazo de inscrição vai até 15 de junho.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
Os bolsistas irão reportar sobre o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e a Amazônia, e os grandes investimentos sobre a região do Tapajós, bem como examinar os impactos do desenvolvimento sobre a floresta tropical e as comunidades tradicionais.
Jornalistas de língua inglesa que planejam publicar suas reportagens em inglês receberão até US$20.000: uma bolsa de US$15.000 e outra de até US$5.000 para despesas com viagem e reportagens.
Publicações conjuntas em inglês e português podem receber uma quantia única de financiamento. Se uma equipe bilíngue é selecionada para a bolsa, o valor total será de até US$30.000. A equipe deverá dividir um estipêndio de US$22.000 e outro de até US$8.000 para despesas de viagem.
O prazo de inscrição vai até 15 de junho.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
PRÊMIO EMBRAPA DE JORNALISMO
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai comemorar seu 40º aniversário destacando as melhores reportagens sobre questões agrícolas nos últimos 40 anos. Jornalistas de imprensa, rádio, TV e online que cobrem temas agrícolas podem concorrer ao prêmio.
O concurso tem como objetivo promover uma melhor cobertura da mídia sobre a pesquisa e a nova tecnologia desenvolvida por empresas do agronegócio nacional, universidades e instituições similares.
O tema é "40 anos de pesquisa agrícola" e pode ser tratado a partir de várias perspectivas, incluindo o meio ambiente, florestas, inovação e desenvolvimento rural.
Os trabalhos devem ter sido publicados ou difundidos de 26 de abril de 1973 a 31 de dezembro de 2013.
As inscrições foram prorrogadas até 17 de fevereiro.
O vencedor de cada categoria receberá R$15.000.
Para mais informações, clique aqui.
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O concurso tem como objetivo promover uma melhor cobertura da mídia sobre a pesquisa e a nova tecnologia desenvolvida por empresas do agronegócio nacional, universidades e instituições similares.
O tema é "40 anos de pesquisa agrícola" e pode ser tratado a partir de várias perspectivas, incluindo o meio ambiente, florestas, inovação e desenvolvimento rural.
Os trabalhos devem ter sido publicados ou difundidos de 26 de abril de 1973 a 31 de dezembro de 2013.
As inscrições foram prorrogadas até 17 de fevereiro.
O vencedor de cada categoria receberá R$15.000.
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
BOLSA PARA JORNALISMO AMBIENTAL
A organização Mongabay.org oferece o programa de bolsas "Special Reporting Initiatives (SRI)" para reportagem em profundidade sobre os principais temas ambientais em um determinado tópico. Jornalistas ambientais em todo o mundo podem se inscrever para uma bolsa de US$20.000 para cobrir temas ambientais específicos.
O autor da melhor proposta receberá US$15.000 como bolsa e até US$5.000 para elaboração da reportagem e custos de viagem. O jornalista terá três meses para viagem/pesquisa e três meses para escrever. Ele ou ela pode trabalhar em qualquer lugar do mundo.
A Mongabay dispõe atualmente de três tópicos para cobrir:
Floresta comunitária como uma solução à mudança climática
Existe demanda por produtos da pesca sustentável na China?
Limpando as redes de fornecimento de mercadorias
O prazo de inscrição vai até 31 de janeiro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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O autor da melhor proposta receberá US$15.000 como bolsa e até US$5.000 para elaboração da reportagem e custos de viagem. O jornalista terá três meses para viagem/pesquisa e três meses para escrever. Ele ou ela pode trabalhar em qualquer lugar do mundo.
A Mongabay dispõe atualmente de três tópicos para cobrir:
Floresta comunitária como uma solução à mudança climática
Existe demanda por produtos da pesca sustentável na China?
Limpando as redes de fornecimento de mercadorias
O prazo de inscrição vai até 31 de janeiro.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
FUNDO PARA JORNALISMO AMBIENTAL
A Earth Journalism Network pretende investir em oportunidades estratégicas para o desenvolvimento da mídia, desenvolver as capacidades de redes locais de jornalismo ambiental e seus membros, e ajudar os repórteres de energia a responderem às necessidades de suas comunidades.
Profissionais da mídia que informam sobre o ambiente ou querem fortalecer a comunidade de notícias ambientais podem se inscrever para um fundo.
Projetos voltados para a construção de redes de jornalistas ambientais são especialmente encorajados a concorrer. Projetos que utilizam métodos inovadores para construir redes ou distribuir notícias ambientais também serão bem percebidos.
A organização dispõe de um total de US$50.000 para o próximo ano, a ser dividido entre pelo menos cinco projetos.
As inscrições vão até 15 de outubro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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Profissionais da mídia que informam sobre o ambiente ou querem fortalecer a comunidade de notícias ambientais podem se inscrever para um fundo.
Projetos voltados para a construção de redes de jornalistas ambientais são especialmente encorajados a concorrer. Projetos que utilizam métodos inovadores para construir redes ou distribuir notícias ambientais também serão bem percebidos.
A organização dispõe de um total de US$50.000 para o próximo ano, a ser dividido entre pelo menos cinco projetos.
As inscrições vão até 15 de outubro.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
ONU PROMOVE CONCURSO SOBRE COBERTURA AMBIENTAL
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) anuncia o concurso que vai premiar o melhor artigo de jornal ou revista e melhor blog sobre temas relacionados com as "Perspectivas do Meio Ambiente Mundial 5 (GEO-5)", em algum lugar na região da América Latina e do Caribe. Jornalistas e blogueiros em todo o mundo podem participar.
As inscrições podem ser em inglês ou espanhol (línguas regionais em que o GEO-5 está atualmente disponível).
Além do reconhecimento, haverá um prêmio de até US$1.500 para cada categoria para viagem de reportagem sobre questões ambientais em algum lugar na região.
Podem concorrer posts de blog publicados entre 1° de junho e 30 de setembro.
Os trabalhos podem se concentrar exclusivamente em questões relacionadas com o GEO-5, ou nos principais desafios ambientais a nível nacional ou local.
As inscrições vão até 15 de outubro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui
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As inscrições podem ser em inglês ou espanhol (línguas regionais em que o GEO-5 está atualmente disponível).
Além do reconhecimento, haverá um prêmio de até US$1.500 para cada categoria para viagem de reportagem sobre questões ambientais em algum lugar na região.
Podem concorrer posts de blog publicados entre 1° de junho e 30 de setembro.
Os trabalhos podem se concentrar exclusivamente em questões relacionadas com o GEO-5, ou nos principais desafios ambientais a nível nacional ou local.
As inscrições vão até 15 de outubro.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
ECOCUP - FESTIVAL DE CINEMA AMBIENTAL
Cineastas de todo o mundo podem enviar trabalhos para o EcoCup, um festival internacional de cinema em Moscou, na Rússia, que apresenta os melhores filmes ambientais estrangeiras para o público russo. Documentários e animação, longas e curtas, filmes russos e internacionais serão aceitos.
Todos os filmes selecionados pelos organizadores serão exibidos como parte da programação do festival EcoCup, a ser realizado em Moscou e em outras cidades na Rússia e países da Comunidade dos Estados Independentes em 2013.
A participação é gratuita.
As inscrições vão até 30 de setembro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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Todos os filmes selecionados pelos organizadores serão exibidos como parte da programação do festival EcoCup, a ser realizado em Moscou e em outras cidades na Rússia e países da Comunidade dos Estados Independentes em 2013.
A participação é gratuita.
As inscrições vão até 30 de setembro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.
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PRÊMIO ALLIANS SEGUROS DE JORNALISMO
O Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo, Allianz Seguros, tem por objetivo reconhecer os melhores trabalhos jornalísticos sobre o Tema Seguros e o Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais - na imprensa, sites, blogs, rádios e TVs do Brasil. Jornalistas brasileiros podem inscrever matérias sobre seguros e mudanças ambientais.
Os temas sugeridos incluem: desmatamento; uso dos recursos naturais, emissão de CO2, fontes de energia, biocombustíveis, perda de biodiversidade, lixo, preservação do meio ambiente, doenças tropicais, inundações, secas, ondas de calor, impactos econômicos, entre outros.
Os trabalhos devem ter sido publicados ou difundidos entre 1° de setembro de 2012 e 30 de agosto de 2013.
Os primeiros colocados de cada tema e categoria receberão R$15.000.
As inscrições podem ser feitas online até 30 de agosto. Para mais detalhes, clique aqui.
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Os temas sugeridos incluem: desmatamento; uso dos recursos naturais, emissão de CO2, fontes de energia, biocombustíveis, perda de biodiversidade, lixo, preservação do meio ambiente, doenças tropicais, inundações, secas, ondas de calor, impactos econômicos, entre outros.
Os trabalhos devem ter sido publicados ou difundidos entre 1° de setembro de 2012 e 30 de agosto de 2013.
Os primeiros colocados de cada tema e categoria receberão R$15.000.
As inscrições podem ser feitas online até 30 de agosto. Para mais detalhes, clique aqui.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
BOLSA PARA JORNALISMO AMBIENTAL
A Mongabay.org lança uma bolsa competitiva para uma reportagem em profundidade sobre temas ambientais fundamentais. A primeira oportunidade sob o programa Special Reporting Initiatives (SRI) irá lidar com a inovação na conservação da biodiversidade tropical.
Jornalistas ambientais em todo o mundo podem se inscrever para uma bolsa de US$ 20.000 para cobrir a próxima grande ideia para a conservação florestal.
O autor da melhor proposta receberá US$15.000 como salário e até US$5.000 para despesas de viagem e reportagem. O jornalista terá três meses para viajar e apurar e três meses para escrever. Ele ou ela poderá trabalhar em qualquer lugar do mundo.
A data limite de inscrição é 30 de setembro
Para mais informações (em Inglês), clique aqui.
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Jornalistas ambientais em todo o mundo podem se inscrever para uma bolsa de US$ 20.000 para cobrir a próxima grande ideia para a conservação florestal.
O autor da melhor proposta receberá US$15.000 como salário e até US$5.000 para despesas de viagem e reportagem. O jornalista terá três meses para viajar e apurar e três meses para escrever. Ele ou ela poderá trabalhar em qualquer lugar do mundo.
A data limite de inscrição é 30 de setembro
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