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terça-feira, 22 de março de 2016

CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE NO FESTIVAL DE CURITIBA 2016



Escrito e interpretado por Fernanda Caldas Fuchs, o monólogo Corrente Fria, Corrente Quente está na mostra Fringe do Festival de Curitiba 2016. A apresentação acontece no dia 25 de março, sexta-feira, às 15h, no TUC – Teatro Universitário de Curitiba, localizado na Galeria Júlio Moreira, Largo da Ordem. Ingressos a R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

Desde sua estreia em 2013, a montagem já passou por seis cidades e agora dez festivais. Foi contemplada com o Edital das Regionais: Ações Culturais e Constituição de Memória, da Fundação Cultural de Curitiba, e obteve três prêmios: trofeús de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no Festival de Teatro de Paranaguá, e o terceiro prêmio da Sociedade Bunkyo, em São Paulo, pelo texto.

Na peça, uma jovem de Okinawa (província do sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público acompanha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna.

Aspectos geográficos inspiraram a atriz tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai.

Serviço:
CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE
Data: 25/03 (sexta), às 15:00
Local: TUC – Teatro Universitário de Curitiba. Galeria Júlio Moreira, Largo da Ordem, centro de Curitiba
Atriz: Fernanda Caldas Fuchs.
Direção: Franco Caldas Fuchs.
Dramaturgia: Fernanda Caldas Fuchs.
Figurino: Manu Assini.
Iluminador: Valter Dorte.
Companhia: Cia Fúcsia
Gênero: Drama
Ingressos: Ingressos a R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) aqui
Mais informações em: https://correntefriacorrentequente.wordpress.com/

fonte: Página do Evento

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

“O HOMEM DE OKINAWA” ESTREIA NESTE FIM DE SEMANA NO TEATRO LABORATÓRIO DA FAP



Em cartaz no Teatro Laboratório da Fap (em Curitiba), de sexta a domingo, com entrada gratuita, a peça “O homem de Okinawa” é uma espécie mukashi banashi (conto antigo) japonês, sonhado no Brasil.

Criada a partir do texto de Fernanda Caldas Fuchs, a encenação está centrada na experiência do encontro: entre um pescador e uma divindade; entre três artistas e o público. Em cena, Guilherme Mendes Muniz, Raquel Francielle e Franco Caldas Fuchs.

A montagem busca inspiração tanto em figuras da mitologia nipônica, como a deusa Amaterasu e o velho Okina, como em elementos da capoeira angola.

Serviço:

O Homem de Okinawa.
Nesta sexta, às 20h30; sábado, às 19h e 20h30; domingo, sessão extra às 19h.
Local: Teatro Laboratório da FAP. Rua dos Funcionários, 1758, Cabral, Curitiba.
Para garantir um lugar – cabem 50 pessoas! –, vale a pena chegar uns vinte minutos antes, quando serão distribuídas as senhas de entrada. É de graça!

FICHA TÉCNICA

Texto: Fernanda Caldas Fuchs
Atuação, adaptação do texto, cenário e iluminação: Raquel Francielle, Guilherme Mendes Muniz e Franco Caldas Fuchs
Figurino: Guilherme Almeida
Orientação: Carol Figner
Preparação corporal: Guilherme Mendes Muniz
Estudos da voz e produção: Raquel Francielle
Direção: Franco Caldas Fuchs

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