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quarta-feira, 17 de maio de 2017

OUVE-ME COM O TEU CORPO INTEIRO



Figurino e Cena

apresenta:
OUVE-ME COM O TEU CORPO INTEIRO

O Teatro Novelas Curitibanas recebe, a partir do dia 1 de junho, a nova montagem da Figurino e Cena: “Ouve-me com o teu corpo inteiro”. A peça fica em cartaz até o dia 25 de junho, de quinta a domingo às 20h, com sessão dupla aos sábados, às 18h, sempre com entrada franca.

Uma criação de Paulo Vinícius com trilha sonora e arranjos musicais de Junior Pereira, “Ouve-me com o teu corpo inteiro” partiu do desejo de revisitar e reelaborar a peça homônima criada pela Figurino e Cena, em 2014.

Três diretores/provocadores foram convidados a repensar o formato e as estratégias de criação da primeira montagem e a expandi-la: Márcio Mattana, Olga Nenevê e Sueli Araujo se uniram a Paulo Vinícius em um procedimento inédito de trabalho para todos. Juntos, reelaboraram a cena e suas especificidades em um trabalho que se realiza, sobretudo, na ação presente.

Em “Ouve-me com o teu corpo inteiro”, Paulo Vinicius dá vazão às questões de um homem contemporâneo, em uma estrutura não linear, onde os endereçamentos do discurso se dão em três tempos distintos. A peça é sobre um homem e seu pedido de desculpas. Se estrutura a partir de referências biográficas aliadas a uma esfera ficcional.

Em cena, Junior Pereira realiza música ao vivo e Wagner Corrêa opera a luz. Junto de Paulo Vinícius, instauram questões sobre o amor e suas dissonâncias. Ouve-me com teu corpo inteiro é sobre relação e endereçamento. A plateia está incluída nesse jogo de afetos. Ninguém está imune.

Esse projeto é realizado através do Programa de apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo de Apolar, Grupo Noster e Celepar.

SOBRE FIGURINO E CENA
Resultante dos trabalhos do diretor artístico Paulo Vinícius, a produtora dedica-se desde Outubro de 2008 na realização de eventos, oficinas, cursos, exposições e espetáculos. A Figurino e Cena Produções Artísticas atua no teatro curitibano desde 2008 com trabalhos de figurino e cenografia, realizados por Paulo Vinícius, artista responsável por inúmeros trabalhos de importantes diretores e companhias da cidade. Desde 2010, a proposta da FIGURINO E CENA é formar diferentes coletivos criativos, específicos para cada novo trabalho, ou seja, em cada projeto uma nova equipe é formada para dialogar com as proposições artísticas de Paulo Vinícius. Em 2010 a FIGURINO E CENA produz, em parceria com a Academia de Artes Cênicas Cena Hum, o espetáculo MENTIRA! com dramaturgia de Alexandre França, direção e figurino de Paulo Vinícius (Prêmio Gralha Azul de melhor figurino em 2010). Em 2012 é produzido o espetáculo infantil DE VOLTA AO COMEÇO (Prêmio Gralha Azul de Melhor Figurino e indicação em mais três categorias, Melhor Espetáculo Infantil, Melhor Direção de Espetáculo Infantil e Melhor Trilha Sonora em 2012). Entre os trabalhos anteriores está a exposição virtual SAPATARIA ROCOCÓ, um trabalho de composição em figurino, de Paulo Vinícius em parceria com outros artistas. O trabalho pode ser visitado no endereço sapatariarococo.blogspot.com.br. No ano de 2014 são produzidos quatro espetáculos; LEAR, OUVE-ME COM TEU CORPO INTEIRO (primeira versão), o infantil BIMBO e o musical MORADA. Estes e outros trabalhos, registrados em fotos e croquis, estão disponíveis no portfólio da produtora no endereço www.figurinoecena.ato.br

FICHA TÉCNICA
Diretores provocadores: Olga Nenevê, Márcio Mattana e Sueli Araújo
Intérprete Criador: Paulo Vinícius
Músico atuante e arranjador: Junior Pereira
Desenho de luz: Wagner Corrêa
Figurinista: Eduardo Giacomini
Cenógrafo: Paulo Vinícius
Fotografias: Elenize Dezgeniski
Vídeos e projeções: Alan Raffo
Designer Gráfico: Adriana Alegria
Operação de vídeos: Victor Dias
Assessoria de imprensa: Fernando de Proença
Realização e Produção: Figurino e Cena Produções Artísticas


SERVIÇO

De 01 a 25 de Junho de 2017
De Quinta a Domingo às 20h – Sessões extras aos sábados às 18h
Teatro Novelas Curitibanas – Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 -São Francisco, Curitiba
Informações: Teatro (41) 3321-3358
Produção: (41) 99665-3543

AGENDAMENTO DE ENTREVISTA E MAIS INFORMAÇÕES
Fernando de Proença : 41. 999965292 


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sábado, 15 de abril de 2017

9ª MOSTRA CENA BREVE CURITIBA – a linguagem dos grupos de teatro

Mamulengo / foto: Leo Bardo
Curitiba recebe, após quatro anos de lacuna, a 9ª Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro. As ações que compõe a Mostra acontecem de 27 de abril a 1 de maio, com entrada a preços populares.

A Mostra Cena Breve iniciou sua trajetória em 2005 com o objetivo de reunir grupos que desenvolvem um trabalho de pesquisa e experimentação teatral. E se consolidou como um espaço que mobiliza artistas em diversos agrupamentos criativos, cujo objetivo principal é compartilhar com o espectador suas inquietações poéticas em formatos curtos.

Para sua 9ª edição, a Mostra apostou em um eixo curatorial que privilegia a diversidade de coletivos artísticos e a fricção entre linguagens. A cada dia são apresentadas quatro cenas de 15’ cada, intercaladas por entreatos comandados pela atriz Jussara Batista.

Em quatro dias, 16 cenas ocuparão o Teatro Zé Maria. Centenas de artistas estarão reunidos para compartilhá-las com o público. Para a edição de 2017, foram selecionados, dentre 127 projetos, os seguintes grupos: Súbita Companhia de Teatro (PR), Artista Bacana (RJ), Espaço Cênico (PR), Emcômodo Teatral (PR), Selvática Ações Artísticas (PR), Fernando de Proença e Renata Roel (PR), P.U.T.O (PR), As Bacurinhas (MG), Setra Companhia de Teatro (PR), Grupo Obragem de Teatro (PR), Cia Errante (DF), Mamulengos de Mameluri (PR), Companhia Transitória (PR), ERRO Grupo (SC), Grupo Teatral (E)xperiência Subterrânea (SC) e Princesa Ricardo (Marinelli) (PR).

Além das cenas, de 28 de abril a 01 de maio, na Sede da CiaSenhas de Teatro, haverá o “Papo Aberto”, espaço de encontro e de reflexão sobre as cenas apresentadas e as demandas do fazer teatral. Esses encontros terão a mediação de Anne Celli (PR), Fernando Villar (DF) e Natália Soldera (RS/PR). Ainda como parte das reverberações das cenas da Mostra, o crítico Valmir Santos (SP) contribuirá com textos e comentários reflexivos postados no blog mostracenabreve.blogspot.com

Com o desejo de promover diferentes trocas, encontros e cruzamentos, estará instalado no Teatro Zé Maria, durante os quatro dias de apresentações, a partir das 18h00, o bar Boteco das Vedetes, comandado pela Selvática Ações Artísticas. E, após as apresentações, o ponto de encontro será na Casa da Flor Bistrô.

O Bocas Malditas vai comandar, no dia 29 de abril, um encontro com os artistas participantes da Mostra, para ampliar discussões sobre arte e teatro, afim de, em convívio, estabelecer um lugar de fala e de troca. A iniciativa é do site Bocas Malditas.

A Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro, realizou 8 edições ininterruptas de 2005 a 2012. Nestes 8 anos de existência, a Mostra apresentou 110 trabalhos de Grupos de teatro de 9 estados (PR, SC, RS, SP, RJ, MG, BA, DF, PA), totalizando 184 apresentações em Curitiba e cidades paranaenses. De 2013 a 2016 a Mostra não foi realizada por falta de patrocínio.

A cada nova edição, a Mostra revela seu potencial e sua importância na esfera das artes cênicas, pela mobilização dos grupos participantes e adesão do público. Estes aspectos contribuem para reforçar a sua inserção na cidade como ação propositiva de formação de plateia e espaço para criação artística.

O projeto 9ª Mostra Cena Breve Curitiba é realizado com o incentivo da CAIXA, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.


Das tripas coração. Foto Marcio Vasconcelos
MOSTRA CENA BREVE CURITIBA

Teatro Zé Maria
De 27 a 30/04, às 20h00
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia entrada)

DIA 27/04/17 - QUINTA-FEIRA

CENA: Con La Carmen no te metas
Súbita Companhia de Teatro - PR

CENA: Olhei para todos os lados e não vi Deus
Artista Bacana - RJ

CENA: Para não morrer
Espaço Cênico - PR

CENA: Assembleia Geral
Emcômodo Teatral - PR

DIA 28/04/17 - SEXTA-FEIRA

CENA: Betelgeuse
Selvática Ações Artísticas - PR

CENA: Irrefreável
Fernando de Proença e Renata Roel - PR

CENA: Pour Poor Andy
P.U.T.O - PR

CENA: Calor na Bacurinha
As Bacurinhas - MG

DIA 29/04/17 - SÁBADO

CENA: A Pequena Sereia
Setra Companhia de Teatro - PR

CENA: Passio – 15’ Antes
Grupo Obragem de Teatro - PR

CENA: Pós-Frango
Cia Errante – DF

CENA: Outros Sobreviventes
Mamulengos de Mameluri - PR

DIA 30/04/17 - DOMINGO

CENA: Que bom que você entendeu que estou tão perdida quanto você
Companhia Transitória - PR

CENA: Exercícios para dias de chuva – conversa mamífera
ERRO Grupo - SC

CENA: La Belle Merde
Grupo Teatral (E)xperiência Subterrânea - SC

CENA: Das tripas coração
Princesa Ricardo (Marinelli) – PR

ENTREATOS
Com a atriz Jussara Batista

PAPO ABERTO
Na CiaSenhas de Teatro
28/04 a 01/05 às 10:30h
Com mediação de Anne Celli (PR), Fernando Villar (DF) e Natália Soldera (RS/PR)

BLOG
Participe da Mostra através do mostracenabreve.blogspot.com
Com comentários de Valmir Santos (SP)

PONTOS DE ENCONTRO
Boteco das Vedetes – 26 a 30/04 a partir das 18h no Teatro Zé Maria

Casa da Flor Bistrô - 27 a 30/04 a partir das 22h

PROGRAMAÇÃO COMPLETA NO SITE:
www.cenabrevecuritiba.com

Olhei Todos Lados / foto: Daniel Ribeiro

SERVIÇO:

Cenas

De 27 a 30/04 às 20h
Teatro Zé Maria
(Rua Treze de Maio, 655)
R$ 10,00 e 5,00
Classificação indicativa: 18anos
Informações: 3222-0355
Capacidade do teatro: 177 lugares

Papo-aberto
De 28/04 a 01/05 às 10:30h
CiaSenhas de Teatro
(Rua São Francisco, 35)
Entrada franca
Informações: 3222-0355

Pontos de Encontro
*Boteco das Vedetes – 26 a 30/04 a partir das 18h
Fundos do Zé Maria – (Rua Treze de Maio, 655)
*Casa da Flor Bistrô - 27 a 30/04 a partir das 22h
(Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1227, Curitiba)

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES: Fernando de Proença (41) 99996.5292 / fernandodproenca@gmail.com

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segunda-feira, 27 de março de 2017

ENTRETANTAS CONEXÃO EM DANÇA APRESENTA: PÃO COM LINGUIÇA

Pão com linguiça / foto: Paulinha Kozlowski
Entretantas Conexão em Dança Apresenta: PÃO COM LINGUIÇA

Curitiba recebe, a partir do dia 9 de abril, o mais novo trabalho da Entretantas Conexão em Dança: Pão com Linguiça. A peça se apresenta no Teatro José Maria Santos, com entrada franca e na Cia dos Palhaços, com entrada a preços populares.

O trabalho teve seu início com as seguintes questões lançadas a 32 pessoas, por e-mail: Com qual música você morreria de amor? Com qual musica você atravessaria um luto? Com qual música você sobreviveria a um golpe?

Todas essas músicas/respostas provocaram a criação do trabalho. Da Banda Calypso à Nina Simone, enterram-se amores e esfaqueia-se o espaço.

A peça, que tem em cena os artistas: Gládis Tridapalli, Ronie Rodrigues, Claudinho Castro e Dalvinha Brandão, instaura ORDEM E PROGRESSO e evoca alegria e luto. O humor, questão trabalhada pelo coletivo, se dá no corpo que dança e na relação com público.

Pão com Linguiça é carnavalização e desbunde. É um convite para morrer de amor, sobreviver a um golpe e comer linguiça. Se o corpo do bailarino é um campo de batalha, ele é também um bordel, uma festa, um circo de horrores.

Além do processo de criação e 10 apresentações do trabalho, o projeto propõe ações voltadas ao público, como residências, um bate-papo e conta com a colaboração dos artistas: Wagner Schwuartz, Cinthia Kunifas, Luana Navarro, Camila Jorge, Ariadne Lipinski, Má Ribeiro.

Este é o décimo trabalho do coletivo.

Pão com Linguiça foi contemplado com o Prêmio FUNARTE Klauss Vianna de Dança 2015/2016 – gestão Dilma Rousseff

SOBRE
ENTRATANTAS CONEXÕES EM DANÇA
A Entretantas Conexão em Dança é um coletivo curitibano criado em 2008. Tem como artistas co-fundadores Gladis Tridapalli, Ludmila Aguiar, Mabile Borsatto, Raquel Bombieri e Ronie Rodrigues. Entre os principais trabalhos apresentados no Brasil e no exterior estão: De Maçãs e Cigarros, Samambaia: prima da Monalisa, Próximas Distâncias, Swingnificado, Cachaça sem rótulo e Nosso lindo balão azul.

PÃO COM LINGUIÇA
Ficha técnica:
Criação e Performance Gladis Triadapalli e Ronie Rodrigues
Participação Especial Claudinho Castro e Dalvinha Brandão
Colaboradores Artísticos Cinthia Kunifas, Luana Navarro e Wagner Schwartz
Criação sonora: Gustavo Bittencourt
Iluminação Erica Takahashi
Consultoria de Figurino Luciana Navarro
Designer Gráfico Ulisses Sato
Aulas Provocadoras Ariadne Lipinski, Giorgia Conceição, Camila Jorge, Má Ribeiro e Janaína Matter
Fotografia Paulinha Kozlowski
Assessoria de imprensa: Fernando de Proença
Realização Entretantas Conexão em dança

SERVIÇO:
PÃO COM LINGUIÇA
TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS (Rua Treze de Maio, 655 - centro de Curitiba)
Dias: 09/4 (domingo) às 19 horas
(dentro da Programação da II Curitiba Mostra – Festival de Curitiba)
11/4 (terça feira) – às 20 horas
12/4 (quarta feira) 20 horas
18/4 (terça) – às 20 horas
20/4 (quinta) - às 20 horas
22/4 (sábado) - às 20 horas

ENTRADA FRANCA – 30 pessoas por sessão (retirar o ingresso 1 hora antes na bilheteria do Teatro) 


CIA DOS PALHAÇOS
(Al. Princesa Izabel, 465, centro de Curitiba)
15/4 (sábado) às 20 horas
Entrada R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia) – 30 pessoas por sessão

FAP – FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ
Dias 26, 27 e 28 de abril (quarta, quinta e sexta)
(dentro do Projeto Social FAP)
Duração 45 minutos
Classificação etária 16 anos

AGENDAMENTO DE ENTREVISTA E MAIS INFORMAÇÕES:
Fernando de Proença (41) 9 99965292 


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quinta-feira, 9 de março de 2017

AÇÕES LOVLOVLOV

foto: Elenize Dezgeniski

S
esi- PR apresenta AÇÕES LOVLOVLOV

além de peça dirigida por Isabel Teixeira, projeto promove ações formativas no Festival de Curitiba

Depois de uma longa temporada em Curitiba e de se apresentar no FIT (Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto), LOVLOVLOV – peça única dividida em cinco choques, retorna a Curitiba para 8 apresentações gratuitas, a partir do dia 29 de março, dentro do projeto “Ações LOVLOVLOV” que integra o Festival de Curitiba.

Além da peça, a Mostra oferece 4 oficinas sobre processo de criação da cena. Beto Bruel, Edith de Camargo, Isabel Teixeira e Fernando de Proença, Diego Marchioro e Cindy Napoli realizarão, entre prática e teoria, encontros que pensam a cena e sua construção a partir da experiência vivida na criação do trabalho, além de um diálogo com a equipe sobre processo de criação. A participação é gratuita e as inscrições devem ser feitas através do site www.rumoempreendimentosculturais.com

As apresentações e oficinas, uma realização do SESI-PR, acontecerão no Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França, com entrada franca.

LOVLOVLOV
, uma peça única dividida em cinco choques, partiu de um estudo minucioso da vida e das cartas de amor de Carmen Miranda, ícone de um país por mais de meio século. Para além de seu talento nato e sua voz única, Carmen foi exposta em sua época como produto Made in Brazil. Relida e revisitada anos mais tarde pelos tropicalistas, ainda permanece como espelho e referência de um país que volta a tatear suas raízes e identidades em meio à escuridão que assola os dias atuais.

Num mundo onde a manipulação se esconde para além do que é visível, uma figura emblemática é exposta numa espécie de cabine/vitrine. Dois atores dividem um espaço bipartido (o público tem que escolher de que lado vai ficar, A ou B) e realizam o mesmo texto na boca de um mesmo personagem.

No Museu de Cera dos Carnes (a vitrine), dois atores, Carne 1 e Carne 2 (duas vozes para uma mesma figura), estão constantemente expostos. Na vitrine do que é criado para o consumo, os Carnes mergulham numa viagem humana e pessoal: sofrem por um amor não correspondido e transitam por diversas paisagens e patologias da paixão. Ainda há o fio do amor na confinação a que nos reduz o mundo atual, paradoxalmente globalizado? Ainda é possível sentir por conta própria? Manipulados, esquecidos, explorados, expostos, os Carnes esperam uma resposta.

LOVLOVLOV é uma peça de amor e terror.

[CORPO CRIATIVO]


dramaturgia ISABEL TEIXEIRA DIEGO MARCHIORO E FERNANDO DE PROENÇA.
direção ISABEL TEIXEIRA
elenco DIEGO MARCHIORO E FERNANDO DE PROENÇA
sonoplastia e música ao vivo EDITH DE CAMARGO.
música original NÁ OZZETTI.
arranjos e guitarras em “I Say Money I Say Mens” (Ná Ozzetti) Adeus Batucada (Silval Silva) KIKO DINUCCI
vozes em off ALICE RUIZ, CHRISTIANE DE MACEDO, CLAUDETE PEREIRA JORGE, DANILO GRANGHEIA, GEORGETTE FADEL, JOANA LOUÇÃ, MARTINA GALLARZA, SIMONE SPOLADORE, ZÉLIA DUNCAN
iluminação BETO BRUEL.
cenário e figurino PAULO VINÍCIUS.
direção de produção DIEGO MARCHIORO e CINDY NAPOLI – RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS

Realização SESI PR


SERVIÇO:
AÇÕES LOVLOVLOV
LOVLOVLOV – PEÇA ÚNICA DIVIDIDA EM CINCO CHOQUES
Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França
(Av. Marechal Floriano Peixoto, 458, centro de Curitiba. Fone: 41 3322-2111)
Página do evento no faceboo, aqui

29/03 às 19h00
30/03 às 17h00 e às 19h00
03, 04 e 05/04 às 19h00
06/04 às 17h00 e às 19h00
*******Bate-papo com os criadores após apresentação.
Dia 05/04: às 20h00
ENTRADA FRANCA
(retirada dos ingressos, no local, 1 hora antes da apresentação)

OFICINAS
Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França
(Av. Marechal Floriano Peixoto, 458, centro de Curitiba. Fone: 41 3322-2111)

Oficina de Iluminação com Beto Bruel
Quinta – 23/03: 14 às 18h00

Oficina de Produção, com Diego Marchioro e Cindy Napoli
Sexta – 31/03: 14 às 18h00

Oficina de Som, criação autoral e sonoplastia com Edith de Camargo
Terça – 04/04: 14 às 18h00

Oficina de Dramaturgia com Isabel Teixeira e Fernando de Proença -
“A escrita na cena“
Sexta e Sábado – 07 e 08/04: 14h00 às 18h00

TODAS AS OFICINAS SÃO GRATUITAS

Inscrições através do site: www.rumoempreeendimentosculturais.com

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS: Fernando de Proença / 41. 9 99965292

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terça-feira, 7 de março de 2017

ÁGUA VIVA CONCENTRADO ARTÍSTICO APRESENTA BIMOBABA

Bimobaba foto de Mariama Lopes
A peça de dança contemporânea BIMOBABA, criação da artista Bia Figueiredo, apresenta-se na Casa do Damaceno, a partir do dia 15 de março, realizando 5 sessões gratuitas e abertas ao público.

BIMOBABA é um exercício artístico de um corpo feminista. A peça surgiu das práticas e discussões vivenciadas por Bia Figueiredo, em residências artísticas, desde 2014. Aliada aos estudos de Judith Butler e Jussara Setenta, usa como dispositivo de criação a ideia de performatividade.

Com colaboração de Michelle Moura na construção coreográfica, a peça parte de questões ligadas ao grotesco feminino e da investigação de possiblidades no corpo da artista, relacionadas sobretudo à exploração da saliva e dos pelos. Abrem-se infinitas possibilidades de comunicação com o espectador, afim de aguçar e diluir projeções sobre o corpo feminino.

Além da peça, BIMOBABA se ramifica em diversas ações com o desejo de circular dança em diferentes suportes. Para isso estão programadas 4 ações performativas na rua, com colaboração de Ricardx Nolasco, na Rua Cruz Machado e Camila Jorge, na Rua Saldanha Marinho; lançamento do flipbook “Bimobaba” criado por Jessica Luz, com distribuição gratuita; um texto crítico que desdobra a cena, escrito por Francisco Mallmann e uma oficina intitulada "Imagem e movimento: Faça você mesmo", ministrada por Bia Figueiredo.

Todas as ações processuais e seus desdobramentos estão documentadas no www.bimobaba.tumblr.com.

BIMOBABA foi contemplado pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna - 2015

FICHA TÉCNICA:

Criação e Performance: Bia Figueiredo
Provocadora: Michelle Moura
Provocadores das ações na rua: Camila Jorge e Ricardx Nolasco
Criação e Projeto Gráfico Flipbook: Jessica Luz
Figurino: Cali Ossani
Iluminação: Erica Mityko
Som: Luciano Faccini
Escritas: Francisco Mallmann
Fotografia: Mariama Lopes
Vídeo: Gustavo Pinheiro
Design Gráfico: Paula Ariana Calory
Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença
Assistência de Produção: Félix Varejão
Produção: Priscila de Morais/Diversa Produções
Realização: Água Viva Concentrado Artístico

SERVIÇO:
Bimobaba
Quando: 15 a 19 de março (quarta a sábado 20h e domingo 19h)
Onde: Casa do Damaceno (Rua Treze de Maio, 991 | São Francisco)
Quanto: entrada franca
Duração: 40 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
****Dia 15/03 haverá o lançamento do flipbook "Bimobaba" com distribuição gratuita durante a temporada

Ações performativas na rua:

12 e 19 de abril às 15h.
Rua Saldanha Marinho, ao lado da Catedral de Curitiba
Provocação: Camila Jorge

26 de abril e 3 de Maio às 15h.
Rua Cruz Machado, Praça Santos Dumont
Provocação: Ricardx Nolasco

Oficina
"Imagem e movimento: Faça você mesmo" ministrada por Bia Figueiredo, informações e inscrições pelo email pridemorais@gmail.com

AGENDAMENTO DE ENTREVISTA E MAIORES INFORMAÇÕES:
Fernando de Proença
41 999965292
fernandodproenca@gmail.com


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

DELICADAS EMBALAGENS



E
m curta temporada, o espetáculo tem apresentações gratuitas na Sede da CiaSenhas de Teatro

Delicadas Embalagens, montagem de 2008 da CiaSenhas de Teatro, apresenta-se na Sede da CiaSenhas de Teatro, em seis sessões gratuitas, de 6 a 15 de fevereiro de 2017. Além de Curitiba, a peça circulará por cinco cidades da região metropolitana de Curitiba, através do projeto de “Circulação Delicadas Embalagens”, aprovado pelo PROFICE com incentivo da COPEL. O grupo também promove oficinas de formação de plateia, afim de fomentar a aproximação do público em geral com a linguagem do teatro contemporâneo.

Com texto e direção de Sueli Araujo, Delicadas Embalagens é o invólucro de humanidades expostas às perdas e aos excessos da vida contemporânea em que o afeto corre o risco de ser substituído por coisas.

A condução do espetáculo é feita por quatro atores que narram e vivenciam a intimidade e as perdas de uma família formada por pessoas muito jovens. São adolescentes que, trôpegos, educam suas duas filhas e tentam administrar, ao seu modo, uma vida adulta repleta de solicitações. São seres imersos em conflitos familiares.

A dramaturgia acentua diferentes ângulos sobre os fatos e desdobra tempo e espaço para revelar múltiplas percepções sobre pequenos detalhes do cotidiano. Em Delicadas Embalagens, os acontecimentos banais (apresentados sob os diferentes pontos de vista de cada um dos personagens) convidam o espectador a participar de um universo sensível repleto de pequenas surpresas. O resultado é uma narrativa ágil e envolvente que desde o início estabelece uma relação de cumplicidade com a plateia.

O espetáculo que estreou em 2008 no Teatro Novelas Curitibanas integra o repertório da companhia e já participou de diversos festivais nacionais. No Fringe/2009, de Curitiba, teve uma excelente repercussão e foi escolhido como um dos cinco melhores espetáculos da Mostra pelas equipe de críticos e jornalistas. Em 2012, fez parte da Mostra de Repertório da CiaSenhas de Teatro. Em 2014, o espetáculo realizou apresentações nas 09 regionais de Curitiba para alunos do ensino médio com ótima acolhida do público jovem. Em 2016, circulou pelos estados de Roraima e Amazonas através do Prêmio FUNARTE - Myriam Muniz de Teatro.

Em 2017, além de Curitiba, Delicadas Embalagens passará por Araucária, São José dos Pinhais, Colombo, Pinhais e Campo Largo. Em todas as cidades, será oferecida uma Oficina de Formação de Plateia para alunos do Ensino Médio de Escolas Públicas e EJAS – Ensino de jovens e adultos. As apresentações e oficinas serão gratuitas.

O projeto “Circulação Delicadas Embalagens” foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná-PROFICE/2015 com incentivo da COPEL.

SOBRE A CIASENHAS DE TEATRO

A CiaSenhas de Teatro (www.ciasenhas.art.br) é um núcleo artístico com 18 anos de atividades continuadas de pesquisa e criação teatral na cidade de Curitiba. Seus espetáculos procuram discutir poeticamente a realidade na qual estamos inseridos e o encontro com o público tem o objetivo de provocar sensivelmente uma discussão sobre alternativas estéticas e ideológicas para o teatro e para a sociedade.

FICHA TÉCNICA:
Texto e direção: Sueli Araujo
Atores: Anne Celli, Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo e Sueli Araujo
Direção de Movimento e Preparação Corporal: Cinthia Kunifas
Composição Musical e Sonoplastia: Ary Giordani e Luiz Otávio
Cenário: Alfredo Gomes
Figurino: Amabilis de Jesus
Iluminação: Wagner Corrêa
Direção de Produção e Maquiagem: Marcia Moraes
Produção Executiva: Edran Mariano
Assistência de Produção: Mariana Freitas
Designer Gráfica: Adriana Alegria
Fotos: Elenize Dezgeniski
Assessoria de imprensa: Fernando de Proença

SERVIÇO:
De 6 a 15 de fevereiro de 2017
De segunda a quarta às 19h30
Sede da CiaSenhas de Teatro
(Rua São Francisco, 35, Centro de Curitiba)
Fone: 3222-0355
Classificação indicativa: 12 anos
ENTRADA FRANCA
(35 lugares por sessão)

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES: Fernando de Proença (41) 99996.5292

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

9ª MOSTRA CENA BREVE CURITIBA - A LINGUAGEM DOS GRUPOS DE TEATRO

Cicciolina's Breakfast – foto de Elenize Dezgeniski
Inscrições abertas até 10 de fevereiro de 2017

Estão abertas as inscrições para participação na 9ª MOSTRA CENA BREVE CURITIBA – a linguagem dos grupos de teatro. As candidaturas vão até o dia 10 de fevereiro de 2017, devendo ser encaminhadas para o e-mail cenabrevecuritiba@gmail.com. Para se inscrever, os grupos interessados devem propor cenas de, no máximo, 15 minutos. Veja o regulamento no site www.ciasenhas.art.br. Os projetos inscritos serão avaliados por uma comissão composta por integrantes da CiaSenhas e profissionais do teatro. O resultado será divulgado na primeira semana de março/2017.

Como em edições anteriores – a primeira aconteceu em 2005 - o objetivo da Mostra é criar um espaço de apresentação, compartilhamento de ideias, experimentações estéticas dos grupos e encontros entre artistas de várias cidades do Brasil e o público, que costuma lotar o teatro. Esta iniciativa proporciona aos espectadores a apreciação de uma programação diversificada da produção cênica contemporânea.

A Mostra Cena Breve deixou de acontecer por quatro anos consecutivos devido à dificuldade de captação de recursos, mas a produção já está a todo vapor para a edição de 2017. Desta vez a Mostra irá ocupar o Teatro José Maria Santos no período de 26 a 30 de abril de 2017.

Inscrições até 10/02/2017
No site: www.ciasenhas.art.br
Informações: 41-3222-0355

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTA
Fernando de Proença / 41.99996.5292 


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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

TERCEIRA MONTAGEM DO AREAS COLETIVO DE ARTE, PLANO SOBRE QUEDA MERGULHA NA COMPLEXIDADE DO BANAL PARA FALAR DA MORTE

Plano sobre queda fotografia de Leekyung Kim
Grupo com sede no Rio de Janeiro e São Paulo, fundado em 2012 com a estreia do espetáculo 'Breu', de Pedro Brício – estará em cartaz no Teatro SESI Portão, nos dias 25 e 26 de novembro, com peça dirigida por Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Emanuel Aragão.

Depois de temporadas no Rio de Janeiro (Espaço SESC) e São Paulo (SESC Consolação), o espetáculo PLANO SOBRE QUEDA, do AREAS Coletivo de Arte, chega a Curitiba para duas apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de novembro, às 19h, no Teatro SESI Portão. A peça “alcança um equilíbrio inusitado entre a banalidade do cotidiano e as experiências mais radicais com a forma dramática”, afirma Luiz Fernando Ramos em crítica publicada no Jornal Folha de São Paulo (12 de julho de 2015). Dirigidos por Miwa Yanagizawa, os atores Camila Márdila (premiada no Festival de Cinema de Sundance 2015 por sua atuação em Que horas ela volta?, de Anna Muylaert), Liliane Rovaris e Breno Nina dão vida ao texto de Emanuel Aragão.

A montagem circula pelo Paraná (com o apoio do SESI - PR) e Santa Catarina, contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz – 2015.

PLANO SOBRE QUEDA narra a história de Cléo e Antônio. Cléo acaba de descobrir que vai morrer e, a caminho de casa, se aproxima de Isabela, garçonete que serve seu café todas as manhãs, e que passa a fazer parte da rotina dela e do marido. Na tentativa de contar a alguém de sua morte iminente, Cléo resolve propor ao marido e à amiga que esta a substitua em sua ausência.

Minha vida sem mim
O espetáculo surgiu a partir do desejo das atrizes Camila e Liliane trabalharem novamente em um mesmo espetáculo. A dupla esteve junta no palco em NADA – uma peça para Manoel de Barros, com direção de Adriano e Fernando Guimarães em parceria com Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Emanuel Aragão. Elas encontraram em uma cena do filme produzido por Almodóvar 'Minha Vida sem Mim' (dirigido por Isabel Coixet e protagonizado por Mark Ruffalo) uma ideia inicial que as permitiria contracenar novamente.

“A peça busca entender como aquelas três pessoas que o público vê em cena chegaram até ali, fazendo um paralelo da nossa relação com o outro, além do eterno duelo entre a vida e a morte. Quais foram os pontos determinantes e irreversíveis? Onde, como e por que os afetos se deram dessa maneira? O que foi dito e o que esquecemos de dizer? Entre reflexões, narrativas e cenas que buscam entender os pontos nevrálgicos e determinantes no percurso de cada um, os encontros se confundem em tempo e espaço que fogem ao suposto controle da situação, gerando um campo de tensões entre o confiável e o duvidoso, a estabilidade e o desconhecido”, explica Camila.

O AREAS Coletivo de Arte foi fundado em 2012 por Miwa Yanagizawa, Liliane Rovaris e Maria Silvia Siqueira Campos a partir do espetáculo “Breu”, de Pedro Brício. “Breu” ganhou melhor espetáculo, direção e luz no Prêmio Questão de Crítica, prêmio de melhor cenário pela APTR e teve indicação de melhor atriz pelo Prêmio Shell.

Em setembro de 2012, o AREAS realizou o espetáculo-poesia “Minha vida está em meus versos” a partir dos poemas de Wislawa Szymborska, na Livraria da Vila em SP. Em 2013, Camila Márdila se juntou ao coletivo após trabalhar com Liliane e Miwa no espetáculo “NADA – uma peça para Manoel de Barros” com direção de Miwa, Adriano e Fernando Guimarães. O espetáculo ganhou o Prêmio Questão de Crítica na categoria melhor elenco.

Também faz parte do trabalho e pesquisa do coletivo, a oficina Estudo para o ator: a Escuta, idealizada por Camila e Miwa, que é realizada periodicamente desde 2013. Já em sua 14a edição, entre novas turmas, continuidades e formato workshop em diferentes estados do Brasil, a oficina foi incluída em processos de criação de grupos como XIX e Kunyn, ambos de São Paulo.

Em setembro de 2014 foi apresentado o estudo cênico “Planta baixa”, parte do processo de um mês de experimentações da oficina Escuta na Casa da Glória (RJ). Ainda no mesmo ano, o AREAS realizou o vídeo-ensaio “Essa rua vai dar no mar” (criação de Miwa e Alonso Zerbinato para o Festival Atos de Fala no Oi Futuro-RJ) e participou do projeto Arte e Autoritarismo em Cena do Espaço Sesc com a leitura de "Liberdade, Liberdade", de Millor Fernandes e Flávio Rangel, feita por componentes da Cia Código de Artes Cênicas sob direção de Miwa, seguida de debate com a presença de Silvio Tendler.

Em novembro de 2014, estreou o seu terceiro trabalho, o espetáculo PLANO SOBRE QUEDA com texto de Emanuel Aragão e direção de Miwa Yanagizawa, com Camila Márdila, Liliane Rovaris e Breno Nina no elenco, cumprindo temporada no ESPAÇO SESC em Copacabana no Rio de Janeiro. Em 2015, no mês de julho, fez uma temporada de cinco semanas no SESC Consolação, em São Paulo, em novembro do mesmo ano fez parte da programação de inauguração do Centro Compartilhado de Criação, também em São Paulo, e em dezembro participou do XI Festival de Teatro de Fortaleza. Em 2016 fez parte da programação do SESC Campinas.

Atualmente o coletivo possui atividades periódicas nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, onde residem seus principais integrantes, e prepara-se para realizar a circulação do espetáculo “PLANO SOBRE QUEDA” através do Prêmio Myriam Muniz de Teatro em cidades dos estados do Paraná e Santa Catarina.

Com importantes trabalhos anteriores no panorama cultural brasileiro, essas profissionais se reuniram em coletivo com o propósito de fomentar culturalmente o país de forma mais ampla, criando um intercâmbio cada vez maior entre as áreas da sociedade, com principal interesse nos indivíduos, em seus afetos, suas histórias, atuações políticas e modificações.

SINOPSE:
Cléo e Antônio sempre foram um casal. Ela acaba de descobrir que vai morrer antes do tempo. A caminho de casa, se aproxima de Isabela, garçonete que serve seu café todas as manhãs, e que passa a fazer parte da rotina dos dois. Na tentativa de contar a alguém de sua morte iminente, Cléo resolve propor ao marido e à amiga que esta a substitua em sua ausência.

FICHA TÉCNICA
Texto Emanuel Aragão | Direção Miwa Yanagizawa |Elenco Camila Márdila, Liliane Rovaris e Breno Nina | Assistência de direção Catarina Dall’Orto | Cenário Miwa Yanagizawa | Iluminação Vitor Emanuel | Figurino Liliane Rovaris e Camila Márdila | Operação de Som e Projeções Pedro Yudi | Operação de Luz Gabriela Araújo | Comunicação Visual Felipe Gallarza | Fotos Bruno Mello, Cláudia Elias, Alexandre Nunis, Diego Garcia e Leekyung Kim | Direção de Produção Martina Gallarza | Produção Executiva Laura Severo | Produção Roda de Criação | Realização AREAS Coletivo de Arte Produção Local no Paraná Rumo Empreendimentos Culturais (Diego Marchioro) | Assessoria de Imprensa Fernando de Proença | Duração do Espetáculo 80 minutos | Classificação Indicativa 14 anos.

SERVIÇO:
Plano Sobre Queda
Espetáculo do AREAS Coletivo de Arte
Dias 25 e 26 de novembro, sexta-feira e sábado.
Teatro SESI Portão
Entrada Gratuita – Retirada com 1 hora de antecedência na bilheteria do teatro
Horário: 19h
Não recomendado para menores de 14 anos. Duração 80 min.
Endereço: Rua Padre Leonardo Nunes, 180 (Entrada pela rua lateral Álvaro Vardânega) /Portão, Curitiba
Telefone: (41) 3271 8469 / www.sesipr.org.br

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Fernando de Proença: 41 99996-5292

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

LEVANTE!



LEVANTE! uma peça de Renata Roel e Fernando de Proença

O Teatro Cleon Jacques recebe, de 9 a 13 de novembro, a nova peça de Renata Roel e Fernando de Proença: LEVANTE! O trabalho, com todas as sessões gratuitas, é o terceiro encontro da dupla, que pretende levantar questões sobre a construção da cena e de vínculos em processos convivais.

No LEVANTE!, os artistas empilham cadeiras, montam e desmontam a cena enquanto ela acontece - fazem analogias ao micro e ao macro do corpo em relação ao espaço. É sobre empilhar, atravessar, derrubar, escapar, sentar e levantar. Pulsam no risco do que pode desabar a qualquer momento e na urgência de deslocar-se com quem está junto.

Valendo-se da etimologia da palavra LEVANTE! além de ser referência direta à imagem de um corpo "em pé", caracteriza-se pela capacidade das pessoas se organizarem para levantar outro sistema econômico, social e político.

Renata e Fernando na fricção entre dança e teatro propõem na relação da cena, dispositivos que aproximem e promovam deslocamentos na relação entre artista e espectador. E que em todo o percurso se reconheça movimentos. Estar junto é a grande transgressão e partilhar do espaço em pequenos e grandes deslocamentos é intencional para que haja encontro no meio do caminho. Avante!

Esse projeto foi contemplado pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna – 2014

FICHA TÉCNICA:
Concepção e Performance: Renata Roel e Fernando de Proença | Colaboração e Acompanhamento Artístico: Cinthia Kunifas e Sofia Neuparth | Dramaturgia: Candida Monte | Texto em off: Para o Pior Avante de Samuel Beckett/ Tradução e adaptação de Roberto Alvim | Edição Sonora: Vadeco Schettini | Iluminação: Wagner Corrêa | Consultoria de Figurino: Amabilis de Jesus | Registro Fotográfico: Lídia Ueta | Designer gráfico, Teaser e Registro de Vídeo: Ulisses Sato | Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença | Produção Executiva: Expressão Criação e Produção Cultural

SERVIÇO:
TEATRO CLEON JACQUES
Parque São Lourenço (R. Mateus Leme, 4777, Curitiba)
09/11 - (quarta-feira) às 16h* e às 20h
10/11 - (quinta-feira) 20h
11/11 - (sexta-feira) 20h
12/11 - (sábado) às 16h e às 20h
13/11 - (domingo) às 19h
*Bate-papo com Cinthia Kunifas dia 9 após a sessão das 16h
ENTRADA GRATUITA
Classificação etária: 14 anos

Confira a página do evento, aqui

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

MOSTRA DOCUMENTACENA

A MALDITA RAÇA HUMANA

Evento reúne apresentações de peças curitibanas, oficina de crítica e dramaturgia e lançamentos de publicações de teatro.

Curitiba sedia, de 8 a 10 de novembro, a 1ª Mostra DocumentaCena, promovida pela DocumentaCena – Plataforma de Crítica, que propõe três dias de convívio entre artistas, críticos e espectadores, aproximando essas três perspectivas fundamentais para o acontecimento teatral. A programação, gratuita, inclui apresentações de peças teatrais de artistas da cidade, conversas com os grupos, uma oficina de crítica e dramaturgia, além do lançamento de publicações especializadas em teatro. Esses encontros são um aquecimento para envolver a cidade e críticos visitantes nas atividades do Idiomas – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro, que será realizado em seguida, de 11 a 13 de novembro, na CAIXA Cultural Curitiba.

O público poderá assistir a três espetáculos curitibanos que evidenciam distintas linguagens e gerações do teatro na cidade: “Ilíada – Canto XIII”, com direção de Octávio Camargo e performance da artista Katia Horn, no dia 08, às 19h30, no Teatro do SESI Portão; “Os Pálidos”, da CiaSenhas de Teatro, com direção de Sueli Araujo, no dia 09, às 19h30, na Sede da CiaSenhas de Teatro; e “A Maldita Raça Humana”, da Companhia Teatro de Breque, com direção de Nina Rosa Sá, no dia 10, também às 19h30, no Teatro SESI Portão. Após as apresentações, os grupos convidam os espectadores a conversar sobre os trabalhos.

A programação continua com uma oficina de crítica e dramaturgia intitulada “As mãos sujas de sangue”, ministrada por Jorge Louraço, crítico e dramaturgo português, de 8 a 10 de novembro, no Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França. Ele recebe pessoas interessadas na interlocução crítica sobre teatro para, a partir das teorias e de análises de exemplos práticos e exercícios de escrita, refletir sobre a relação entre a crítica e a dramaturgia, propondo a análise de cena a cena da peça “Macbeth”, de Shakespeare, além da reescrita de uma cena do espetáculo.

No dia 10 de novembro, às 16h, na Casa Selvática, acontece o lançamento da “Trema! Revista”, de Pernambuco, e do “Caixa de Pont[o] – Jornal de Teatro”, de Santa Catarina.

A curadoria da Mostra DocumentaCena é de Daniele Avila Small, fundadora e editora da revista eletrônica Questão de Crítica, e Luciana Romagnolli, fundadora e editora do site Horizonte da Cena. A mostra é a primeira realizada pela DocumentaCena – Plataforma de Crítica, coletivo formado pelo site Horizonte da Cena (Belo Horizonte/MG), pelo blog Satisfeita, Yolanda? (Recife/PE) e pela revista eletrônica Questão de Crítica (Rio de Janeiro/RJ), que atua desde 2013 em ações de intercâmbio entre críticos, jornalistas e pesquisadores de teatro de diferentes estados do Brasil.

A plataforma também idealiza, no mês de novembro, em Curitiba, o IDIOMAS – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro.

SOBRE AS PEÇAS:


Kátia Horn em Ilíada - Canto 13
ILÍADA – CANTO XIII
Grande mortandade feita pelos Troianos entre os Gregos. — Netuno comovido por este triste espetáculo vem em socorro dos navios Gregos. — O deus do mar desperta a coragem dos dois Ajax e dos outros combatentes. — Heitor por sua vez encoraja as suas falanges. — Teucro imola o Troiano Ímbrio — Feitos dos dois Ajax, que ferem a Heitor e o repelem para longe. — Netuno irritado pela morte de Anfimaco prepara aos Troianos novas calamidades. — O deus excita Idomeneu ao combate. — Idomeneu vai buscar em sua tenda Merion, seu fiel escudeiro, e com ele se dirige para a esquerda do exército. — Terrível peleja entre os Gregos e os Troianos. — Júpiter favorece aos Troianos, e Netuno protege os Gregos. — Idomeneu faz prodígios de valor. — Pende a vitória para o lado dos Gregos. — Heitor fica em seu posto inabalável. — Os dois Ajax avançam com seu exército ao encontro do herói Troiano. — A conselho de Polidamas, Heitor reúne todos os guerreiros, e dirige a Páris amargas censuras. — Páris defende-se das acusações. — Os dois irmãos lançam-se à peleja e pretendem levar a perturbação ao centro dos Gregos. — Ajax, certo por um feliz presságio, recomeça o combate. — Horríveis clamores que se elevam de todas as partes.

Ficha Técnica
Direção: Octavio Camargo | Elenco: Katia Horn| Iluminação: Beto Bruel | Assistência, desenho de mapa e execução de luz: Daniele Regis | Cenografia: Eneas Lour | Figurino: Ricardo Garanhani | Captação de áudio: Filipe Castro | Arte gráfica: Foca Cruz | Fotografia e documentação: Gilson Camargo| Tradução: Manoel Odorico Mendes | Realização: Ilíadohomero Companhia de Teatro
Duração: 65 minutos | Classificação: 12 anos



OS PÁLIDOS foto DE Elenize Dezgeniski

OS PÁLIDOS

Tendo como ponto de partida dois clássicos de Luis Buñuel: “O Anjo Exterminador” e “O Discreto Chame da Burguesia”, “Os Pálidos” reflexiona sobre estados de inércia, paralisação e anestesia em um ato urgente de pensar o mundo e a cena.

A peça, com texto e direção de Sueli Araujo, acontece em dois ambientes simultaneamente, dividindo a plateia e propondo um diálogo permanente com o público, recortando-o e sugerindo todo tipo de cisão. Em cena, ao invés de personagens tradicionais, os atores exploram vozes contraditórias, visões de mundo e formas de pensamento e conduta que tentam forjar uma atitude, construir um gesto que faça a diferença no mundo. Porem, são seres paralisados, medicados e em estado de absoluta suspensão. Em dissonância a este estado das coisas, a cena é revestida com diversos tipos de plantas, investindo na possibilidade de percepção da vida para além da quase morte e apatia das figuras da montagem.

Ao mesmo tempo em que o espetáculo aciona um tipo de humor desestabilizante e estabelece pontos de relação com o espectador, cria espaços de discussão sobre criação de condições de sobrevivência e de formas de estar junto. São situações em que um tipo de micropolítica está sugerida.

Ficha Técnica:
Dramaturgia e Direção: Sueli Araujo | Atuação: Anne Celli, Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo e Rafa di Lari | Cenário e Figurino: Paulo Vinícius | Designer de Som: Ary Giordani | Designer de Luz: Wagner Corrêa | Direção de Produção: Marcia Moraes | Produção Executiva: Edran Mariano | Assistente de Produção: Mariana Freitas | Designer Gráfico: Adriana Alegria | Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença | Fotos: Elenize Dezgeniski
Duração: 90 minutos | Classificação: 12 anos

A MALDITA RAÇA HUMANA
“A Maldita Raça Humana” é uma peça livremente inspirada no livro “Dicas Úteis para uma Vida Fútil" de autoria de Mark Twain. No espetáculo uma macaca vive confinada em um espaço que lembra uma cozinha.

Seu cotidiano é frequentemente alterado pela chegada de encomendas embaladas em caixas de papelão. A relação com cada um desses objetos recebidos revela um olhar crítico sobre a humanidade tecendo singelamente a trajetória da personagem.

Quem envia as encomendas que chegam constantemente? Que espaços se abrem para que estes objetos ocupem lugar? Quem são os seres que a observam através do buraco na parede?

“A Maldita Raça Humana” propõe uma reflexão sobre o homem e o nosso tempo a partir da obra de um notável pensador - uma figura singular que atravessou gerações e cujo discurso é extremamente atual. O inconformismo, o senso crítico e a radicalidade formal de Mark Twain foram fontes de inspiração na construção da dramaturgia. Nesse sentido, a peça desloca o olhar da plateia ao abrir mão da linguagem falada e investir na dramaturgia do gesto para potencializar os sentidos e contar uma história que pode ser lida de maneira distinta de acordo com o repertório de cada um dos espectadores.

Ficha Técnica:
Direção: Nina Rosa Sá | Elenco: Rodrigo Ferrarini, Pablito Kucarz e Gabriel Gorosito | Luz: Nadja Naira | Sonoplastia: Marcelo Torrone | Cenário: Paulo Vinícius | Direção de Movimento: Carmem Jorge | Figurinos: Maureen Miranda | Direção de Produção: Michele Menezes | Dramaturgia: Criação Coletiva
Duração: 65 minutos | Classificação: Livre

SERVIÇO:
MOSTRA DOCUMENTACENA


Jorge Louraço
DE 8 A 10 DE NOVEMBRO DE 2016
“AS MÃOS SUJAS DE SANGUE”
Oficina de Crítica e Dramaturgia com Jorge Louraço (PT)
CENTRO CULTURAL SESI HEITOR STOCKLER DE FRANÇA
(Av. Marechal Floriano Peixoto, 458 - centro de Curitiba)
das 10h às 13h
ENTRADA FRANCA via inscrição através do email: sesicultura.hsf@sesipr.org.br
(enviar uma biografia de 5 linhas)

8 DE NOVEMBRO DE 2016
ILÍADA - CANTO XIII
TEATRO SESI PORTÃO
(R. Padre Leonardo Nunes, 180 - Portão, Curitiba – PR)
às 19h30
ENTRADA FRANCA

9 DE NOVEMBRO DE 2016
OS PÁLIDOS
SEDE DA CIASENHAS DE TEATRO
(R. São Francisco, 35 - centro)
às 19h30
ENTRADA FRANCA

10 DE NOVEMBRO DE 2016
A MALDITA RAÇA HUMANA
TEATRO SESI PORTÃO
(R. Padre Leonardo Nunes, 180 - Portão, Curitiba – PR)
às 19h30
ENTRADA FRANCA

LANÇAMENTO DA “TREMA! REVISTA” E DO “CAIXA DE PONT[O] – JORNAL DE TEATRO”
CASA SELVÁTICA
(R. Nunes Machado, 950 - Rebouças, Curitiba – PR)
às 16h00
ENTRADA FRANCA

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES: Fernando de Proença: 41. 99965292


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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

SALOMÉ

SALOMÉ - foto Elenize Dezgeniski
Cia. de Teatro de Urubu e Rumo Empreendimentos Culturais apresentam: SALOMÉ

O Teatro Novelas Curitibanas recebe, a partir do dia 27 de outubro, a nova montagem da Cia. De Teatro do Urubu: Salomé. A peça fica em cartaz até o dia 13 de novembro, com entrada franca.

O texto, uma transcriação de Fausto Fawcett a partir da Salomé de Oscar Wilde, se cria na fricção entre literatura e teatro, onde questões relacionadas ao poder, amor, política e religião são os disparadores para as ações da cena, que emerge no trânsito entre narração e drama.

A encenação, assinada por Carolina Meinerz com colaboração artística de Nadja Naira, é uma bricolagem de linguagens teatrais que se configuram a partir da relação dos personagens com seus contextos. Em cena, um caleidoscópio existencial do homem contemporâneo e suas lógicas, um duelo construído na relação entre o individual e o coletivo.

Salomé, da Cia. de Teatro do Urubu, é uma tragédia contemporânea voluptuosa que evoca o espectador a transitar por um emaranhado de experiências sensoriais, a partir do embate das relações contemporâneas. No palco, os personagens respiram em um mundo paralelo, onde a ironia e a barbárie se instalam em uma luta vivaz e franca pela sobrevivência.

Salomé, na versão atualizada pelo grupo, é sedução pela palavra. É libido. É sinceridade. É máquina, cabeça e coração. É futuro.

SALOMÉ - foto Elenize Dezgeniski
SINOPSE
Quando a Lua Gigante estiver próxima demais da Terra e os sinalizadores inundarem de fumaça os céus, é sinal de que Habemus Apocalipse! Ventos cheios de sangue varrerão o planeta e as cidades vão se transformar no que sempre foram: Coliseus de luta pela sobrevivência e pelas rações de afetos. Salomé é a história de alguém que pede a cabeça de outro alguém numa bandeja de prata. Uma longa música cheia de nuances, um hino progressivo rock cheio de ataques punk metal de forró pé de serra elétrica hard core.



SALOMÉ POR FAUSTO FAWCETT


"Adaptar Salomé de Oscar Wilde. Adaptar um mito bíblico a partir do texto peça do grande poeta/ pensador da decadência com elegância. Gênio da ironia eterna. Carol Meinerz me deu essa missão e lá fui eu. Adaptar esse texto foi como adaptar um organismo na evolução biológica ao ambiente da atualidade tecnobrutal que se apresenta tornando-o apto a preservar/incrementar o impacto da história, o impacto das personagens. Preservar/incrementar a crueldade sarcástica, erótica, moral e filosófica da Bíblia presente na carne do P.A.U (Perturbado Agora Urbano). Minha tarefa foi adaptar Salomé à fúria criativa da Companhia do Urubu dirigida por quem entende dessa fúria: Nadja Naira e a própria Carol Meinerz (a ruiva a quem sempre entregarei minha cabeça).

Missão dada. Missão cumprida. Salomé via Companhia do Urubu não sairá mais das suas mentes, corações e baixo ventre. Salomé a todos." Fausto Fawcett

CIA. DE TEATRO DO URUBU

A
Cia. de Teatro de Urubu pinta a singeleza das almas arremessadas pela arte - como a honestidade do sarcasmo e o sobrevôo de um urubu - rumo à elaboração de uma coerência e beleza outras. Começamos nossa emboscada em 2015 com a estreia do espetáculo Urubu Comum, em Curitiba. Agora, com tecno-pílulas-de-carnalidade-absoluta, abatemos Salomé. E, para este trabalho, contamos com a distinta mão criadora de Nadja Naira para arremeter.

FICHA TÉCNICA
Direção Carolina Meinerz
Dramaturgia Fausto Fawcett
Colaboração Artística e Ensaiadora Nadja Naira
Assistência de Direção Diego Marchioro
Coordenação Artística Carolina Meinerz e Michelle Pucci
Direção de Movimento e Coreografia Carmen Jorge
Elenco Anderson Caetano, Carolina Meinerz, Gustavo Gusmão, Igor Kierke, Michelle Pucci, Muhammad Chab
Preparação Vocal Michelle Pucci
Figurino Paulo Vinícius
Visagismo Andy Perreto e Fernanda Perreto
Cenografia e Adereços Guenia Lemos
Trilha Sonora Original Felipe Ayres e Rodrigo Stradiotto
Iluminação Victor Sabbag
Designer Gráfico Luca Fischer
Projeções Igor Kierke
Fotografia Elenize Dezgeniski
Registro de Vídeo e Teasers Alan Raffo
Assessoria de Imprensa Fernando de Proença
Direção de Produção Diego Marchioro
Produção Rosa Aragón
Assessoria Jurídica Luiz Roberto Meira - Harlequim Produções
Realização Rumo Empreendimentos Culturais e Cia. de Teatro do Urubu

SERVIÇO:
Teatro Novelas Curitibanas
(R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco – Curitiba - Tel: (41) 3321.3358)
de 27 de outubro a 13 de novembro / quinta a domingo às 20h00
Classificação 16 anos
Duração 90 min
ENTRADA FRANCA (sujeito a lotação)

Confira a página do evento, aqui

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Fernando de Proença (41) 9996.5292

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

INÚTIL A CHUVA


 

Petrobras apresenta Inútil a Chuva - Novo espetáculo do Armazém Companhia de Teatro estará em cartaz no Teatro Guaíra, em Curitiba, dias 30 de setembro, 1 e 2 de outubro.

Patrocinada pela Petrobras, Armazém Companhia de Teatro transita entre o drama e a comédia em novo espetáculo, que tem na cenografia potente diferencial ao criar realidade pictórica em cena. Vigoroso trabalho corporal do elenco, uma das marcas da companhia em seus 28 anos, também se destaca na montagem. A encenação explora com acidez o avesso de relações familiares em primeiro texto original de Paulo de Moraes e Jopa Moraes. Narrativa põe em cena um barco de 10 metros.

Quando sobe o pano, mãe e três filhos remam num lago. Parece que vai chover, mas eles seguem rumo às profundezas de relações delicadas da família. A beleza da imagem sugere até uma pintura. A sincronia deles ao remar destoa da realidade convulsiva de cada um, desde que o pai morreu. Um barco real de madeira, de quase 10 metros, marca a impactante abertura de Inútil a Chuva, novo trabalho do Armazém Companhia de Teatro que estréia no Auditório Salvador de Ferrante, no Teatro Guaíra, sexta-feira, dia 30 de setembro. Trata-se do primeiro texto com dramaturgia assinada por Jopa Moraes e Paulo de Moraes, este último também diretor. O Armazém Companhia de Teatro é patrocinado pela Petrobras.

Inútil a Chuva se orienta em torno do desaparecimento do pai desta família, pintor que se torna high light no milionário mercado de arte após a morte. E que morre simplesmente desaparecendo. O Armazém Companhia de Teatro conta com o patrocínio da Petrobras. Com iluminação assinada por Maneco Quinderé, figurinos de Rita Murtinho e direção musical de Ricco Viana, o espetáculo surpreende o espectador evocando a cada cena a formação de uma série de imagens que remetem a pinturas em movimento. Estão no elenco Patrícia Selonk, Andressa Lameu, Leonardo Hinckel, Tomás Braune, Marcos Martins e Lisa Eiras.

A estreia de Inútil a Chuva foi no Rio de Janeiro em 2015. O espetáculo foi indicado aos Prêmios Shell, APTR e Cesgranrio nas categorias Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé). Este ano, o Armazém Companhia de Teatro completa 29 anos de trabalho continuado.

A trama
Por ironia do destino, após o desaparecimento, a obra do pai e pintor começa a ser reconhecida. Após sumir do mapa, seus quadros passam a valer milhões. O sujeito passa a ser considerado um gênio, a nova estrela da arte contemporânea. A discussão é clássica: qual o sentido da arte quando a arte não deve nada a ninguém? Uma boa provocação sobre o mundo das artes, sua inutilidade e valor econômico, através de um sujeito que passa a vida pintando e ninguém dá bola, uma obra inexistente. Na dramaturgia de Inútil a Chuva a personagem central é essa ausência sem limites. Ao espectador cabe a tarefa de conhecê-lo através de relatos alheios.

Já a família merece um capítulo à parte. Mesmo com a aparente sincronia com que tentam seguir com o barco, cada um parece nascido num planeta diferente. Slavoj (Leonardo Hinckel), o filho mais velho, percorre o labirinto de ser ele mesmo atormentado pela figura paterna. Claude (Tomás Braune), o filho do meio, transborda fúria. Já Sarah (Andressa Lameu), a caçula, vive em busca de si mesma. E Lotta (interpretada por Patrícia Selonk) é a figura pouco materna que – com um humor revelador – compreende a razão de quase tudo com alguma parcimônia em relação ao destino, eternamente ingrato.

Para completar o desenho, aparecem outras duas figuras. Vivian (Lisa Eiras Fávero), uma jornalista – ex-correspondente de guerra – que recebe a incumbência de fazer uma reportagem sobre o pintor e seu misterioso desaparecimento. E Matthias (interpretado por Marcos Martins), um professor de matemática e melhor ex-amigo do sujeito desaparecido. Amante do boxe, é aquele tipo de cara capaz de falar sobre as probabilidades numéricas das unhas da mão direita quebrarem antes das da mão esquerda. Sua capacidade de viajar por números imaginários faz de seu ponto de vista um mundo peculiar.

Tudo em Inútil a Chuva acontece a partir de encontros. Pessoas indo e vindo, se cruzando e se trombando, revirando a sujeira, produzindo aromas, criando sentidos, entendimentos das dores, erros e acertos. E claro, os eternos “não sei o que fazer com isso agora que estou diante de um monstro que solicita alimento ou pescoço degolado”. Mais o céu que desaba feito chuva, seja com tensão ou humor, mostrando as várias faces de um mesmo naufrágio que nunca ocorreu por completo. Um céu esfregando o gosto da água e a falta de ar num dia de dúvidas e certezas, tintas e pincéis, seja ódio sobre tela ou graça sobre tela.

O Armazém é patrocinado pela Petrobras há 15 anos.

Formada no Paraná, a Companhia está instalada no Rio desde 1998, fazendo espetáculos históricos, como Toda Nudez será Castigada, Inveja dos Anjos e Alice através do Espelho. Entre Mambembe, Shell, APTR, Cesgranrio e Fringe First Award, só para citar alguns, mais de 30 prêmios nacionais e internacionais foram conquistados pelo Armazém Companhia de Teatro ao longo de sua trajetória. Sediado numa das salas da Fundição Progresso, o Armazém ampliou seu território de linguagem com cenários surpreendentes em constante diálogo com a dramaturgia (na maior parte do tempo original), dando ênfase à arte do ator, na pesquisa do espaço cênico, na dramaturgia, na teatralidade pura e produziu espetáculos marcantes. Ancorando anos de muito trabalho, o Projeto Memória surgiu como uma pequena contribuição da companhia à preservação da memória teatral do país; e que já lançou a versão em DVD de cinco espetáculos do Armazém (Da Arte de Subir em Telhados, Pessoas Invisíveis, Alice Através do Espelho, Inveja dos AnjoseAntes da Coisa Toda Começar), além dos livros Para Ver com Olhos Livres, Espirais, Inveja dos Anjos, Antes da Coisa Toda Começar, A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu.

Ficha Técnica:
Direção: Paulo de Moraes | Dramaturgia: Paulo de Moraes e Jopa Moraes | Elenco: Patrícia Selonk, Andressa Lameu, Leonardo Hinckel, Tomás Braune, Marcos Martins e Lisa Eiras Fávero| Músico: Rafael Tavares | Iluminação: Maneco Quinderé | Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri | Figurinos: Rita Murtinho | Direção Musical: Ricco Viana | Design Gráfico: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes | Produção de Vídeos: João Gabriel Monteiro | Técnico de Montagem: Regivaldo Moraes | Preparação Corporal: Maíra Maneschy e Patrícia Selonk | Produção Executiva: Flávia Menezes | Produção: Armazém Companhia de Teatro | Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença | Produção Local: Roda de Criação e Rumo Empreendimentos Culturais.



Serviço:

Inútil a Chuva - Teatro
Montagem do Armazém Companhia de Teatro
Dias 30 de setembro, 1 e 2 de outubro
Teatro Guaíra | Auditório Salvador de Ferrante  - Centro de Curitiba

Ingressos: de R$ 20,00 a R$ 40,00

Desconto de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho e clientes do Cartão Petrobras.
Desconto de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para o Clube Gazeta do Povo.


Preço amigo para Classe Artística R$ 16,00 na compra de até 2 ingressos mediante apresentação de Carteirinha do SATED ou Registro na Carteira de Trabalho.
Horário: sexta e sábado, às 21h e domingo, às 19h.
Não recomendado para menores de 12 anos. Duração 110 min.
FONE: 3304-7953 (Teatro Guaíra) 3315.0808 (Disk Ingressos)
www.teatroguaira.pr.gov.br

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Fernando de Proença (41) 9996-5292


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quarta-feira, 27 de julho de 2016

MOSTRA SUL diálogos dançantes



desCompanhia de dança apresenta: MOSTRA SUL - Diálogos Dançantes

A desCompanhia de dança promove, durante os meses de agosto e setembro, a Mostra Sul – diálogos dançantes, que traz a Curitiba um recorte da produção de dança contemporânea na região Sul. Além da apresentação de oito peças de dança, haverão diversas oficinas, a fim de incentivar a troca e diálogo entre artistas e público. Toda a programação é gratuita.

Artistas da dança de Santa Catarina, Curitiba e Rio Grande do Sul, se apresentam em diversos espaços da cidade, revelando um panorama diversificado da dança contemporânea produzida recentemente, articulados aos espetáculos que a desCompanhia criou nos últimos anos, que serão revisitados especialmente para a Mostra.

Para Cintia Napoli, diretora da companhia, a ideia é “investir em espaços de aproximação, comunicação e mapeamento, além de mobilizar a classe artística da dança no Sul do Brasil e seu público, e fortalecer os vínculos criados e a continuar a cria-los”.

A abertura da Mostra acontece na Casa Hoffmann, com um espaço de convivência, que integra o Café com Dança, e um novo olhar sobre a criação de INPUT, da desCompanhia, com a participação dos bailarinos convidados: Renata Roel (PR), Airton Rodrigues (PR) e Patricia Machado (PR). Já o Teatro Cleon Jacques recebe as criações da desCompanhia de dança (PR), das bailarinas criadoras Elke Siedler (SC), Isabela Schwab (PR), do grupo LAUT! (SC) e da Companhia Municipal de Dança de Caxias do Sul (RS), as últimas duas inéditas no Paraná. No vão do Museu Oscar Niemeyer acontecem as apresentações das peças Descobrindo Plaftpet, espetáculo infantil, e Feche os Olhos para Olhar, ambas da desCompanhia de dança.

Confira a programação completa:

INPUT – desCompanhia de dança com a participação de Airton Rodrigues, Patricia Machado e Renata Roel (PR)

Em cena, quatro bailarinos jogam o jogo da memória: enquanto jogam, criam uma coreografia que deve ser memorizada e replicada. Como questão, além da construção do jogo (em pedaços), a construção da memória de cada um (artista e receptor).

ATÉ QUANTO? de Isabela Schwab (PR)

O trabalho propõe apresentar o corpo como um campo de batalhas. Questões sobre força e resistência permeiam a dramaturgia na tentativa de discutir - Até quanto o corpo aguenta seus desejos de potência? Até onde vai a vontade de ultrapassar suas fragilidades? Um encontro de dor e prazer, vontade e alcance, recuo e ataque. Um atrito, um conflito movido pelo desejo de se atravessar.


Rec(L)usadx - foto: Helena Moellmann
REC(L)USADX de Elke Siedler (SC)

Rec(L)usadx é um solo de dança contemporânea que nasceu da investigação poética sobre um mundo que é atravessado por relações afetivas interrompidas, pois foram tecidas na superficialidade. É a dança do fracasso dos planos, do corpo reclusado em um turbilhão de pensamentos, recusado pela longa durabilidade, mas nunca recuado das relações: o movimento é gerador de história e futuro.

DESCOBRINDO PLAFTPET da desCompanhia de Dança (PR)

A peça traz à tona a importância do brincar, do criar e recriar a partir de simples objetos, como garrafas pet.

Neste momento em que a tecnologia vem gradualmente ocupando o lugar das brincadeiras é essencial apresentar um universo lúdico para as crianças através da dança.



[BLIND]AGEM de grupo LAUT (SC)


A peça parte da pesquisa realizada ao longo de um ano pelo grupo LAUT, de Florianópolis, surge do interesse em entender os estágios corporais dos bailarinos na ausência da visão. Mais do que isso, no entanto, o grupo busca sensibilizar o olhar do público para além do que (não) se vê.

FECHE OS OLHOS PARA OLHAR da desCompanhia de dança (PR)

A peça convida o público a uma experiência de “descondicionamento do olhar”, conduzindo seus olhares para pontos inusitados e para novas possibilidades de se relacionar com o espaço e os corpos em movimento.

LACUNA da Cia. Municipal de Caxias do Sul (RS)
Peter Lavratti (POA)

Lacuna procura desenhar cenicamente uma crítica bem humorada sobre as relações de uso e consumo entre o ser humano e as tecnologias de smartphones.

Propondo uma reflexão sobre a questão e não uma apologia contra a tecnologia, qual seria a medida?

Em tempos onde nos sentimos cada vez mais conectados, que conexões estamos perdendo quando mergulhados na micro tela da palma da mão?

Vivemos em uma grande lacuna?

IN REAL – ACONTECIMENTOS POÉTICOS da desCompanhia de Dança (PR)
Na peça, os bailarinos criadores subvertem a noção prático-utilitária do espaço e das coisas/objetos, oferecendo ao público uma percepção extra cotidiana da realidade, um novo ambiente de apreciação estética.

SERVIÇO:MOSTRA SUL diálogos dançantes

04/08 – Café com dança + Input
desCompanhia dança com Airton Rodrigues, Patricia Machado e Renata Roel (PR)

Local: Casa Hoffmann – 19h30, Rua Doutor Claudino dos Santos, 58 - São Francisco, Centro de Curitiba

05, 06 e 07/08 – Até quanto? de Isabela Schwab (PR) e
Rec(L)usadx de Elke Siedler (SC)

Local: Teatro Cleon Jacques, R. Mateus Leme, 4777, Curitiba. Sexta e sábado às 20h e domingo às 19h

06/08 – Oficina com Isabela Schwab (PR)
Local: Teatro Cleon Jacques – das 14h às 18h

20 e 21/08 – Descobrindo Plaftpet da desCompanhia de dança (PR)
Local: Museu Oscar Niemeyer (vão do Museu) – 16h

26, 27 e 28/08 – [BLIND]AGEM do Grupo LAUT! (SC)
Local: Teatro Cleon Jacques – sexta e sábado às 20h e domingo às 19h

27/08 – Oficina com Grupo LAUT! (SC)
Local: Teatro Cleon Jacques – das 14h às 18h

28/08 – Feche os olhos para olhar da desCompanhia de dança (PR)
Local: Museu Oscar Niemeyer (vão do Museu), R. Mal. Hermes, 999 - Centro Cívico, Curitiba  – 15h e 17h

02, 03 e 04/09 – Lacuna da Cia. Municipal de Caxias do Sul (RS)
Local: Teatro Cleon Jacques – sexta e sábado às 20h e domingo às 19h

02 e 03/09 – IN-REAL acontecimentos poéticos da desCompanhia de dança (PR)
Local: Teatro Cleon Jacques – sexta e sábado às 19h

03/09 – Oficina com Cia. Municipal de Caxias do Sul (RS)
Local: Teatro Cleon Jacques – das 14h às 18h

TODAS AS AÇÕES SÃO GRATUITAS!

INSCRIÇÕES PARA AS OFICINAS ATRAVÉS DO SITE www.descompanhia.blogspot.com
Acompanhe a programação completa pelo site e pelo facebook.com/descompanhia

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES
Fernando de Proença - 55 41 99965292 


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