Mostrando postagens com marcador CNI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CNI. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

RELAÇÕES FORTALECIDAS E PARCERIA ESTRATÉGICA ENTRE BRASIL E ALEMANHA

Realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, entre elas a AHK Paraná, o Encontro Econômico Brasil-Alemanha deve ocorrer entre os dias 16 e 18 de outubro, na cidade de Weimar, Thuringia (Alemanha).

Durante o evento anual, realizado alternadamente no Brasil e na Alemanha, serão tratados assuntos como: políticas econômicas e comerciais, oportunidades de negócios, compras governamentais, estratégias para a engenharia mecânica no Brasil, entre outros assuntos ligados aos negócios entre os dois países. Além dos painéis e fóruns, os participantes farão visitas técnicas a empresas locais.

O Encontro Econômico Brasil-Alemanha tem como objetivo fortalecer as relações bilaterais e a parceria estratégica entre os países.

Mais informações podem ser obtidas pelo Núcleo de Relações Internacionais da CNI: cpferreira@cni.org.br ou (61) 3317-9880

Sobre a AHK Paraná

Estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos, comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil, além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos. Esta é a missão da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), entidade atualmente dirigida pelo Conselheiro de Administração e Cônsul Honorário da Alemanha em Curitiba Andreas F. H. Hoffrichter.

Fundada em 1972, a AHK Paraná integra uma rede composta por mais de 130 Câmaras binacionais alemãs em 90 países ao redor do mundo que trabalham em prol do fomento profissional de seus associados e no estímulo ao networking entre diferentes organizações. Com foco no desenvolvimento do Paraná, a AHK Paraná está entre as cinco melhores e mais completas câmaras bilaterais do Brasil e agrupa empresas de capital ou know how alemão e companhias brasileiras instaladas no estado com interesses na Alemanha.

.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

SENAI ABRE LABORATÓRIOS PARA PROJETOS INOVADORES A PARTIR DO SEGUNDO SEMESTRE

A fase piloto do programa chamado Laboratório Aberto, beneficiará 20 empreendedores. Posteriormente, o novo serviço ficará à disposição mediante pagamento de diárias

Empreendedores com boas ideias poderão se candidatar para desenvolver projetos inovadores em laboratórios do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) a partir do segundo semestre deste ano. O programa Laboratório Aberto – SENAI vai oferecer a estrutura da instituição para a prototipagem de produtos – etapa fundamental em processos de inovação, que dá forma à ideia desenhada na prancheta. Esta é mais uma ação do conjunto de iniciativas do SENAI e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para estimular a cultura da inovação no setor industrial.

Na fase piloto, serão selecionados 20 projetos, por meio de edital, orçados em até R$ 50 mil cada um. Os empreendedores poderão usar os laboratórios por até dois meses, sem custo. Ao fim desse período experimental, o Laboratório Aberto será mais um serviço oferecido pelo SENAI aos interessados em inovar, mediante pagamento de diárias ou horas de uso, como um aluguel. No primeiro momento, a rede contará com dez laboratórios localizados no Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. A seleção foi feita pelo SENAI com apoio de equipe do Centro de Performance Industrial (IPC) do Instituto de Tecnologia Massachusetts (MIT).

Atualmente, no Brasil, o empreendedor que quer investir em inovação precisa contar com a boa vontade de laboratórios de universidades, centros de pesquisa e ensino, ou adquirir equipamentos necessários e contratar os profissionais – um processo mais caro e burocrático, que implica em endividamento e diminui as chances de sucesso. “O projeto do Laboratório Aberto vai permitir os selecionados usar a estrutura dessa rede, com apoio dos nossos profissionais, com liberdade para criar e experimentar até que o produto e o modelo de negócio estejam maduros para enfrentar o mercado”, explica Jefferson Gomes, gerente executivo da Unidade de Tecnologia Industrial do SENAI.

Por Rafael Monaco
Do Portal da Indústria

fonte

.