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segunda-feira, 8 de junho de 2015

MÃO



AR-MÁ | RENASCIMENTO | EMBOSCADA | TERRESTRE | PALINDROMIA

O teatro apresentado pelo Grupo Porão foge do lugar habitual, do senso comum. Em seu mais recente trabalho a percepção grita aos sentidos, ao espectador um convite à imaginação, distanciada da gratuidade, faz surgir universos, novelos com múltiplas pontas. Ao alcance das mãos rédeas, a destruição montada em seu cavalo. Cavalgada que tem em suas raias um único corredor, a morte. O Grupo traz ao público a reunião de seis textos curtos que amplamente tratam de questões que colocam ou colocaram em risco a vida humana. Alicerçada em conceitos e práticas da contemporaneidade sobre composição textual, encenação e trabalho de ator que a peça Mão é gestada.

Ficha Técnica
Direção e Dramaturgia: Hermison Nogueira
Elenco: Andreia Frag, Eduardo Gotardelo, Joyce Constantino, Marcio Luiz, Rafa Nepel
Iluminação: Marcio Luiz, Hermison Nogueira
Figurino: Michele Borgo, Hermison Nogueira
Costureira: Nita Conceição
Arte e Vídeo: Tiago Alvarez
Produção: Andreia Fragoso, Hermison Nogueira
Realização: Grupo Porão - Teatro

SERVIÇO:
Mão
Dias: de 24 a 27 de junho ( quarta à sábado)
Horário: 20H / Duração: 50 minutos.
Indicação etária: 12 anos
Valor: 10,00 (meia e antecipado) 20,00 (inteira)
Local: Villa Hauer Cultural (Rua Bom Jesus de Iguape, 2121, Vila Hauer, Curitiba)

fonte: Página do Evento

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

“CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE” COMPLETA DOIS ANOS EM CARTAZ COM APRESENTAÇÕES NO SOLAR DO BARÃO

Monólogo de Fernanda Fuchs mostra o drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão. Com texto premiado pela Sociedade Bunkyo, em São Paulo, a peça ganhou troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá


Foto: Ester Gehlen

Drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” completa dois anos em cartaz. Para celebrar essa trajetória premiada, serão realizadas apresentações no Solar do Barão (Rua. Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Centro) nos dias 4 e 5 de dezembro, às 19h30, na sala Scabi. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Escrita e interpretada por Fernanda Fuchs, com direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, a montagem conta com figurino e cenografia de Katia Horn e iluminação de Valter Dorte.

Trajetória premiada
Em dois anos de apresentações, o monólogo viajou para cinco cidades e participou de sete festivais. Conquistou também três prêmios: troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá, e o terceiro prêmio da Sociedade Bunkyo, em São Paulo, pelo texto de Fernanda Fuchs. Além de ser apresentada em teatros convencionais, a peça tem sido encenada em espaços alternativos como casarões, escolas, bibliotecas, parques e também na rua. “Desde a pré-estreia no Festival Seto Matsuri, no fim de 2012, a peça ganha constantemente características novas e isso renova o interesse de quem já viu o trabalho. Há sempre uma interação diferente com cada espaço, seja em termos de cenografia, iluminação e na forma de receber o público. A montagem no Solar do Barão é exemplo disso”, conta Fernanda.



Rumo a Okinawa em 2015

O monólogo deve permanecer em cartaz no próximo ano e até o fim de 2015 Fernanda espera fazer uma apresentação em Okinawa, província japonesa que tem inspirado a montagem. “As pessoas que conhecemos da comunidade okinawana sempre destacaram a alegria, a hospitalidade e a riqueza cultural dessa região, que é bastante diferente do resto do Japão. Queremos então aprofundar nossas pesquisas sobre esse universo e fazer um intercâmbio, difundindo elementos da cultura brasileira e okinawana, que possuem muitas coisas em comum”, explica a atriz.

SERVIÇO
Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”
Texto e interpretação: Fernanda Caldas Fuchs
Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs
Figurino e cenografia: Katia Horn
Iluminação: Valter Dorte
Dias: 4 (quinta) e 5 (sexta) de dezembro
Horário: 19h30
Local: Solar do Barão (Sala Scabi). Rua. Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Centro de Curitiba
Ingressos: R$20 e R$10 (meia-entrada)
Blog do espetáculo: www.correntefriacorrentequente.wordpress.com


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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

MÃO



Ator e diretor veterano em Curitiba, Hermison Nogueira faz sua estreia na dramaturgia. Até o dia 11 de dezembro, no Colégio Estadual do Paraná, fica em cartaz a montagem de “Mão”, que reúne seis textos curtos de Nogueira. As sessões acontecem às quartas e quintas, sempre em dois horários: 19h30 e 21h30. A entrada é gratuita.

Acostumado a trabalhar com peças complexas, como a “A Língua da Montanha”, de Harold Pinter, e “(A)tentados”, de Martin Crimp, já montadas no Colégio Estadual, em “Mão” Nogueira apresenta uma dramaturgia igualmente ousada, que trata, de maneira ampla, sobre várias formas de destruição praticadas pela mão humana.

A peça acontece na sala subterrânea número 10, com capacidade para 40 pessoas. “Esse espaço oferece uma proximidade grande com o espectador. Além disso, é apropriado ao nosso tema por ser sombrio. É quase uma tumba”, brinca Nogueira.

Linguagem poética
Em “Mão”, os atores Andreia Fragoso, Diego Aleixo, Eduardo Gotardelo, Francielly Rocha, Joyce Constantino, Rafael Nepel, Marcio Santos e Wagner Barroso lidam com uma linguagem poética, que foge do lugar-comum.

Resumir o enredo de cada um dos seis textos – “Terrestre”; “Ar-Má”; “Renascimento”; “Emboscada”; “Palindromia”, e “Guilhotina” – é, portanto, tarefa complicada. O dramaturgo prefere que o público tenha liberdade para tirar suas conclusões, sem ser contaminado por explicações prévias.

A força no olhar dos atores, a precisão de seus movimentos e a segurança transmitida por eles são elementos que também já dizem muito sobre o trabalho. Composto em sua maioria por alunos formados no curso técnico de teatro do Estadual, o elenco fez quase um ano de treinamento com Nogueira, que é também professor do colégio.

“Trabalhamos com a perspectiva de que o palco não é um espaço convencional. Para ocupá-lo, você precisa justificar isso. Um ator não pode se igualar ao espectador em termos de energia, de potência. Tem que ir além”, conclui Nogueira.

SERVIÇO:
Peça: “Mão”
Texto e direção: Hermison Nogueira
Atuação: Andreia Fragoso, Diego Aleixo, Eduardo Gotardelo, Francielly Rocha, Joyce Constantino, Marcio Luiz dos Santos, Rafael Nepel, Wagner Barroso
Local: Sala 10 do Colégio Estadual do Paraná. Av. João Gualberto, 250, Centro
Data: Quartas e quintas em dois horários: 19h30 e 21h30. Até 11 de dezembro
Entrada gratuita

fonte: FRANCOfonia

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sábado, 29 de março de 2014

MONÓLOGO PREMIADO, “CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE” É DESTAQUE NO FESTIVAL DE CURITIBA COM ENTRADA GRATUITA ::: SÁBADO E DOMINGO (30)



Escrito e interpretado por Fernanda Fuchs, monólogo mostra o drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão. Com texto premiado pela Sociedade Bunkyo, em São Paulo, a peça também ganhou troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá



Drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” é destaque no Festival de Curitiba, na mostra Fringe. Com entrada gratuita, as apresentações acontecem na Casa Hoffmann, Largo da Ordem, no dia 29 de março (sábado) às 13h e no dia 30 (domingo) às 19h.

Escrita e interpretada por Fernanda Fuchs, com direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, a montagem teve seu texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Bunkyo, e obteve troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá. O espetáculo conta com figurino e cenografia de Katia Horn e iluminação de Valter Dorte.



Mar de ausências e esperas

O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma jovem de Okinawa (província localizada no extremo sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna. Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória.

Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa”, conta Fernanda.



Biografia de Fernanda Fuchs
Fernanda é atriz, professora de teatro, dramaturga, cantora e compositora. Parnanguara, nascida em 1990, vive em Curitiba. Como atriz, participou de peças como “Aurora da Minha Vida”, “Língua da Montanha” e “Companhia Frazão”. Desde 2012, apresenta o premiado monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”.

Especialista em Gestão Cultural pelo Senac-PR, é formada em Licenciatura em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi. Estudou teatro com Hermison Nogueira e também participou de cursos com Ricardo Puccetti e Carlos Simioni, do grupo LUME, e com Fernando Sampaio, do grupo LaMínima.

Como professora, ministra aulas de teatro para alunos do ensino médio e fundamental. Estudou canto e voz com Alvaro Nadolny, maestro do Coral da UFPR, e desde 2011 estuda canto popular com a professora Ana Cascardo, no Conservatório de MPB de Curitiba. Como integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista no projeto Afina-se, do Conservatório de MPB. Como compositora, ao lado do baterista Daniel D’Alessandro, compôs a trilha das peças “Dito e Feito” e “Companhia Frazão”.

SERVIÇO
Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”, no Festival de Curitiba
Texto e interpretação: Fernanda Caldas Fuchs
Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs
Figurino e cenografia: Katia Horn
Iluminação: Valter Dorte
Dias: 29 de março (sábado) às 13h; 30 de março (domingo) às 19h
Local: Casa Hoffmann. Rua Claudino dos Santos, 58, Largo da Ordem, em Curitiba
Entrada gratuita
Blog do espetáculo: ww.correntefriacorrentequente.wordpress.com

Página do evento no facebook, aqui

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quarta-feira, 26 de março de 2014

MONÓLOGO PREMIADO, “CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE” É DESTAQUE NO FESTIVAL DE CURITIBA COM ENTRADA GRATUITA



Escrito e interpretado por Fernanda Fuchs, monólogo mostra o drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão. Com texto premiado pela Sociedade Bunkyo, em São Paulo, a peça também ganhou troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá



Drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” é destaque no Festival de Curitiba, na mostra Fringe. Com entrada gratuita, as apresentações acontecem na Casa Hoffmann, Largo da Ordem, no dia 29 de março (sábado) às 13h e no dia 30 (domingo) às 19h.

Escrita e interpretada por Fernanda Fuchs, com direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, a montagem teve seu texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Bunkyo, e obteve troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá. O espetáculo conta com figurino e cenografia de Katia Horn e iluminação de Valter Dorte.



Mar de ausências e esperas

O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma jovem de Okinawa (província localizada no extremo sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna. Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória.

Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa”, conta Fernanda.



Biografia de Fernanda Fuchs
Fernanda é atriz, professora de teatro, dramaturga, cantora e compositora. Parnanguara, nascida em 1990, vive em Curitiba. Como atriz, participou de peças como “Aurora da Minha Vida”, “Língua da Montanha” e “Companhia Frazão”. Desde 2012, apresenta o premiado monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”.

Especialista em Gestão Cultural pelo Senac-PR, é formada em Licenciatura em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi. Estudou teatro com Hermison Nogueira e também participou de cursos com Ricardo Puccetti e Carlos Simioni, do grupo LUME, e com Fernando Sampaio, do grupo LaMínima.

Como professora, ministra aulas de teatro para alunos do ensino médio e fundamental. Estudou canto e voz com Alvaro Nadolny, maestro do Coral da UFPR, e desde 2011 estuda canto popular com a professora Ana Cascardo, no Conservatório de MPB de Curitiba. Como integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista no projeto Afina-se, do Conservatório de MPB. Como compositora, ao lado do baterista Daniel D’Alessandro, compôs a trilha das peças “Dito e Feito” e “Companhia Frazão”.

SERVIÇO
Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”, no Festival de Curitiba
Texto e interpretação: Fernanda Caldas Fuchs
Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs
Figurino e cenografia: Katia Horn
Iluminação: Valter Dorte
Dias: 29 de março (sábado) às 13h; 30 de março (domingo) às 19h
Local: Casa Hoffmann. Rua Claudino dos Santos, 58, Largo da Ordem, em Curitiba
Entrada gratuita
Blog do espetáculo: ww.correntefriacorrentequente.wordpress.com

Página do evento no facebook, aqui

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

PREMIADO, MONÓLOGO “CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE” TERÁ QUATRO APRESENTAÇÕES GRATUITAS NA CASA HOFFMANN EM FEVEREIRO

Escrito e interpretado por Fernanda Fuchs, monólogo mostra o drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão. Com texto premiado pela Sociedade Bunkyo, em São Paulo, a peça também ganhou troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá


Fotos: Vanessa Vzorek

Drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” terá quatro apresentações com entrada gratuita na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem. Elas acontecem nos dias 7, 8, 14 e 15 de fevereiro, sempre às 19h30. Escrita e interpretada por Fernanda Fuchs, com direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, a montagem teve seu texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Bunkyo, e obteve troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá. O espetáculo conta com figurino e cenografia de Katia Horn e iluminação de Valter Dorte.




Mar de ausências e esperas
O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma jovem de Okinawa (província localizada no extremo sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna. Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória.




Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa”, conta Fernanda.




Biografia de Fernanda Fuchs
Fernanda é atriz, professora de teatro, dramaturga, cantora e compositora. Parnanguara, nascida em 1990, vive em Curitiba. Como atriz, participou de peças como “Aurora da Minha Vida”, “Língua da Montanha” e “Companhia Frazão”. Desde 2012, apresenta o premiado monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”.

Especialista em Gestão Cultural pelo Senac-PR, é formada em Licenciatura em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi. Estudou teatro com Hermison Nogueira e também participou de cursos com Ricardo Puccetti e Carlos Simioni, do grupo LUME, e com Fernando Sampaio, do grupo LaMínima.

Como professora, ministra aulas de teatro para alunos do ensino médio e fundamental. Estudou canto e voz com Alvaro Nadolny, maestro do Coral da UFPR, e desde 2011 estuda canto popular com a professora Ana Cascardo, no Conservatório de MPB de Curitiba. Como integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista no projeto Afina-se, do Conservatório de MPB. Como compositora, ao lado do baterista Daniel D’Alessandro, compôs a trilha das peças “Dito e Feito” e “Companhia Frazão”.


Serviço:
O monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” terá quatro apresentações com entrada gratuita na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem. Elas acontecem nos dias 7, 8, 14 e 15 de fevereiro, sempre às 19h30. 

fonte: http://correntefriacorrentequente.wordpress.com/


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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

PREMIADO, MONÓLOGO “CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE” TERÁ QUATRO APRESENTAÇÕES GRATUITAS NA CASA HOFFMANN EM FEVEREIRO

Escrito e interpretado por Fernanda Fuchs, monólogo mostra o drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão. Com texto premiado pela Sociedade Bunkyo, em São Paulo, a peça também ganhou troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá


Fotos: Vanessa Vzorek

Drama de uma menina de Okinawa, que perde o pai no mar do Japão, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” terá quatro apresentações com entrada gratuita na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem. Elas acontecem nos dias 7, 8, 14 e 15 de fevereiro, sempre às 19h30. Escrita e interpretada por Fernanda Fuchs, com direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, a montagem teve seu texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Bunkyo, e obteve troféus de melhor atriz e de segundo melhor espetáculo no 4º Festival de Teatro de Paranaguá. O espetáculo conta com figurino e cenografia de Katia Horn e iluminação de Valter Dorte.




Mar de ausências e esperas
O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma jovem de Okinawa (província localizada no extremo sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna. Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória.




Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa”, conta Fernanda.




Biografia de Fernanda Fuchs
Fernanda é atriz, professora de teatro, dramaturga, cantora e compositora. Parnanguara, nascida em 1990, vive em Curitiba. Como atriz, participou de peças como “Aurora da Minha Vida”, “Língua da Montanha” e “Companhia Frazão”. Desde 2012, apresenta o premiado monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”.

Especialista em Gestão Cultural pelo Senac-PR, é formada em Licenciatura em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi. Estudou teatro com Hermison Nogueira e também participou de cursos com Ricardo Puccetti e Carlos Simioni, do grupo LUME, e com Fernando Sampaio, do grupo LaMínima.

Como professora, ministra aulas de teatro para alunos do ensino médio e fundamental. Estudou canto e voz com Alvaro Nadolny, maestro do Coral da UFPR, e desde 2011 estuda canto popular com a professora Ana Cascardo, no Conservatório de MPB de Curitiba. Como integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista no projeto Afina-se, do Conservatório de MPB. Como compositora, ao lado do baterista Daniel D’Alessandro, compôs a trilha das peças “Dito e Feito” e “Companhia Frazão”.


Serviço:
O monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” terá quatro apresentações com entrada gratuita na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem. Elas acontecem nos dias 7, 8, 14 e 15 de fevereiro, sempre às 19h30. 

fonte: http://correntefriacorrentequente.wordpress.com/


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terça-feira, 26 de novembro de 2013

"CORRENTE QUENTE, CORRENTE FRIA" VOLTA PREMIADO DO FESTIVAL DE TEATRO DE PARANAGUÁ



Edição de hoje (26) do Jornal Metro destaca premiação de "Corrente Fria, Corrente Quente" no Festival de Teatro de Paranaguá!

Melhor Atriz pra Fernanda Fuchs, e 2º lugar Melhor Espetáculo: Corrente Fria, Corrente quente"

Parabéns Fer, Franco, Hermison e toda equipe pelas conquistas!!!

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

HOJE, SEXTA-FEIRA 20, TEM "CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE" NO PALACETE DOS LEÕES

Clima misterioso do casarão histórico é usado para estimular a imaginação do público em torno da narrativa de uma menina que perde o pai no mar do Japão

Fernanda Fuchs, na peça Corrente Fria, Corrente Quente, FOTO 1 Vanessa Vzorek

Após estrear com apresentações lotadas no Festival de Curitiba e no Festival Hana Matsuri, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” será encenado no dia 20 de setembro, às 19h30, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. A entrada é gratuita.  Com texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Serviço Social, o monólogo é interpretado pela atriz Fernanda Fuchs, também autora da peça. A direção é de Hermison Nogueira e Franco Fuchs.

Palacete dos Leões, divulgação BRDE

Mar de ausências e esperas
O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma menina de Okinawa fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna.

Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória. A ambientação em um espaço alternativo como o Palacete dos Leões, construído em 1902, como residência da tradicional família Leão Júnior, também estimula ainda mais a imaginação do público. “Cada local agrega para a peça uma energia diferente, por conta das coisas, pessoas e ações que já se passaram ali. Senti isso quando me apresentei na Casa da Praça do Japão e na Casa Hoffmann, por exemplo. O palacete, por ser carregado de história, também despertará novos significados”, diz Fernanda.

Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa.”

Biografia de Fernanda Fuchs
Atriz e professora de teatro, Fernanda Fuchs, 22 anos, é formada pela Faculdade de Artes do Paraná. Atuou em peças como “Aurora da Minha Vida” e “Língua da Montanha”, dirigidas por Hermison Nogueira, e “Companhia Frazão”, dirigida por Elderson Melo. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi Paraná. Em fevereiro de 2013, com o texto “Corrente Quente, Corrente Fria”, foi premiada em São Paulo com o 3º lugar no Concurso de Contos Bunkyo. Como cantora, integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista em apresentações do projeto Afina-se, do Conservatório de MPB de Curitiba.

SERVIÇO
Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”
Texto e intepretação: Fernanda Fuchs
Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs
Dia 20 de setembro, sexta-feira, às 19h30, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões
Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória, em Curitiba
Entrada gratuita. Após a peça, bate-papo com a atriz e dramaturga Fernanda Fuchs
Blog do espetáculo: www.correntefriacorrentequente.wordpress.com


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domingo, 15 de setembro de 2013

"CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE" NO PALACETE DOS LEÕES

Clima misterioso do casarão histórico é usado para estimular a imaginação do público em torno da narrativa de uma menina que perde o pai no mar do Japão

Fernanda Fuchs, na peça Corrente Fria, Corrente Quente, FOTO 1 Vanessa Vzorek

Após estrear com apresentações lotadas no Festival de Curitiba e no Festival Hana Matsuri, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” será encenado no dia 20 de setembro, às 19h30, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. A entrada é gratuita.  Com texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Serviço Social, o monólogo é interpretado pela atriz Fernanda Fuchs, também autora da peça. A direção é de Hermison Nogueira e Franco Fuchs.

Palacete dos Leões, divulgação BRDE

Mar de ausências e esperas
O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma menina de Okinawa fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna.

Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória. A ambientação em um espaço alternativo como o Palacete dos Leões, construído em 1902, como residência da tradicional família Leão Júnior, também estimula ainda mais a imaginação do público. “Cada local agrega para a peça uma energia diferente, por conta das coisas, pessoas e ações que já se passaram ali. Senti isso quando me apresentei na Casa da Praça do Japão e na Casa Hoffmann, por exemplo. O palacete, por ser carregado de história, também despertará novos significados”, diz Fernanda.

Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa.”

Biografia de Fernanda Fuchs
Atriz e professora de teatro, Fernanda Fuchs, 22 anos, é formada pela Faculdade de Artes do Paraná. Atuou em peças como “Aurora da Minha Vida” e “Língua da Montanha”, dirigidas por Hermison Nogueira, e “Companhia Frazão”, dirigida por Elderson Melo. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi Paraná. Em fevereiro de 2013, com o texto “Corrente Quente, Corrente Fria”, foi premiada em São Paulo com o 3º lugar no Concurso de Contos Bunkyo. Como cantora, integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista em apresentações do projeto Afina-se, do Conservatório de MPB de Curitiba.

SERVIÇO
Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”
Texto e intepretação: Fernanda Fuchs
Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs
Dia 20 de setembro, sexta-feira, às 19h30, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões
Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória, em Curitiba
Entrada gratuita. Após a peça, bate-papo com a atriz e dramaturga Fernanda Fuchs
Blog do espetáculo: www.correntefriacorrentequente.wordpress.com


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terça-feira, 10 de setembro de 2013

"CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE" NO PALACETE DOS LEÕES

Clima misterioso do casarão histórico é usado para estimular a imaginação do público em torno da narrativa de uma menina que perde o pai no mar do Japão

Fernanda Fuchs, na peça Corrente Fria, Corrente Quente, FOTO 1 Vanessa Vzorek

Após estrear com apresentações lotadas no Festival de Curitiba e no Festival Hana Matsuri, o monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” será encenado no dia 20 de setembro, às 19h30, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. A entrada é gratuita.  Com texto premiado em São Paulo, pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Serviço Social, o monólogo é interpretado pela atriz Fernanda Fuchs, também autora da peça. A direção é de Hermison Nogueira e Franco Fuchs.

Palacete dos Leões, divulgação BRDE

Mar de ausências e esperas
O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça de Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”. Na peça, uma menina de Okinawa fala sobre o desaparecimento do pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Sentado a poucos metros da atriz, o público testemunha o cotidiano da garota e o seu mergulho na elaboração da perda paterna.

Como em um ritual, elementos como precisão, paciência e concisão são valorizados. Com seus movimentos e o uso de sacos de juta, Fernanda transporta os espectadores a um universo de sonho e memória. A ambientação em um espaço alternativo como o Palacete dos Leões, construído em 1902, como residência da tradicional família Leão Júnior, também estimula ainda mais a imaginação do público. “Cada local agrega para a peça uma energia diferente, por conta das coisas, pessoas e ações que já se passaram ali. Senti isso quando me apresentei na Casa da Praça do Japão e na Casa Hoffmann, por exemplo. O palacete, por ser carregado de história, também despertará novos significados”, diz Fernanda.

Imaginário japonês
Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário e com o auxílio de pesquisas sobre a terra do sol nascente. Aspectos geográficos serviram de inspiração tanto quanto referências artísticas japonesas, como a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. “Nas pesquisas, a força das correntes marítimas me chamou atenção, assim como a força dos terremotos e tsunamis, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população japonesa.”

Biografia de Fernanda Fuchs
Atriz e professora de teatro, Fernanda Fuchs, 22 anos, é formada pela Faculdade de Artes do Paraná. Atuou em peças como “Aurora da Minha Vida” e “Língua da Montanha”, dirigidas por Hermison Nogueira, e “Companhia Frazão”, dirigida por Elderson Melo. Como dramaturga, faz parte do Núcleo de Dramaturgia do Sesi Paraná. Em fevereiro de 2013, com o texto “Corrente Quente, Corrente Fria”, foi premiada em São Paulo com o 3º lugar no Concurso de Contos Bunkyo. Como cantora, integrante do Coral da UFPR, fez diversas apresentações em Curitiba e Antonina. Também se apresentou como solista em apresentações do projeto Afina-se, do Conservatório de MPB de Curitiba.

SERVIÇO
Monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente”
Texto e intepretação: Fernanda Fuchs
Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs
Dia 20 de setembro, sexta-feira, às 19h30, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões
Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória, em Curitiba
Entrada gratuita. Após a peça, bate-papo com a atriz e dramaturga Fernanda Fuchs
Blog do espetáculo: www.correntefriacorrentequente.wordpress.com


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sábado, 27 de abril de 2013

NESTE FINAL DE SEMANA TEM "CORRENTE FRIA, CORRENTE QUENTE"

Com texto premiado, monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” é encenado no festival Hana Matsuri. Gratuito, o espetáculo acontece nos dias 27 e 28 de abril na biblioteca Hideo Handa, localizada na casa da Praça do Japão, em Curitiba.



Em “Corrente Fria, Corrente Quente”, uma menina de Okinawa (província localizada no Sul do Japão) fala sobre o esaparecimento do seu pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou.

Com texto e atuação de Fernanda Fuchs e direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, o espetáculo é encenado no festival Hana Matsuri, que celebra o nascimento de Buda.

SERVIÇO
Espetáculo “Corrente Fria, Corrente Quente”, no festival Hana Matsuri.
Apresentações na biblioteca Hideo Handa, localizada na casa da Praça do Japão, em Curitiba.
Dia 27 de abril (sábado) às 19h30 e no dia 28 (domingo) às 18h30.
Entrada gratuita. Tempo de duração: 30 minutos.
Blog do espetáculo: www.correntefriacorrentequente.wordpress.com

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segunda-feira, 1 de abril de 2013

OFICINA DE TREINAMENTO DE ATOR COM HERMISON NOGUEIRA



A Oficina de Treinamento de Ator com Hermison Nogueira começa no dia 6 de abril no Centro de Criatividade Astrolábio

No mês de abril, o diretor e ator Hermison Nogueira inicia uma Oficina para Treinamento de Ator no Centro de Criatividade Astrolábio (Rua Mateus Leme, 757, em Curitiba). A atividade é realizada em encontros semanais e acontece até dezembro, encerrando com apresentações dos participantes.

Para quem deseja conhecer o método de trabalho antes de se matricular, no sábado, dia 6, das 14h às 18h, e na terça-feira, dia 9, das 19h às 22h, Nogueira ministra aulas experimentais gratuitas.

Aberta a um público com idade a partir de 15 anos, e que inclui desde pessoas que nunca fizeram teatro a atores profissionais, a oficina possui duas turmas. Na turma 1, os encontros acontecem nas terças e quintas, das 19h às 22h, num total de seis horas semanais. O custo mensal é de R$ 150. Na turma 2, os encontros acontecem aos sábados, das 14h às 18h, num total de quatro horas semanais. O custo mensal é de R$ 120. A matrícula para ambas as turmas custa R$ 30.

Objetivo e metodologia do curso

O objetivo da oficina é conduzir as potencialidades expressivas do ator, reconfigurando dimensões internas e externas, em esferas do mundo ético e estético. O treinamento visa à autonomia artística e é organizado por procedimentos e conceitos originários do Butoh, do Tai Chi Chuan, da imitação de animais, da investigação do trabalho de ator na rua, do universo do Clown e de pesquisas vocais baseadas na técnica de Ressonância de Corpo Inteiro. Nas oficinas serão trabalhados alguns exercícios de: base; caminhadas; quedas; equilíbrio/fora de equilíbrio; objetos (corda/bastão); ressonadores/ressonâncias; solo; saltos; fio de seda e explosões.



Currículo de Hermison Nogueira

Hermison Nogueira é ator-pesquisador, formado em Educação Artística - Habilitação em Artes Cênicas, pela Faculdade de Artes do Paraná, em 2001, e no curso de Formação de Ator pela Universidade Federal do Paraná, em 2000. Atuou como professor do Grupo de Teatro (Gruta) e no curso Técnico de Arte Dramática do Colégio Estadual do Paraná de 2006 a 2012, onde desenvolveu um treinamento para a formação de ator. Estudou com Alvaro Nadolny, Ricardo Puccetti, Carlos Simioni, Chacovachi, Jesser de Souza, Ko Murobushi, Enrique Diaz e Mariana Lima. Peças mais recentes que dirigiu: Corrente Fria,Corrente Quente (2013), de Fernanda Fuchs; Margem (2011), inspirada no conto A terceira margem do rio, de João Guimarães Rosa; O Sobrado (2010), baseada no romance histórico O Continente, de Erico Veríssimo; A Língua da Montanha (2009), de Harold Pinter; e (A)tentados (2008), de Martin Crimp.

CRONOGRAMA
Turma 1: Encontros nas terças e quintas, das 19h às 22h, num total de seis horas semanais.
Turma 2: Encontros aos sábados, das 14h às 18h, num total de quatro horas semanais.
Aula experimental: sábado (06/04), das 14h às 18h; e terça-feira (09/04), das 19h às 22h.

SERVIÇO:
Oficina de treinamento de ator com Hermison Nogueira. Os encontros semanais começam em abril e acontecem até dezembro.

Local: Centro de Criatividade Astrolábio.
Rua Mateus Leme, 757.

Mensalidade: R$ 150 (turma 1) e R$ 120 (turma 2).

Mais informações pelo site: www.centroastrolabio.com.br
fones (41) 3082-3232; (41) 9610-6240
email: hfnogueira01@yahoo.com.br

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terça-feira, 26 de março de 2013

DRAMA NO MAR DO JAPÃO, NA IMAGINAÇÃO DE UMA BRASILEIRA


Com texto premiado, monólogo “Corrente Fria, Corrente Quente” estreia no Festival de Curitiba. Gratuita, a peça acontece nos dias 29 e 30 de março na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem

O encontro das correntes oceânicas Oyashio (do tipo fria) e Kuroshio (quente) provoca uma abundância de peixes no Japão. Mas, na cabeça da atriz e dramaturga Fernanda Fuchs, o encontro das águas gerou “Corrente Fria, Corrente Quente”, uma história premiada em 2013 com o terceiro lugar no Concurso de Contos Bunkyo, promovido pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Serviço Social em São Paulo.

Transformado em monólogo teatral, com atuação de Fernanda e direção de Hermison Nogueira e Franco Fuchs, o espetáculo estreia na mostra Fringe do Festival de Curitiba. Com entrada gratuita, as apresentações acontecem na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem, no dia 29 de março, às 17h, e no dia 30, às 19h.



Luta cotidiana pela sobrevivência

Em “Corrente Fria, Corrente Quente”, uma menina de Okinawa (província localizada no Sul do Japão) fala sobre o desaparecimento do seu pai, que saiu para pescar em alto-mar e nunca mais voltou. Para além do trauma, a montagem busca transmitir impressões sobre como era o cotidiano da garota. O peso da rotina e do trabalho ligado à pesca é evocado indiretamente, através da manipulação de sacos de juta, oriundos do Mercado Municipal de São Paulo. Os sacos são usados como adereços, objetos de cena e cenário, que criam um universo de sonho onde a história se desenrola, sempre a poucos metros do público.




Imaginário japonês

Nascida em Paranaguá e criada em Curitiba, a atriz e dramaturga Fernanda Fuchs nunca foi ao Japão. Sua peça foi criada então a partir do seu imaginário sobre a “terra do sol nascente” e com pesquisas sobre a geografia do Japão – em especial, sobre as correntes marítimas (Oyashio, Kuroshio) que afetam a pesca no país –, e sobre elementos culturais, como a gravura “A Grande Onda de Kanagawa”. “Nas pesquisas, me chamou a atenção a força das correntes marítimas, assim como dos terremotos e tsunamis no Japão, desastres que parecem ser encarados com naturalidade pela população”, conta Fernanda.



Biografia de Fernanda Fuchs

Fernanda Fuchs, 22 anos, é atriz, professora de teatro, dramaturga, cantora e compositora. Desde 2011, faz parte da Companhia do Intérprete. Com esse grupo ela também se apresenta no Festival de Curitiba na peça “Companhia Frazão”. Estudou teatro com o diretor e ator Hermison Nogueira, atuando nas peças “Aurora da Minha Vida” e “Língua da Montanha”, dirigidas por Nogueira. Estudou canto e voz com Alvaro Naldony, maestro do Coral da UFPR. Desde 2011 é aluna do Conservatório de MPB de Curitiba e estuda canto popular com a professora Ana Cascardo. Pós-graduanda em Gestão Cultural pelo Senac, é formada em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná. Participou de oficinas com Ricardo Puccetti e Carlos Simioni, do grupo LUME, e com Fernando Sampaio, do grupo LaMínima. Em fevereiro de 2013, com o texto “Corrente Quente, Corrente Fria”, Fernanda foi premiada em São Paulo com o 3º lugar no 1º Concurso de Contos Bunkyo.

SERVIÇO
Espetáculo “Corrente Fria, Corrente Quente”, na mostra Fringe do Festival de Curitiba.
Apresentações na Casa Hoffmann, no Largo da Ordem, no dia 29 de março às 17h e no dia 30 às 19h.
Entrada gratuita. Tempo de duração: 30 minutos.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto e interpretação: Fernanda Fuchs. Direção: Hermison Nogueira e Franco Fuchs. Figurino e cenografia: Katia Horn. Iluminação: Marcela Mancino. Fotos: Vanessa Vzorek

CONTATOS

Fernanda Fuchs, atriz e dramaturga: fone (41) 9645-757; e-mail fcaldasfuchs@gmail.com
Hermison Nogueira, diretor: fone (41) 9610-6240; e-mail hfnogueira01@yahoo.com.br
Franco Fuchs, diretor e assessor de imprensa: fone (41) 8813-3293; e-mail francofuchs@gmail.com
Blog do espetáculo, aqui

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