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terça-feira, 4 de abril de 2017

COMPANHIA URUGUAIO-BRASILEIRA TRAZ DOIS ESPETÁCULOS INÉDITOS AO FESTIVAL DE CURITIBA

Foto da peça Acorda Amor
Depois de rodar festivais importantes do Brasil, de Portugal e do Uruguai, a Cia Quatro Manos vem à Curitiba pela primeira vez com os espetáculos Acorda, amor!, uma releitura inusitada do conto A Bela Adormecida, e a peça infantil Contos do Mar.

Pela primeira vez em Curitiba, a companhia uruguaio-brasileira Quatro Manos chega logo com duas apresentações durante a 26ª edição do Festival de Curitiba: uma na mostra Fringe e outra durante a Mostra SESI de Teatro Infantil. Após rodar importantes festivais de Brasil, Uruguai e Portugal, o grupo vem à capital do Paraná com Acorda, amor!, uma releitura do clássico conto de fadas A bela adormecida direcionada ao público adulto, e a peça infantil Contos do Mar.

Solo da atriz uruguaia Florencia Santángelo, Acorda, amor! usa uma narrativa pouco convencional para lançar um olhar ao mesmo tempo particular e universal sobre aspectos básicos do ser humano — seus medos, suas fragilidades, suas convicções. O espetáculo tem direção do carioca Marcos Camelo e as sessões são nos dias 8 e 9 de abril, às 21h e às 12h, respectivamente, no Mini-Guaíra. Os ingressos custam R$ 20.

Além de Acorda, amor!, a Cia Quatro Manos traz para Curitiba a peça Contos do Mar, parte da Cena Criança da Mostra SESI de Teatro Infantil. No espetáculo, Santángelo e Camelo são atores-narradores passeando pelo universo fantástico de contos tradicionais de Brasil, Japão, Itália e Hungria.

A peça tem o mar como o fio condutor entre todos os seus inusitados personagens: uma princesa cujo bem mais precioso é um aquário no qual vive um animal misterioso, um jovem príncipe que enfrenta os perigos do mar para resgatar seus irmãos e uma poderosa rainha do mar, que é cruel e vingativa, mas também acolhedora e se apaixona. A peça conta com direção de Flávio Souza e terá sessões nos dias 6 e 7 de abril, sempre às 16h, no Teatro SESI Portão. A entrada é franca.

E atenção: no dia 8 de abril, data da estreia de Acorda, amor!, a Cia Quatro Manos vai realizar uma intervenção para divulgar a peça. Fique atento a todos os detalhes do universo humano quando caminhar pela região do Teatro Guaíra neste dia.

CIA QUATRO MANOS

Formada em 2012 pelos atores e palhaços Marcos Camelo (Rio de Janeiro, Brasil) e Florencia Santángelo (Uruguai), a Cia Quatro Manos tem como premissas utilizar o jogo como ferramenta para a composição dramática, buscar estados por meio do corpo do ator e ressignificar o espaço cênico pela ação.

A dupla trabalha a partir de textos não dramáticos e, com interesse especial pela construção de uma dramaturgia autoral e contemporânea, leva aos palcos os princípios da atuação do palhaço misturados a outras linguagens, como solo narrativo e teatro físico.

SERVIÇO:


Foto da peça Contos do Mar

Espetáculo: Acorda, amor!
Apresentações: 08/04 (21h) e 09/04 (12h).
Local: Mini-Guaíra, Auditório Glauco Flores de Sá Britto — Rua Amintas de Barros, s/n, Centro.
Ingressos: R$ 20.

Espetáculo: Contos do Mar
Apresentações: 06/04 e 07/04, sempre às 16h.
Local: Teatro SESI Portão — Rua Padre Leonardo Nunes, 180, Portão, em Curitiba.
Entrada gratuita.

CONTATO PARA IMPRENSA: Douglas Ciriaco
ciriaco87@gmail.com | (41) 98488-7713

Skype: douglas.ciriaco​

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domingo, 11 de dezembro de 2016

SARAU MUSICAL POP/ROCK REVELA MÚSICOS DO CENÁRIO LOCAL PARANAENSE



Em sua segunda edição, o Sarau Musical POP/ROCK terá mais uma noite de apresentações, no próximo dia 17 de dezembro, no Teatro Sesi Portão. O projeto surgiu com o objetivo de apresentar e revelar músicos independentes do cenário local paranaense com apresentações no estilo sarau, incluindo os mais variados estilos musicais.

“A ideia é projetar e dar visibilidade aos músicos locais fornecendo um espaço para a apresentação de seus trabalhos, espaço esse que não é facilmente encontrado na cidade de Curitiba e nem mesmo no restante do estado”, conta a organizadora e também artista, Isabela Bueno. Além disso, o projeto visa a troca de experiências entre os artistas, proporcionando crescimento para ambas as partes e o enriquecimento do ambiente.

A primeira edição aconteceu no mês de novembro, no Teatro Sesi São José dos Pinhais e reuniu 8 músicos. Para a próxima apresentação, estão confirmados os músicos: Amanda Jones, Ives Goulart, Soluna Kotka, Jéssica Trevizani, Marcos Schotgues, Mary Pontes, Denise Bernardinelli, Eugênia e Amantes Ladinos.

Serviço:
Sarau Musical POP/ROCK
Data: 17 de dezembro
Horário: 16h
Ingressos: gratuitos. Retirada de convites na secretaria da unidade Sesi Portão
Local: Teatro Sesi Portão – Rua Padre Leonardo Nunes, 180 – Portão – Curitiba/Pr.
Informações: (41) 3271-8450
Classificação: Livre

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

TERCEIRA MONTAGEM DO AREAS COLETIVO DE ARTE, PLANO SOBRE QUEDA MERGULHA NA COMPLEXIDADE DO BANAL PARA FALAR DA MORTE

Plano sobre queda fotografia de Leekyung Kim
Grupo com sede no Rio de Janeiro e São Paulo, fundado em 2012 com a estreia do espetáculo 'Breu', de Pedro Brício – estará em cartaz no Teatro SESI Portão, nos dias 25 e 26 de novembro, com peça dirigida por Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Emanuel Aragão.

Depois de temporadas no Rio de Janeiro (Espaço SESC) e São Paulo (SESC Consolação), o espetáculo PLANO SOBRE QUEDA, do AREAS Coletivo de Arte, chega a Curitiba para duas apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de novembro, às 19h, no Teatro SESI Portão. A peça “alcança um equilíbrio inusitado entre a banalidade do cotidiano e as experiências mais radicais com a forma dramática”, afirma Luiz Fernando Ramos em crítica publicada no Jornal Folha de São Paulo (12 de julho de 2015). Dirigidos por Miwa Yanagizawa, os atores Camila Márdila (premiada no Festival de Cinema de Sundance 2015 por sua atuação em Que horas ela volta?, de Anna Muylaert), Liliane Rovaris e Breno Nina dão vida ao texto de Emanuel Aragão.

A montagem circula pelo Paraná (com o apoio do SESI - PR) e Santa Catarina, contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz – 2015.

PLANO SOBRE QUEDA narra a história de Cléo e Antônio. Cléo acaba de descobrir que vai morrer e, a caminho de casa, se aproxima de Isabela, garçonete que serve seu café todas as manhãs, e que passa a fazer parte da rotina dela e do marido. Na tentativa de contar a alguém de sua morte iminente, Cléo resolve propor ao marido e à amiga que esta a substitua em sua ausência.

Minha vida sem mim
O espetáculo surgiu a partir do desejo das atrizes Camila e Liliane trabalharem novamente em um mesmo espetáculo. A dupla esteve junta no palco em NADA – uma peça para Manoel de Barros, com direção de Adriano e Fernando Guimarães em parceria com Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Emanuel Aragão. Elas encontraram em uma cena do filme produzido por Almodóvar 'Minha Vida sem Mim' (dirigido por Isabel Coixet e protagonizado por Mark Ruffalo) uma ideia inicial que as permitiria contracenar novamente.

“A peça busca entender como aquelas três pessoas que o público vê em cena chegaram até ali, fazendo um paralelo da nossa relação com o outro, além do eterno duelo entre a vida e a morte. Quais foram os pontos determinantes e irreversíveis? Onde, como e por que os afetos se deram dessa maneira? O que foi dito e o que esquecemos de dizer? Entre reflexões, narrativas e cenas que buscam entender os pontos nevrálgicos e determinantes no percurso de cada um, os encontros se confundem em tempo e espaço que fogem ao suposto controle da situação, gerando um campo de tensões entre o confiável e o duvidoso, a estabilidade e o desconhecido”, explica Camila.

O AREAS Coletivo de Arte foi fundado em 2012 por Miwa Yanagizawa, Liliane Rovaris e Maria Silvia Siqueira Campos a partir do espetáculo “Breu”, de Pedro Brício. “Breu” ganhou melhor espetáculo, direção e luz no Prêmio Questão de Crítica, prêmio de melhor cenário pela APTR e teve indicação de melhor atriz pelo Prêmio Shell.

Em setembro de 2012, o AREAS realizou o espetáculo-poesia “Minha vida está em meus versos” a partir dos poemas de Wislawa Szymborska, na Livraria da Vila em SP. Em 2013, Camila Márdila se juntou ao coletivo após trabalhar com Liliane e Miwa no espetáculo “NADA – uma peça para Manoel de Barros” com direção de Miwa, Adriano e Fernando Guimarães. O espetáculo ganhou o Prêmio Questão de Crítica na categoria melhor elenco.

Também faz parte do trabalho e pesquisa do coletivo, a oficina Estudo para o ator: a Escuta, idealizada por Camila e Miwa, que é realizada periodicamente desde 2013. Já em sua 14a edição, entre novas turmas, continuidades e formato workshop em diferentes estados do Brasil, a oficina foi incluída em processos de criação de grupos como XIX e Kunyn, ambos de São Paulo.

Em setembro de 2014 foi apresentado o estudo cênico “Planta baixa”, parte do processo de um mês de experimentações da oficina Escuta na Casa da Glória (RJ). Ainda no mesmo ano, o AREAS realizou o vídeo-ensaio “Essa rua vai dar no mar” (criação de Miwa e Alonso Zerbinato para o Festival Atos de Fala no Oi Futuro-RJ) e participou do projeto Arte e Autoritarismo em Cena do Espaço Sesc com a leitura de "Liberdade, Liberdade", de Millor Fernandes e Flávio Rangel, feita por componentes da Cia Código de Artes Cênicas sob direção de Miwa, seguida de debate com a presença de Silvio Tendler.

Em novembro de 2014, estreou o seu terceiro trabalho, o espetáculo PLANO SOBRE QUEDA com texto de Emanuel Aragão e direção de Miwa Yanagizawa, com Camila Márdila, Liliane Rovaris e Breno Nina no elenco, cumprindo temporada no ESPAÇO SESC em Copacabana no Rio de Janeiro. Em 2015, no mês de julho, fez uma temporada de cinco semanas no SESC Consolação, em São Paulo, em novembro do mesmo ano fez parte da programação de inauguração do Centro Compartilhado de Criação, também em São Paulo, e em dezembro participou do XI Festival de Teatro de Fortaleza. Em 2016 fez parte da programação do SESC Campinas.

Atualmente o coletivo possui atividades periódicas nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, onde residem seus principais integrantes, e prepara-se para realizar a circulação do espetáculo “PLANO SOBRE QUEDA” através do Prêmio Myriam Muniz de Teatro em cidades dos estados do Paraná e Santa Catarina.

Com importantes trabalhos anteriores no panorama cultural brasileiro, essas profissionais se reuniram em coletivo com o propósito de fomentar culturalmente o país de forma mais ampla, criando um intercâmbio cada vez maior entre as áreas da sociedade, com principal interesse nos indivíduos, em seus afetos, suas histórias, atuações políticas e modificações.

SINOPSE:
Cléo e Antônio sempre foram um casal. Ela acaba de descobrir que vai morrer antes do tempo. A caminho de casa, se aproxima de Isabela, garçonete que serve seu café todas as manhãs, e que passa a fazer parte da rotina dos dois. Na tentativa de contar a alguém de sua morte iminente, Cléo resolve propor ao marido e à amiga que esta a substitua em sua ausência.

FICHA TÉCNICA
Texto Emanuel Aragão | Direção Miwa Yanagizawa |Elenco Camila Márdila, Liliane Rovaris e Breno Nina | Assistência de direção Catarina Dall’Orto | Cenário Miwa Yanagizawa | Iluminação Vitor Emanuel | Figurino Liliane Rovaris e Camila Márdila | Operação de Som e Projeções Pedro Yudi | Operação de Luz Gabriela Araújo | Comunicação Visual Felipe Gallarza | Fotos Bruno Mello, Cláudia Elias, Alexandre Nunis, Diego Garcia e Leekyung Kim | Direção de Produção Martina Gallarza | Produção Executiva Laura Severo | Produção Roda de Criação | Realização AREAS Coletivo de Arte Produção Local no Paraná Rumo Empreendimentos Culturais (Diego Marchioro) | Assessoria de Imprensa Fernando de Proença | Duração do Espetáculo 80 minutos | Classificação Indicativa 14 anos.

SERVIÇO:
Plano Sobre Queda
Espetáculo do AREAS Coletivo de Arte
Dias 25 e 26 de novembro, sexta-feira e sábado.
Teatro SESI Portão
Entrada Gratuita – Retirada com 1 hora de antecedência na bilheteria do teatro
Horário: 19h
Não recomendado para menores de 14 anos. Duração 80 min.
Endereço: Rua Padre Leonardo Nunes, 180 (Entrada pela rua lateral Álvaro Vardânega) /Portão, Curitiba
Telefone: (41) 3271 8469 / www.sesipr.org.br

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Fernando de Proença: 41 99996-5292

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

MOSTRA DOCUMENTACENA

A MALDITA RAÇA HUMANA

Evento reúne apresentações de peças curitibanas, oficina de crítica e dramaturgia e lançamentos de publicações de teatro.

Curitiba sedia, de 8 a 10 de novembro, a 1ª Mostra DocumentaCena, promovida pela DocumentaCena – Plataforma de Crítica, que propõe três dias de convívio entre artistas, críticos e espectadores, aproximando essas três perspectivas fundamentais para o acontecimento teatral. A programação, gratuita, inclui apresentações de peças teatrais de artistas da cidade, conversas com os grupos, uma oficina de crítica e dramaturgia, além do lançamento de publicações especializadas em teatro. Esses encontros são um aquecimento para envolver a cidade e críticos visitantes nas atividades do Idiomas – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro, que será realizado em seguida, de 11 a 13 de novembro, na CAIXA Cultural Curitiba.

O público poderá assistir a três espetáculos curitibanos que evidenciam distintas linguagens e gerações do teatro na cidade: “Ilíada – Canto XIII”, com direção de Octávio Camargo e performance da artista Katia Horn, no dia 08, às 19h30, no Teatro do SESI Portão; “Os Pálidos”, da CiaSenhas de Teatro, com direção de Sueli Araujo, no dia 09, às 19h30, na Sede da CiaSenhas de Teatro; e “A Maldita Raça Humana”, da Companhia Teatro de Breque, com direção de Nina Rosa Sá, no dia 10, também às 19h30, no Teatro SESI Portão. Após as apresentações, os grupos convidam os espectadores a conversar sobre os trabalhos.

A programação continua com uma oficina de crítica e dramaturgia intitulada “As mãos sujas de sangue”, ministrada por Jorge Louraço, crítico e dramaturgo português, de 8 a 10 de novembro, no Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França. Ele recebe pessoas interessadas na interlocução crítica sobre teatro para, a partir das teorias e de análises de exemplos práticos e exercícios de escrita, refletir sobre a relação entre a crítica e a dramaturgia, propondo a análise de cena a cena da peça “Macbeth”, de Shakespeare, além da reescrita de uma cena do espetáculo.

No dia 10 de novembro, às 16h, na Casa Selvática, acontece o lançamento da “Trema! Revista”, de Pernambuco, e do “Caixa de Pont[o] – Jornal de Teatro”, de Santa Catarina.

A curadoria da Mostra DocumentaCena é de Daniele Avila Small, fundadora e editora da revista eletrônica Questão de Crítica, e Luciana Romagnolli, fundadora e editora do site Horizonte da Cena. A mostra é a primeira realizada pela DocumentaCena – Plataforma de Crítica, coletivo formado pelo site Horizonte da Cena (Belo Horizonte/MG), pelo blog Satisfeita, Yolanda? (Recife/PE) e pela revista eletrônica Questão de Crítica (Rio de Janeiro/RJ), que atua desde 2013 em ações de intercâmbio entre críticos, jornalistas e pesquisadores de teatro de diferentes estados do Brasil.

A plataforma também idealiza, no mês de novembro, em Curitiba, o IDIOMAS – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro.

SOBRE AS PEÇAS:


Kátia Horn em Ilíada - Canto 13
ILÍADA – CANTO XIII
Grande mortandade feita pelos Troianos entre os Gregos. — Netuno comovido por este triste espetáculo vem em socorro dos navios Gregos. — O deus do mar desperta a coragem dos dois Ajax e dos outros combatentes. — Heitor por sua vez encoraja as suas falanges. — Teucro imola o Troiano Ímbrio — Feitos dos dois Ajax, que ferem a Heitor e o repelem para longe. — Netuno irritado pela morte de Anfimaco prepara aos Troianos novas calamidades. — O deus excita Idomeneu ao combate. — Idomeneu vai buscar em sua tenda Merion, seu fiel escudeiro, e com ele se dirige para a esquerda do exército. — Terrível peleja entre os Gregos e os Troianos. — Júpiter favorece aos Troianos, e Netuno protege os Gregos. — Idomeneu faz prodígios de valor. — Pende a vitória para o lado dos Gregos. — Heitor fica em seu posto inabalável. — Os dois Ajax avançam com seu exército ao encontro do herói Troiano. — A conselho de Polidamas, Heitor reúne todos os guerreiros, e dirige a Páris amargas censuras. — Páris defende-se das acusações. — Os dois irmãos lançam-se à peleja e pretendem levar a perturbação ao centro dos Gregos. — Ajax, certo por um feliz presságio, recomeça o combate. — Horríveis clamores que se elevam de todas as partes.

Ficha Técnica
Direção: Octavio Camargo | Elenco: Katia Horn| Iluminação: Beto Bruel | Assistência, desenho de mapa e execução de luz: Daniele Regis | Cenografia: Eneas Lour | Figurino: Ricardo Garanhani | Captação de áudio: Filipe Castro | Arte gráfica: Foca Cruz | Fotografia e documentação: Gilson Camargo| Tradução: Manoel Odorico Mendes | Realização: Ilíadohomero Companhia de Teatro
Duração: 65 minutos | Classificação: 12 anos



OS PÁLIDOS foto DE Elenize Dezgeniski

OS PÁLIDOS

Tendo como ponto de partida dois clássicos de Luis Buñuel: “O Anjo Exterminador” e “O Discreto Chame da Burguesia”, “Os Pálidos” reflexiona sobre estados de inércia, paralisação e anestesia em um ato urgente de pensar o mundo e a cena.

A peça, com texto e direção de Sueli Araujo, acontece em dois ambientes simultaneamente, dividindo a plateia e propondo um diálogo permanente com o público, recortando-o e sugerindo todo tipo de cisão. Em cena, ao invés de personagens tradicionais, os atores exploram vozes contraditórias, visões de mundo e formas de pensamento e conduta que tentam forjar uma atitude, construir um gesto que faça a diferença no mundo. Porem, são seres paralisados, medicados e em estado de absoluta suspensão. Em dissonância a este estado das coisas, a cena é revestida com diversos tipos de plantas, investindo na possibilidade de percepção da vida para além da quase morte e apatia das figuras da montagem.

Ao mesmo tempo em que o espetáculo aciona um tipo de humor desestabilizante e estabelece pontos de relação com o espectador, cria espaços de discussão sobre criação de condições de sobrevivência e de formas de estar junto. São situações em que um tipo de micropolítica está sugerida.

Ficha Técnica:
Dramaturgia e Direção: Sueli Araujo | Atuação: Anne Celli, Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo e Rafa di Lari | Cenário e Figurino: Paulo Vinícius | Designer de Som: Ary Giordani | Designer de Luz: Wagner Corrêa | Direção de Produção: Marcia Moraes | Produção Executiva: Edran Mariano | Assistente de Produção: Mariana Freitas | Designer Gráfico: Adriana Alegria | Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença | Fotos: Elenize Dezgeniski
Duração: 90 minutos | Classificação: 12 anos

A MALDITA RAÇA HUMANA
“A Maldita Raça Humana” é uma peça livremente inspirada no livro “Dicas Úteis para uma Vida Fútil" de autoria de Mark Twain. No espetáculo uma macaca vive confinada em um espaço que lembra uma cozinha.

Seu cotidiano é frequentemente alterado pela chegada de encomendas embaladas em caixas de papelão. A relação com cada um desses objetos recebidos revela um olhar crítico sobre a humanidade tecendo singelamente a trajetória da personagem.

Quem envia as encomendas que chegam constantemente? Que espaços se abrem para que estes objetos ocupem lugar? Quem são os seres que a observam através do buraco na parede?

“A Maldita Raça Humana” propõe uma reflexão sobre o homem e o nosso tempo a partir da obra de um notável pensador - uma figura singular que atravessou gerações e cujo discurso é extremamente atual. O inconformismo, o senso crítico e a radicalidade formal de Mark Twain foram fontes de inspiração na construção da dramaturgia. Nesse sentido, a peça desloca o olhar da plateia ao abrir mão da linguagem falada e investir na dramaturgia do gesto para potencializar os sentidos e contar uma história que pode ser lida de maneira distinta de acordo com o repertório de cada um dos espectadores.

Ficha Técnica:
Direção: Nina Rosa Sá | Elenco: Rodrigo Ferrarini, Pablito Kucarz e Gabriel Gorosito | Luz: Nadja Naira | Sonoplastia: Marcelo Torrone | Cenário: Paulo Vinícius | Direção de Movimento: Carmem Jorge | Figurinos: Maureen Miranda | Direção de Produção: Michele Menezes | Dramaturgia: Criação Coletiva
Duração: 65 minutos | Classificação: Livre

SERVIÇO:
MOSTRA DOCUMENTACENA


Jorge Louraço
DE 8 A 10 DE NOVEMBRO DE 2016
“AS MÃOS SUJAS DE SANGUE”
Oficina de Crítica e Dramaturgia com Jorge Louraço (PT)
CENTRO CULTURAL SESI HEITOR STOCKLER DE FRANÇA
(Av. Marechal Floriano Peixoto, 458 - centro de Curitiba)
das 10h às 13h
ENTRADA FRANCA via inscrição através do email: sesicultura.hsf@sesipr.org.br
(enviar uma biografia de 5 linhas)

8 DE NOVEMBRO DE 2016
ILÍADA - CANTO XIII
TEATRO SESI PORTÃO
(R. Padre Leonardo Nunes, 180 - Portão, Curitiba – PR)
às 19h30
ENTRADA FRANCA

9 DE NOVEMBRO DE 2016
OS PÁLIDOS
SEDE DA CIASENHAS DE TEATRO
(R. São Francisco, 35 - centro)
às 19h30
ENTRADA FRANCA

10 DE NOVEMBRO DE 2016
A MALDITA RAÇA HUMANA
TEATRO SESI PORTÃO
(R. Padre Leonardo Nunes, 180 - Portão, Curitiba – PR)
às 19h30
ENTRADA FRANCA

LANÇAMENTO DA “TREMA! REVISTA” E DO “CAIXA DE PONT[O] – JORNAL DE TEATRO”
CASA SELVÁTICA
(R. Nunes Machado, 950 - Rebouças, Curitiba – PR)
às 16h00
ENTRADA FRANCA

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES: Fernando de Proença: 41. 99965292


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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

TEATRO SESI PORTÃO REABRE EM SETEMBRO COM PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS


Dois espetáculos garantem a diversão dos pequenos com entrada beneficente, revertida para Centro de Educação João Paulo II

Em setembro, a programação do Teatro Sesi Portão é totalmente dedicada às crianças. No dia 17 de setembro, às 16h, tem apresentação de teatro infantil, com a peça “Estórias que vem debaixo da cama”.

No espetáculo, as atrizes Ludmilla Nascarella e Mariana Zanette, que também assina a direção do espetáculo, contam a história de Uma e Outra, que se reúnem todos os dias para brincar depois da aula. Mas, nesse dia, Outra chega muito triste por conta da briga que seu primo teve com a mãe. Uma tenta animá-la e elas acabam brincando de teatro, tentando resolver o problema do primo. Em meio à brincadeira, resolvem interpretar os tipos de mães que poderiam ser interessantes e, a partir dos estereótipos, percebem que a mãe possível precisa de um filho também possível. E peça conta com texto e sonoplastia do Coletivo de Mães e Gladson Targa como operador de som.

Já no dia 24, sábado, também às 16h, as crianças vão se encantar com o musical infantil “Concerto Regional – O Brasil de Norte a Sul através da Cultura Popular”. Sob direção musical e produção de Marcela Zanette, que também toca flautas, o concerto narra a trajetória de Florisbela, uma professora de artes que acaba de chegar de uma expedição sonora pelo Brasil. O material da viagem sobre cultura popular é mostrado a partir de instrumentos diferentes e arranjos contemporâneos. Com Evandro Cardoso (gaita ponto), Lucas Melo (violão) e Gui Miúdo (percussão), o espetáculo é resultado de um estudo de artistas e músicos sobre a origem da música brasileira e visa ampliar o olhar e a perspectiva sobre a sociedade e seus costumes, valorizando as diferenças culturais. A montagem ainda conta com cenário de Aorélio Domingues, Iluminação de Wagner Correia, fotografia de Simone Tristão, arranjos de Marcela Zanette, Evandro Cardoso, Lucas Melo, Audryn Souza, Carla Zago, Daniel Magliavacca e Luis Otávio Almeida.

O teatro reabre depois da Unidade do Sesi Portão passar por reformas. Para comemorar sua reabertura com programação infantil, o Teatro também faz uma breve ação social focada nas crianças, destinando leite em pó e óleo de cozinha arrecadados como ingressos para o Centro de Educação João Paulo II, de Piraquara.

SERVIÇO:



Teatro infantil: Estórias que vem debaixo da cama

Data: 17 de setembro, sábado
Horário: 16h
Local: Teatro Sesi Portão – Rua Padre Leonardo Nunes, 180 – Portão – Curitiba/Pr.
Informações: (41) 3271-8450
Entrada: uma lata ou pacote de leite em pó – revertidas para Centro de Educação João Paulo II.

Musical infantil - Concerto Regional - O Brasil de Norte a Sul através da Cultura Popular
Data: 24 de setembro, sábado
Horário: 16h
Local: Teatro Sesi Portão – Rua Padre Leonardo Nunes, 180 – Portão – Curitiba/Pr.
Informações: (41) 3271-8450Entrada: um litro de óleo de cozinha – revertidos para Centro de Educação João Paulo II.


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