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quinta-feira, 11 de maio de 2017

APENAS UM SAXOFONE / conto de Lygia Fagundes Telles

Anoiteceu, faz frio, 44 anos e 5 meses, como passa rápido “Meu Deus”, eu sinto o frio circular que sai do assoalho e se infiltra no tapete, meu tapete é Persa, aliás, todos meus tapetes são Persas. Mas eu não sei o que esses bastardos fazem que não impedem que o frio se instale. Onde agora, onde?

Eu poderia pedir que acendessem a lareira, mais eu mandei o copeiro ir embora, o copeiro, a arrumadeira, a cozinheira; TODOS RUA, um a um, uma corja que ri de mim pelas costas. Mas onde agora, onde?

A lenha, em algum lugar da casa, mais acender a lareira, não é tão fácil como parece no cinema, o xinês ficava horas e horas assoprando e mexendo até acender e eu mal tenho forças para acender meu cigarro. Onde agora, onde?

Eu desliguei o telefone da parede, peguei a garrafa de Whisky, estou sentada aqui a não sei quanto tempo, bebendo, mais bebendo devagar, por que hoje, hoje eu não quero ficar bêbada, hoje não. Engraçado sabe, eu to sentada aqui a não sei quanto tempo, foi escurecendo e eu não acendi as luzes da casa e agora que está escuro eu vejo, vejo essa sala exorbitando de riqueza, uma riqueza inútil, fútil, coisas que eu comprei nas minhas viagens pelo mundo a fora e eu nem lembrava mais que tinha. Mas onde agora, onde?

Eu tenho um velho que me dá dinheiro, um jovem que me dá gozo e um sábio que me dá aulas de doutrinas filosóficas, uma filosofia tão platônica que na segunda aula ele se deito comigo, mais você acha que eu me importo com que ele ou qualquer pessoa pensa de mim? Claro que não, mais eu já me importei. E por causa da opinião alheia, é que hoje, ah hoje eu tenho um casaco de Vizon, um gato Siamês, eu tenho um sapato com fivela de diamante, eu tenho um piano com calda, uma chácara com piscina, um diamante que é quase do tamanho do ovo de uma pomba e um aquário com floresta de coral no fundo. Mas eu trocaria tudo, tudo, anéis e dedos, mais uma vez, só mais uma vez, ouvir o som do saxofone e saber que ele está bem em algum lugar, nem pediria para vê-lo, não eu não pediria tanto. Mas onde agora, onde?

A primeira vez que nós nos amamos foi numa praia e era uma noite muito quente, então nós entramos na água do mar nús e a água parecia a água de uma banheira, uma água morna e ele ficou assustado quando eu disse que nunca tinha sido batizada, então com as mãos em concha, ele pegou a água depositou na minha cabeça e disse: Eu te batizo Luiziana, em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo, Amém! Eu pensei que ele tava brincando, mais ele nunca falou tão sério em toda sua vida. Luiziana, Luiziana, nunca mais ninguém me chamou assim. Onde agora, onde?

Nessa noite na praia eu disse a ele: Se você me ama, me ama mesmo, suba naquela duna, nú como está e toque seu saxofone o mais alto que você puder até a polícia chegar! Eu corri, vesti minha roupa, por que ele tocava tão alto que eu sabia que a polícia não ia demorar. Ah, ele tinha o cabelo todo bagunçado, a camiseta despencada, o sapato um lixo, mais o sorriso, ah, o sorriso era tão branco, tão lindo, que quando ele sorria eu parava de sorrir só para ficar olhando o sorriso dele.

Ele me levou pra morar com ele, era um apartamento no 10º andar, era um apartamento pequeno, pobre, feio, sujo, mas nós nos amamos tanto e fomos tão imensamente felizes naquele 10º andar. Em uma noite, uma noite ele me levou para jantar e afinal eu disse á ele: Se você me ama, me ama mesmo, dei me cá seu saxofone e suba naquela mesa, grite o mais alto que você puder CORNUDOS, TODOS CORNUDOS! Ele me entregou o saxofone, enquanto eu saia envergonhada eu escutei ele gritando: CORNUDOS, TODOS CORNUDOS! Me alcançou na rua e me implorou: Luiziana não me negue, não me negue. Era um amor grande demais, entende? Eu não sabia o que fazer com um amor tão grande assim, na hora a gente nunca sabe. Por acaso alguéam da valor na respiração? Haha, da né, quando ela se esculhamba toda, ai todo mundo da valor. “Poxa eu respirava tão bem.” Mais na hora que ta tudo dando certo, a gente não da valor, eu não dei.

Comecei a ficar exigente sabe; Se você me ama, me ama mesmo, me dê um par de brincos! Se você me ama, me ama mesmo me dê um vestido novo! Se você me ama, me ama mesmo me leve pra jantar em lugares chiques! Se vc me ama, me ama mesmo …, ele começou a trabalhar tanto que ele saia pra tocar nos bares durante a noite e só voltava no outro dia, já amanhecendo, cansado ele deitava na cama enrodilhado tocava o saxofone e ainda me dizia: Luiziana, Luiziana você é minha música e eu não vivo sem música. E abocanhava o bucal do saxofone como fazia com meu seio. Eu quis terminar sabe, mais eu não tive coragem, então eu decidi que eu faria tudo pra que aquele amor apodrecesse de tal forma que um dia ele fosse embora e nem olhasse para trás de tanto nojo. Então uma noite, uma noite eu tinha um compromisso, nessa época eu vivia cheia de compromissos, pintava meus olhos diante do espelho e ele tocava saxofone, eu ia me encontrar com um banqueiro sabe, ele sabia disso, então eu parei, parei de pintar os olhos, olhei pra ele e disse: Se você me ama, me ama mesmo, sai daqui agora e se mate, imediatamente!


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## BANGUÊ ## RITMO, POESIA & CONSCIÊNCIA



A Banguê tem objetivo de levar a cultura hip hop para todos. Proporcionando um bom domingo, levando informação e levantando questões sociais a todos os parceir@s que colarem, além de cada edição ajudar alguma instituição ou lar. A mudança começa em cada um de nós até se tornar coletiva.

EVENTO GRATUITO
Traga a família!

>> NO LOCAL
Roda de Conversa sobre DJs
Mostra de Dança
Open Mic (Acapella e Poesia)
Graffiti (Live Painting)
Flash Tattoo
Bazar e rango
Exposições de arte

>> DJs
Xaro, Numa & Bab5

>> POCKETs
Andressa Rapdahora
Jota Metáfora
DCL
Som 172
AzPampa
D1F
Artigo XVI
Poesia 163

>> ARRECADAÇÃO SOLIDÁRIA

Vamos arrecadar alimentos não perecíveis (arroz, feijão, farinha, enlatados, etc), material escolar (cadernos, lápis, massinha, etc) e artigos para bebês (fraldas, leite em pó, mamadeiras, brinquedos, roupas, etc). EM MEMÓRIA DA NOSSA PARCEIRA LUANA MEDEIROS!

>> SORTEIOS

Quem contribuir com doações concorre a uma Tattoo de R$150.

DATA:
28 de maio (domingo), 14hs
LOCAL:

Palácio Dos Estudantes - Casarão da UPE
Presidente Carlos Cavalcanti, 1157 - São Francisco, Curitiba

ARTE e ORGANIZAÇÃO: Numa Godoy
REALIZAÇÃO: AHHEMP
APOIO: Um Baile Bom, MOIO, e FATO Agenda

IMAGEM: Chave de Rua (instagr.am/chavederua)

página do Evento: aqui


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terça-feira, 28 de março de 2017

CURITIBA MOSTRA

II Curitiba Mostra no Festival de Curitiba - Foto de Marcelo Almeida
CURITIBA MOSTRA
1 a 9 de abril às 20h e 22h
Teatro José Maria Santos

Em 2017, a Curitiba Mostra chega a sua segunda edição no Festival de Curitiba e reúne trabalhos autorais através de criações compartilhadas em cinco espetáculos inéditos. A partir da obra dos escritores curitibanos Jamil Snege e Luci Collin, da obra de Eduardo Galeano, bem como uma evocação à travesti Gilda, a proposta da mostra é articular pensadores e artistas em distintas parcerias e formatos de criação, com forte caráter político e histórico. Segundo os idealizadores do projeto, a atriz e diretora Nena Inoue, e o diretor Gabriel Machado: "Essa edição é um contragolpe aos retrocessos correntes. Re-existiremos com arte e festa a esta caretice, a estes tempos sombrios" .

Nena Inoue, além de idealizadora, participa da mostra com o espetáculo "Para não morrer", seu primeiro solo em quase 40 anos de carreira, uma parceria inusitada com a preparadora vocal Babaya e o jovem escritor e crítico Francisco Mallmann, que inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina.

Também partindo do universo feminino, as artistas Helena de Jorge Portela e Giorgia Conceição, apresentam \todas/, espetáculo inspirado na obra da curitibana Luci Collin. O espetáculo será inteiramente sinalizado em libras e falado em português, e com a participação de uma mulher surda, busca incluir esta comunidade como público ativo da mostra.

Já o ator e diretor Ricardo Nolasco, realiza também seu primeiro solo "Momo: Para Gilda com ardor", que é uma evocação a travesti Gilda, figura pública das ruas e do carnaval curitibano na década de 70, que pedia beijos ou moedas na Boca Maldita (centro da cidade) e foi brutalmente assassinada em 1983. O espetáculo que começa no Teatro José Maria Santos e depois sai em cortejo pelas ruas do Largo da Ordem, faz parte da pesquisa que o artista tem denominado de "O Momo" e conta com a colaboração de Daniela Passarinho, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Leo Bassi, Marina Viana, Márcio Mattana, Leonarda Glück e Patricia Cipriano.

O premiado ator e diretor Rafael Camargo, dá continuidade a sua pesquisa sobre imobilidade e fracasso no espetáculo "Eu se errei", a partir da obra de Jamil Snege, importante escritor curitibano, falecido em 2003. Rafael responde pela dramaturgia, atuação e direção e conta com a colaboração do ator Luis Melo.

Para o encerramento, o Curitiba Mostra convida os artistas Ronie Rodrigues e Gladis Tridapalli que apresentam "Pão com Linguiça", a mais recente criação da Entretantas Conexões em Dança, e que busca se aproximar do público em um espetáculo festivo, que traz a carnavalização como forma de luta e resistência.

Além dos espetáculos inéditos a mostra conta com o Curitiba Urge, Encontrosnecessários e capitaneado pela atriz Patricia Cipriano, o bar oficial da Curitiba Mostra, que abre todos os dias às 17h, na área externa do teatro, promovendo encontros, apresentações, bate-papos e mostrando mais um pouco do que aqui se faz e resiste!

CURITIBA URGE:
1 a 9 de abril 19h
Afim de abrir mais espaço para que artistas da cidade possam mostrar seus trabalhos, foi criado o Curitiba Urge, buscando ampliar vozes e reflexões sobre o momento que vivemos. Aberto a manifestações heterogêneas de shows musicais, manifestos, performances, leituras, pequenas cenas e outras ações artísticas, a serem apresentadas na área externa do Teatro José Maria Santos. A programação já conta com a exibição de Pássaros Ruins, vídeos de poetas de Curitiba. As inscrições das propostas estão livres aos interessados.

Participe do Curitiba Urge. Inscreva seu trabalho pelo e-mail: espacocenicocuritiba@gmail.com

ENCONTROSNECESSÁRIOS
A promoção de encontros tem marcado a linha de atuação do Espaço Cênico desde seu início. Criado em 2003, o projeto Encontrosnecessários propõe um olhar sobre a criação, formação e difusão cultural, com convidados de distintas áreas.

Encontros e bate-papos que compartilham os vários olhares e vivências dos participantes e público interessado. Em seus quase 15 anos de realização, esta ação registra o que vem sendo produzido e pensado em Curitiba e em outras cidades.

Equipe Curitiba Mostra
Idealização e Coordenação: Gabriel Machado e Nena Inoue; Iluminação: Beto Bruel; Design de Som/Trilha Sonora Original: Jo Mistinguett; Figurinos: Carmen Jorge; Cenografia: Ruy Almeida; Projeto Gráfico: Martin Castro; Videos: Alan Raffo; Fotografia: Marcelo Almeida; Operação de Luz: Erica Mitiko; Assistente de Produção e Comunicação: Victor Hugo; Produção: Adriano Esturilho e Samara Bark; Realização: Espaço Cênico.

Programação:

\todas/

DATAS: 1, 4, 5 e 7 de abril
Faixa etária: maiores de 16 anos
Dramaturgia: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela, livremente baseada na obra de Luci Collin; Direção: Giorgia Conceição; Atuação: Helena de Jorge Portela.

Três mulheres se encontram no plano da ficção: uma atriz, uma diretora e uma autora. No palco, elas ensaiam a criação de suas vidas. A ancestralidade e o futurismo de uma história de mulheres. Três personagens que ora se mesclam, concordam; ora dissonam, transbordam. Três momentos de vida, um encontro. \todas/ é um espetáculo que tem como estopim a obra da autora curitibana Luci Collin. As presenças da autora, atriz e diretora celebram àquelas \todas/ que por esses palcos da vida já passaram.

Momo: Para Gilda com Ardor
DATAS: 1, 2, 6 e 8 de abril
Faixa etária: maiores de 18 anos
Concepção e performance: Ricardo Nolasco. Colaboração: Daniela Passarinho, Leo Bassi, Marina Viana, Leonarda Glück, Patricia Cipriano, Márcio Mattana, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Núcleo O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas.

Pés marcados no cimento quase duro de uma política de revitalização.
No corpo do performer entrelaçam-se mitologias,
memórias, percursos, vidas, acontecimentos.
É um recipiente alquímico – encruzilhada
- lápide sacrificial.
Carta manifesto pscicomagia rito jocoso para Curitiba
carregada de sarcasmo e ironia
um espetáculo bufo. uma tragédia pós e pré dramática
uma opereta work in progress xamã. Ditirambo.
Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.
Gilda é puro Jazz.

Para não morrer
DATAS: 2, 3, 7 e 8 de abril
Faixa etária: maiores de 18 anos
Um solo de Nena Inoue em parceria com Babaya e dramaturgia de Francisco Mallmann, a partir da obra de Eduardo Galeano;
A dramaturgia de Francisco Mallmann, inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina. A peça apresenta uma mulher que fala e com ela, junto dela, muitas outras. Diferentes lugares, vidas e momentos históricos se mesclam em uma voz que tem urgência em dizer e a coragem de narrar, contar. Sobre uma voz que não pode mais esperar e sobre todas as coisas que querem e precisam ser ditas, por insistência, denúncia e memória. Para não morrer é corpo presente. Contragolpe. Exercício de resistência.

Eu se errei
3, 4, 5 e 6 de abril
Faixa etária: maiores de 16 anos
Escrito, dirigido e atuado por Rafael Camargo, um monólogo a partir da obra de Jamil Snege, com colaboração de Luis Melo;
Da obra de Jamil Snege, “O Turco.”
Feroz e irreverente, brilhante e cáustico o universo labiríntico de Snege constrói a dramaturgia de “Eu se errei”. A estética da inação perseguida por Rafael Camargo e sua imobilidade na cena serve de metáfora e suporte para o “fracasso” buscado por Jamil Snege. Um ator que não se move, um pássaro que não voa, um escritor que paga para escrever o que quer com o que ganha para escrever o que não quer. Errar é o maior acerto.

Programação Encontrosnecessários:
Segunda-feira 3 de abril às 17h:
Artistas Gestores em Espaços de Ação e Formação - Mediação: Nena Inoue, Babaya (BH), Gabriel Machado e outros convidados.

Terça-feira 4 de abril às 17h:

Ação na Cidade - Mediação: Ricardo Nolasco, com Erro Grupo (Floripa), Toda Deseo e Marina Viana (BH).

Quarta-feira 5 de abril às 17h:
A obra de Jamil Snege - Com Rafael Camargo, Daniel Snege, Diego Fortes e outros.

Sexta-feira 6 de abril às 17h:
Mulheres nas Artes e no Teatro Brasileiro - Mediação: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela e outras convidadas.

Sábado dia 8 de abril às 17h:
Bocas Malditas - Lançamento do Bocas Malditas, site de crítica e escritos reflexivos e uma conversa-discussão sobre crítica, registro e documentação das artes cênicas em Curitiba, com Francisco Mallmann, Henrique Saidel e convidados.

ENCERRAMENTO/FESTA DA PROGRAMAÇÃO DA CURITIBA MOSTRA - O que governos fascistas têm em comum é o desejo de suprimir a alegria de seu povo. Pão com Linguiça instaura um encontro e, com uma dose de insanidade, é tentativa de evocar a alegria, o humor e uma espécie de reflexão que se dá no corpo que dança.

Pão com Linguiça é carnavalização e desbunde. É convite pra morrer de amor, sobreviver a um golpe, atravessar um luto. Se o corpo do bailarino é um campo de batalha, ele é também um bordel, um circo de horrores, uma festa.

Contatos:
Nena Inoue 41 99236 9466
Gabriel Machado 41 996115910
Victor Hugo 41 99684 9506.

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segunda-feira, 27 de março de 2017

RELEITURA DE “ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS” PROPÕE AOS JOVENS “ENCARAR O MUNDO DE FRENTE”



Coelho Branco, Rainha de Copas, Chapeleiro Maluco, Lebre de Março! São os personagens do famoso romance de Lewis Carrol “Alice no País das Maravilhas”, que chegam à mostra FRINGE do 26o Festival de Teatro de Curitiba.

“Alice, Uma Quase Ópera Punk-Rock Contemporânea” é um espetáculo feito por jovens para jovens. São vinte e cinco atores da “Cia Poéticas da Cena Contemporânea” (ES), em uma linguagem ousada e híbrida, que lança mão de projeções, coralidade, multiplicação de personagens e performatividade, além de uma trilha sonora marcante.

São muitas as questões que “Alice” suscita na formação de um jovem. Entre elas, a perspectiva de encontrar um lugar em um mundo que, muitas vezes, nos parece inóspito. A protagonista é uma garota que enfrenta esta questão com coragem e determinação, não se acanhando frente a estranheza de seus personagens e gratuidade de certas relações sociais. Este mundo, também metafórico de nosso interior, precisa ser reconhecido e elaborado, para que um lugar seja nele construído.

A Cia Poéticas da Cena Contemporânea dedica-se à pesquisa da linguagem cênica na Universidade Vila Velha (ES). As apresentações fazem parte do projeto “Circulação-Alice: Encare o Mundo de Frente”.

SERVIÇO:
O QUÊ: “Alice, Uma Quase Ópera Punk-Rock Contemporânea”
SINOPSE: “Alice” mistura o lírico com o cômico na poética contemporânea para contar a história de uma moça que se perde nas labaredas das suas fantasias, encontra personagens inusitados e enfrenta o seu mundo interior com coragem e determinação.
COM: Cia Poéticas da Cena Contemporânea (ES)

DATA E HORÁRIO: 01/4 as 19h e 02/04 as 10h

DURAÇÃO: 60 min

CENSURA:
Livre

ONDE: Teatro Cleon Jacques. R. Mateus Leme, 4777, São Lourenço, Curitiba– (41) 3253-2823

QUANTO: R$20,00 a meia.

SITE:
www.encareomundodefren.wixsite.com/alice
BLOG INTERATIVO: www.encareomundodefrente.blogspot.com.br/

E-mail:
encareomundodefrente@outlook.com
Contato: (27) 9.9608.7996
Fanpage da Peça, aqui
Página do
Evento, aqui


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quinta-feira, 23 de março de 2017

BANGUÊ #8 MÊS DAS ZIKAS



## BANGUÊ ##
RITMO, POESIA & CONSCIÊNCIA

MÊS DAS MULHERES, MÊS DAS ZIKAS. Continuando o legado de Dina Di, estamos aqui para comemorar em uma edição diferenciada para exaltar o hip hop como forma de empoderamento. Sem flores e bajulação, com muita rima, ideia quente e cultura!

A Banguê tem objetivo de levar a cultura hip hop para todos. Proporcionando um bom domingo, levando informação e levantando questões sociais a todos os parceir@s que colarem, além de cada edição ajudar alguma instituição ou lar. A mudança começa em cada um de nós até se tornar coletiva.

EVENTO GRATUITO
Traga a família!

>> NO LOCAL
Roda de Conversa
Mostra de Dança Feminina
Slam de Poesia
Discotecagem + Pockets Shows
Graffiti (Live Painting)
Flash Tattoo
Bazar e rango
Exposições de arte

>> ARRECADAÇÃO SOLIDÁRIA
Vamos arrecadar alimentos não perecíveis (arroz, feijão, farinha, enlatados, etc), material escolar (cadernos, lápis, massinha, etc) e artigos para bebês (fraldas, leite em pó, mamadeiras, brinquedos, roupas, etc). EM MEMÓRIA DA NOSSA PARCEIRA LUANA MEDEIROS!

>> SORTEIOS
Quem contribuir com doações concorre a uma Tattoo da Anastasia Pugacheva (Insomnia) de R$150.

LOCAL:
Palácio Dos Estudantes - Casarão da UPE
Presidente Carlos Cavalcanti, 1157 - São Francisco, Curitiba

ARTE e ORGANIZAÇÃO: Numa Godoy
REALIZAÇÃO: AHHEMP
APOIO: Um Baile Bom, MOIO, Anastasia Pugacheva e FATO Agenda

IMAGEM: Erykah Badu e Negahamburguer

Confira a página do evento, aqui

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quarta-feira, 22 de março de 2017

PALESTRA DE ALBERTO MANGUEL DISCUTE O FUTURO DO LIVRO

Palestra de Alberto Manguel, diretor da Biblioteca Nacional da Argentina, discute o futuro do livro

A Biblioteca Pública do Paraná recebe neste sábado o diretor da Biblioteca Nacional da Argentina, Alberto Manguel. Com início às 10h, o evento faz parte das comemorações de 160 anos da BPP, completados no dia 7 de março. Autor de dezenas de livros, Manguel vai falar sobre a sua experiência de leitor, a sua íntima relação com as bibliotecas e também sobre outros assuntos relacionados à sua própria obra. A entrada é gratuita. Haverá tradução simultânea da palestra.

Serviço:
Palestra com Alberto Manguel
Dia 25, às 10h
Haverá tradução simultânea
Auditório Paul Garfunkel, 2º andar
Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro de Curitiba)
Informações: (41) 3221-4917
Entrada Gratuita


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sábado, 18 de março de 2017

[ESCREVEDOR DE HISTÓRIAS] PERFORMANCE DE LANÇAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DA PUBLICAÇÃO

[escrevedor de histórias] foto elenize dezgeniski
Sustenido Produções, Tanta e Rumo Empreendimentos Culturais apresentam:
[escrevedor de histórias] Performance de lançamento e distribuição da publicação.

Em 2016 Curitiba recebeu a performance [escrevedor de histórias], uma criação de Marcel Szymanski em parceria com Rafael Camargo. Com acesso gratuito, o projeto foi realizado com o apoio do Fundo Municipal da Cultura – Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, passando por diversos pontos de cidade, como Regionais e Ruas da Cidadania.

[escrevedor de histórias] nasceu em 2015 a partir da experiência de Marcel Szymanski no projeto “Perca o ponto mas não perca a História”, ação em que a performance era integrada. O ator em parceria com o diretor e dramaturgo Rafael Camargo, em 2016, sentiram a necessidade da continuidade deste personagem e seus desdobramentos, que ocupando espaços urbanos do transporte público e logradouros, comoveu, reuniu e provocou emoções das mais variadas. Através do encontro do personagem com as pessoas, no acaso, percebeu-se a importância e a necessidade do encontro, do cultivo da memória, de se pensar na saudade como possibilidade do reencontro, de se reescrever enquanto se constrói. Um registro da nossa cultura através de pequenos fragmentos de histórias.

A Performance Cênica conta com a direção de Rafael Camargo, que também assina ao lado do ator Marcel Szymanski a curadoria das histórias vivenciadas por frequentadores das Ruas da Cidadania que fazem parte da publicação impressa com alguns fragmentos, a ser lançada no dia 05 de abril de 2017, na Alfaiataria Cultural, tendo distribuição gratuita aos participantes e comunidade em geral.

“[escrevedor de histórias] é uma maneira de pensar sobre o conviver urbano, a era digital, o analógico, as relações interpessoais, a literatura, a memória, a noção de pertencimento, a cultura, a experiência individual e coletiva”, segundo o diretor Rafael Camargo.

Na performance, o ator munido de sua máquina de escrever, encontra o público afim de ouvir suas histórias e, datilografando, registrá-las. Outra ferramenta de diálogo com o público é a utilização de poemas e textos oriundos da Literatura Paranaense, por exemplo, aproximando a comunidade curitibana a grandes escritores, como um estímulo ao hábito da leitura, da escrita e da criação artística.

O projeto contou ainda com um diário eletrônico das histórias e vivências, que poderá ser acessado via internet(www.facebook.com/escrevedordehistórias), bem como uma oficina teatral onde o ator Marcel Szymanski, propôs a ampliação das possibilidades artísticas e de cidadania, valendo o direito de todo indivíduo. Segundo Szymanski: “Aquele que observa atentamente a si e seu meio social, e a partir destes, extrai a matéria prima para sua obra, intervenção, apresentação, etc; reconquista a possível prática do senso crítico, social e estético, pois todo cidadão possui um papel importante na sociedade, e de forma artística poderá dar ainda mais vazão às suas opiniões e questionamentos”.

Sobre o Escrevedor do [escrevedor de histórias]

Ele teria 95 anos de idade nos dias atuais, mas como num filme de ficção científica, entrou numa espécie de máquina do tempo.

Viveu num tempo em que não havia computador, muito menos internet. Sempre acompanhado de sua máquina de escrever, sua caixinha de música, sua mini luneta, e seu exemplar do menor livro do mundo.

Procura registrar histórias em sua máquina de escrever: histórias de amor, histórias de saudade, histórias de luta, histórias de perseverança, histórias de fé, histórias de vida. Cartas para mandar e para não mandar. Busca o olhar nostálgico daqueles que já possuem uma certa experiência, ao se deparar com uma máquina de escrever e todas as lembranças que ela os traz, para contrastar com a novidade no brilho do olhar das crianças, que veem pela primeira vez um objeto que parece não ter mais utilidade, mas que imediatamente as convida para uma divertida experimentação de como as palavras tomam forma através das batidas e da sonoridade das teclas.

Histórias.

Histórias para contar, escrever, ler, ver e ouvir.

SERVIÇO:

Performance de lançamento e distribuição da publicação
Data: quarta-feira, dia 05 de abril de 2017.
Horário: 19h
Entrada Franca (sujeito a lotação)
Local: Alfaiataria Cultural – Rua Riachuelo, 266 – Centro de Curitiba.
Para saber mais, acesse: www.facebook.com/escrevedordehistórias

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES:
Marcel Szymanski:
escrevedordehistorias@gmail.com

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quarta-feira, 15 de março de 2017

CONCURSO NACIONAL NOVOS POETAS. PRÊMIO SARAU BRASIL 2017

Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Sarau Brasil 2017.

Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos.

Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.

O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.

A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Sarau Brasil 2017. Antologia Poética.

Concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas

De 05 de março a 05 de junho de 2017 pelo site: www.concursonovospoetas.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade

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terça-feira, 14 de março de 2017

SELVÁTICA AÇÕES ARTÍSTICAS ESTREIA O ESPETÁCULO LINDA BLAIR ENTRA NA SALA NA CASA SELVÁTICA

Linda Blair Entra na Sala Foto de Amira Massabki
Comemorando cinco anos de resistência, o coletivo independente de artistas estreia espetáculo em sua sede no bairro Rebouças

Nesta sexta-feira, dia 17 de março, o coletivo curitibano Selvática Ações Artísticas apresenta em sua sede, o sobrado cor de rosa localizado no bairro Rebouças, o espetáculo inédito Linda Blair Entra na Sala. A montagem é centralizada na figura da mulher como anti-heroína: em uma sequência de cenas do cotidiano Linda está sempre em oposição a figuras masculinas. As cenas, que culminam em situações absurdas, são carregadas de mensagens feministas e evidenciam como a cultura ocidental tende a demonizar a imagem da mulher historicamente.

Escrita em 2003 pela dramaturga Leonarda Glück, Linda Blair Entra na Sala, apesar de levar no título o nome da atriz de cinema do clássico O Exorcista, foi escrito em um período em que a dramaturga assistia ao filme O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, em que uma mulher sempre é levada ao erro por seus parceiros e familiares. “Todos os planos dessa mulher fracassam e ela está presa numa situação que aparentemente não tem solução”, comenta Glück.

Segundo a autora, o próprio título do texto é uma brincadeira com o fato de a atriz Linda Blair ter ficado por anos estigmatizada por um único filme e posteriormente “ficar presa numa maldita trap do sistema fazendo participações especiais e filmes de menor visibilidade”.

O ponto inicial do projeto foi em 2015 no evento "Clássicos Inéditos de Leonarda Glück", um ciclo de leituras dramáticas promovido pelos artistas da Casa Selvática, evento esse que apresentava ao público diversos dos textos de Leonarda, que é a primeira dramaturga transgênera a ser publicada no país.

A encenação, assinada pela artista selvática Semy Monastier, carrega um universo de referências pop que vão, além da óbvia Linda Blair.

Equipe de Criação
Texto: Leonarda Glück
Direção: Semy Monastier
Elenco: Patricia Cipriano, Lucas Tatarin, Matheus Henrique e Victor Hugo
Sonoplastia: Jo Mistinguett
Iluminação: Fábia Regina
Imagens: Amira Massabki

Serviço:
LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
De 17 a 26 de Março sempre às 20h na Casa Selvática
Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças, Curitiba
R$20 e R$10 (meia entrada)
www.selvatica.art.br
Confira a página do evento, aqui

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

PRÊMIO SESC DE LITERATURA

O PRÊMIO SESC DE LITERATURA é promovido pelo Sesc – Serviço Social do Comércio, e objetiva premiar obras inéditas nas categorias CONTO e ROMANCE, destinadas ao público adulto, escritas em língua portuguesa, por autores brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil.

Em cada inscrição o candidato deverá enviar um livro inédito, ou seja, que nunca tenha sido publicado. Entende-se por publicação o processo de edição de uma obra literária e sua distribuição em livrarias ou pela internet, ainda que o livro não possua número de registro no ISBN. Obras lançadas em plataformas digitais não poderão ser inscritas, ainda que disponíveis para download gratuito.

2 – O candidato não poderá ter nenhum livro publicado na categoria em que se inscrever. Cada concorrente poderá participar com apenas uma obra em cada categoria. Caso participe em ambas categorias, as inscrições deverão ser realizadas separadamente.

3 – A obra deverá ser anexada à inscrição online, cujo formulário está disponível no site.

IV – PREMIAÇÃO

1 – O resultado do PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2017 será divulgado em junho de 2017.

2 – O vencedor de cada categoria terá sua obra publicada e distribuída comercialmente pela editora Record, com uma tiragem inicial mínima de 2.000 exemplares. Cada vencedor assinará contrato de publicação com a editora, que ficará responsável pelos termos de edição.

3 – O Sesc irá adquirir um mínimo de 1000 exemplares da primeira edição de cada obra vencedora, para utilização em ações culturais e inserção no acervo das bibliotecas da instituição.

4 – A cerimônia de premiação tem data prevista para novembro de 2017.

5 – O autor vencedor de cada categoria poderá participar de lançamentos da obra em eventos culturais promovidos pelo Sesc, que assumirá os custos de locomoção, alimentação e estadia do escritor.

Confira todas as informações,
aqui


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TESÃO



Galera, faço umas músicas. A gravação é bem precária, mas se por acaso alguém gostar, o meu canal é esse aqui

Música TESÃO de Leandro Hammerschmidt - gravada dia 06 de janeiro de 2017.

TESÃO

O tesão do olho é o sono
O tesão da lesma é o sal
O tesão do amor, o abandono
O da China, o Nepal

Sorvete: tesão americano

O tesão do índio é a chicha
O tesão da xuxa é a sasha
Do scoob é o salsicha
O tesão do croata é a gravata
E o que faz a bruxa voar é a batata

O tesão do pecado é o molho
O tesão do sonho é o olho

E o meu tesão é você!
E o meu tesão é você!
O meu tesão é você!
E... eu sei que é clichê

O tesão do olho é o sono
O tesão da lesma é o sal
O tesão do amor: o abandono
O da China: o Nepal

Sorvete: tesão italiano

O tesão do (amer)índio é a chicha
O tesão da xuxa é a sasha
Do scoob é o salsicha
E do croata é a gravata
O que faz voar a bruxa é a batata!
O tesão do pecado é o molho
o tesão do sonho é o olho

E o meu tesão é você!
E o meu tesão é você!
O meu tesão é você!
E eu sei que é chiclé

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TV:
"Janela: tv de gato. Natureza: tv de índio. Virilha: tv de macho – ligado ao infinito"

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domingo, 1 de janeiro de 2017

CONCURSO CONTO CURITIBA

O Concurso CONTO CURITIBA promovido pela Freguesia do Livro tem como objetivo principal incentivar, valorizar e reconhecer a atual produção literária dos autores de língua portuguesa. Escolhendo a cidade de Curitiba como tema, abre um espaço para toda a comunidade para expressar seu olhar sobre a cidade por meio da escrita.

DAS INSCRIÇÕES:
As inscrições estarão abertas de 02 de dezembro de 2016 até o dia 25 de janeiro de 2017 salvo prorrogação expressamente anunciada.

Confira todas as informações através deste link

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

9ª MOSTRA CENA BREVE CURITIBA - A LINGUAGEM DOS GRUPOS DE TEATRO

Cicciolina's Breakfast – foto de Elenize Dezgeniski
Inscrições abertas até 10 de fevereiro de 2017

Estão abertas as inscrições para participação na 9ª MOSTRA CENA BREVE CURITIBA – a linguagem dos grupos de teatro. As candidaturas vão até o dia 10 de fevereiro de 2017, devendo ser encaminhadas para o e-mail cenabrevecuritiba@gmail.com. Para se inscrever, os grupos interessados devem propor cenas de, no máximo, 15 minutos. Veja o regulamento no site www.ciasenhas.art.br. Os projetos inscritos serão avaliados por uma comissão composta por integrantes da CiaSenhas e profissionais do teatro. O resultado será divulgado na primeira semana de março/2017.

Como em edições anteriores – a primeira aconteceu em 2005 - o objetivo da Mostra é criar um espaço de apresentação, compartilhamento de ideias, experimentações estéticas dos grupos e encontros entre artistas de várias cidades do Brasil e o público, que costuma lotar o teatro. Esta iniciativa proporciona aos espectadores a apreciação de uma programação diversificada da produção cênica contemporânea.

A Mostra Cena Breve deixou de acontecer por quatro anos consecutivos devido à dificuldade de captação de recursos, mas a produção já está a todo vapor para a edição de 2017. Desta vez a Mostra irá ocupar o Teatro José Maria Santos no período de 26 a 30 de abril de 2017.

Inscrições até 10/02/2017
No site: www.ciasenhas.art.br
Informações: 41-3222-0355

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTA
Fernando de Proença / 41.99996.5292 


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terça-feira, 22 de novembro de 2016

SELVÁTICA ESTACIONA SEU FRETE DE VEDETE NO TEATRO NOVELAS CURITIBANAS


Coletivo curitibano apresenta seu variado repertório em mostra acompanhado de um ônibus que venderá comida estacionado ao lado do teatro

É na união entre arte e gastronomia que a Selvática Ações Artísticas irá empreender seu mais novo projeto, FRETE DE VEDETE - INVASÃO SELVÁTICA NO NOVELAS CURITIBANAS, que finalizará os trabalhos do grupo no ano de 2016, ao estacionar o food bus Bistrônibus no Teatro Novelas Curitibanas do dia 24 de novembro ao 11 de dezembro. Os artistas do Espaço Cultural Casa Selvática – o sobrado cor-de-rosa mais famoso do bairro Rebouças – apresentarão seu variado repertório, construído artesanalmente ao longo dos últimos cinco anos, em mostra no Teatro Novelas Curitibanas. O Bistrônibus ficará localizado no estacionamento do teatro e venderá sanduíches e bebidas sempre das 17 horas até o início das apresentações dentro do teatro, às 20 horas, de quinta a domingo.

A programação surge do desejo dos artistas selváticos de reunir um pouco de todas as ações que o coletivo criou e produziu na Casa Selvática, espaço cultural independente gerido há quase cinco anos coletivamente pelos seus artistas residentes.

Desta forma, a primeira semana será composta pela estreia do espetáculo As Tetas de Tirésias – Por Onde Andará Nani Ashley?, estrelado pelas atrizes Leonarda Glück e Patricia Cipriano, numa proposta de obra em progresso que parte da peça homônima de Guillaume Apollinaire e pela leitura dramática de Jesus Vem de Hannover, texto de autoria da dramaturga curitibana Leonarda Glück.

Na segunda semana será vez da estreia do espetáculo inédito Cutelo Assassino - Uma Tragédia Grega de Atrocidades, criação dos artistas Ricardo Nolasco e Patricia Saravy, com dramaturgia também de Glück, e pela Feira da Ladra, espaço aberto para a venda de livros, zines e outras publicações independentes.

A terceira semana será composta, na quinta-feira, pela apresentação de cenas, números e danças eróticas do grupo de pesquisa A Reinvenção do Cabaret. Na sexta-feira terá vez o show musical Por que não tem paquita preta?, da atriz e cantora Simone Magalhães e pelo solo de dança contemporânea Coágulo, do bailarino Gabriel Machado. No sábado a performance eletroacústica SN50, de Ricardo Nolasco em parceria com a DJ e produtora musical Jo Mistinguett e pela performance Colokada, do artista Leo Bardo. A programação será encerrada no domingo, dia 11 de dezembro, com o show da banda feminina neo-punk Horrorosas Desprezíveis em Opereta de 50ml e com a quarta edição do Natal Tropical, festa apresentada pela drag queen selvática Dalvinha Brandão, que contará com a entrega do Troféu Cabeça de Chinchila, uma sátira aos prêmios de teatro e arte brasileiros, que irá agraciar os melhores e os piores do teatro curitibano na opinião da comissão soberana formada pelos artistas selváticos.

Confira detalhes da programação no site oficial da Selvática: www.selvatica.art.br

SERVIÇO:
FRETE DE VEDETE - INVASÃO SELVÁTICA NO NOVELAS CURITIBANAS
24 de novembro a 11 de dezembro às 20h - R$15,00
Bistrônibus - das 17 às 20h
Teatro Novelas Curitibanas
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco – Curitiba – Paraná
ACEITAMOS CARTÕES
Frete de Vedete  - Invasão Selvática no Novelas Curitibanas. Foto de Fábia Regina

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domingo, 20 de novembro de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO SARA E PITOCO E BATE-PAPO



A obra, que retrata a relação de amor e amizade entre a menina Sara e o cachorrinho Pitoco, será lançada em formato e-book. Na ocasião haverá exposição das obras e bate papo com os artistas

Você acredita em amor à primeira vista? Já imaginou ter um amigo inseparável para brincar, sonhar e contar mil histórias até cansar? Poder contar as estrelas juntos, brincar de pega-pega, ver o dia virar noite e a noite virar dia? A relação de amizade e afeto entre a menina Sara e seu cachorrinho de estimação é o tema abordado pelo livro infanto-juvenil Sara e Pitoco, de autoria de Geane Saggioratto e Ana Reimann, com ilustrações de Guilherme Bevilaqua. A obra, que teve sua primeira edição em 2008 e está esgotada nas livrarias de todo o país, será relançada em 2016 em e-book. Uma segunda edição do livro também está prevista para 2017, desta vez, os autores contam com um site de crowdfunding, o Catarse, para relançar a impressão.

Sara e Pitoco, o e-book, será lançado no dia 1º de novembro, às 19h, no Ateliê Laqua Parla. Na ocasião, haverá uma exposição com as obras do ilustrador do livro, Guilherme Bevilaqua, e um bate papo com os autores. Além do e-book, os artistas vão falar sobre a obra em que estão trabalhando atualmente, “Tisca, a Lagartixa”, com previsão de lançamento para o início de 2017.

Para a autora Geane Saggioratto, a relação com os animais de estimação são fundamentais e deixam memórias e experiências que ficam para sempre na vida das pessoas: “Eu desde criança corro atrás de cachorro, brinco com cachorro, me divirto, acho o máximo uma criança se relacionar com um outro ser, que também tem suas necessidades”, explica.

Com uma linguagem poética, divertida e lúdica, Sara e Pitoco encanta crianças e adultos. As ilustrações em aquarela foram pensadas para ressaltar as nuances dos personagens, devido a riqueza poética da técnica. O ilustrador Laqua explica também que tratou a linguagem das ilustrações como story-board, o que proporciona ao leitor uma participação mais intensa na história: “Eu acredito que a maneira como as ilustrações estão representadas causa o efeito de parecer que você está dentro da história. É como se o leitor estivesse com uma câmera na mão passeando junto com a Sara, observando tudo por um olho mágico”.

Se as imagens encantam pela ludicidade e pela belíssima aquarela, o texto encanta pela estrutura rimada e principalmente pela forma como as ideias de amizade e afeto são tratadas pela obra: “Quando fomos escrever a história, surgiu a pergunta: de que forma as crianças estão se relacionando não apenas com os animais, mas com outros seres vivos? E então pensamos na afetividade e na importância dela para as crianças e para a formação delas, como pessoas, como seres humanos”.

Como o tempo passou, mas os lúdicos personagens não foram esquecidos pelos leitores, que até hoje ainda procuram pela obra nas livrarias, os autores sentiram a necessidade e a vontade de lançar uma segunda edição da obra. E o momento não poderia ser melhor: o reencontro da equipe para a criação de uma nova obra, que está em processo, fomentou o desejo de continuidade do trabalho: “Sentimos a necessidade de lançar um e-book da obra, para levar o livro em um outro formato, dentro de uma nova linguagem, para as crianças que estão atentas as novas tecnologias.

Como houve uma pré-venda do e-book, os artistas já tiveram um retorno antes do lançamento oficial, como explica Ana Reimann: “O ebook despertou a vontade das pessoas terem a obra impressa em casa, foi muito bacana. Por isso que vamos lançar uma 2ª edição do livro impresso. Dessa vez pretendemos fazer mais exemplares e que o livro chegue até mais crianças, mais pessoas, enfim, que essa história de amor e amizade possa se prolongar por muitos anos nas mãos dessas crianças”.

A 2ª edição do livro Sara e Pitoco será viabilizada por meio do crowdfunding, financiamento coletivo que cada vez mais é usado para a obtenção de verbas para iniciativas que são de interesse coletivo. Os autores explicam que para esse livro, as recompensas para quem quiser colaborar são especiais. “Há bonecas, adesivos, obras em fine art, o próprio livro, além de outras gostosuras” afirma Geane Saggioratto. Para quem quiser colaborar, o livro está disponível no seguinte endereço: https://www.catarse.me/saraepitoco

EQUIPE
Geane Saggioratto – Artista e produtora cultural, há 20 anos produz para crianças em diversas áreas artísticas. Nos últimos anos tem desenvolvido um trabalho de pesquisa de conteúdos contemporâneos para o público infanto-juvenil, além de lecionar teatro para crianças em programas de arte e educação.

Ana Reimann – Artista e jornalista cultural, desde 2002 trabalha na investigação de linguagens voltadas ao público infanto-juvenil. Durante 10 anos foi produtora de conteúdo da RTVE do Paraná onde atuou como coordenadora de produção de conteúdo cultural e também foi responsável pela criação de uma série de interprogramas veiculados durante a programação infantil. Como artista independente, criou programas de radiojornalismo cultural também voltados para crianças.

Laqua – Ilustrador, cartunista e professor. Professor e proprietário da Escola Laqua Parla, um centro de formação técnica nas áreas de Ilustração Tradicional, Ilustração Infantil, Desenho de Humor e Animação 2D tradigital. Atualmente, também se dedica à criação de personagens e ilustrações para Livros Infantis e Curtas metragem de animação 2D.



Serviço:

Lançamento do e-book “Sara e Pitoco”
Data: 01 de novembro
Horário: 19h
Local: Ateliê e Escola Laqua Parla – Rua Jesuíno Lopes, 388 – Batel, em Curitiba
Entrada Gratuita

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

MELHOR IR MAIS CEDO PULAR DA JANELA

Melhor ir mais cedo pular da janela  foto de Cayo Vieira
Após circular pelo país pelo programa Petrobras Distribuidora de Cultura, MINHA NOSSA Companhia de teatro retorna a Curitiba com novo trabalho

Pela primeira vez em temporada em Curitiba, Melhor Ir Mais Cedo Pular da Janela, da Minha Nossa Cia. de Teatro, se apresenta no miniauditório do Teatro Guaíra de 01 a 18 de dezembro.

Melhor Ir Mais Cedo Pular da Janela é um solo do premiado ator Val Salles. Num apartamento aparentemente vazio, o ator dá voz a personagens que expressam sensações suicidas, estabelecendo diálogos que, com uma qualidade ao mesmo tempo realista e poética, expressam os transtornos e as evoluções em torno da tentativa de tangenciar a morte.

Pelo olhar da crítica de teatro Luciana Romagnolli: "No trajeto ínfimo que ele cumpre sobre o palco, pontuando com seu deslocamento físico a transição de planos dramatúrgicos, sua fala se estilhaça em outras vozes. O monólogo se transforma em um diálogo travado no interior da consciência humana."

A encenação, dirigida por Léo Moita, propõe um lugar para que as palavras possam viver. Com poucos movimentos de corpo, é a partir da voz que o público percorre, junto com o ator, os ambientes da dramaturgia. O espetáculo também conta com a iluminação de Raul Freitas e cenografia de Roberto Alvim.

A peça, criada em 2012 no Núcleo de Dramaturgia SESI-PR, é o segundo espetáculo da Minha Nossa Cia. de Teatro. Em sua estreia, foi destaque na Mostra de Dramaturgia SESI/Teatro Guaíra e também selecionada como um dos destaques no Festival de Curitiba de 2013 pela revista de teatro digital AntroPositivo. Participou do 6º Ciclo de Dramaturgia Sesi British Council (SP), do FILO - Festival Internacional de Londrina e da [mostra hífen de pesquisa-cena] (RJ).

Em atividade desde 2009, a Minha Nossa Cia. de Teatro realizou este ano uma turnê pelo norte e nordeste do país com seu primeiro trabalho "O Homem do Banco e a Amoreira", através do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Também em 2016, estreou o musical "Primavera Leste", a partir de texto de Diogo Liberano (RJ) e com direção de Dimis Jean Sores. Através do edital de incentivo à cultura de Paranaguá, realizou o espetáculo "Terceira Margem" e estreará em novembro "Formigas", solo de Inés Gutiérrez. Em 2017 estreará "O Leão no Aquário", com texto de Vinícius Souza (MG) e direção de Diogo Liberano.

SERVIÇO:
MELHOR IR MAIS CEDO PULAR DA JANELA
Data: de 01 a 18 de dezembro, de quinta a domingo.
Horário: 20h
Local: Miniauditório - Glauco Flores de Sá Brito
Rua Amintas de Barros, s/nº , centro de Curitiba
Ingressos: R$ 20,00 e R$10,00 (meia-entrada) / Preço com taxa administrativa já inclusa.
Gênero: Drama
Classificação etária: 16 anos
Duração: 35 minutos
Informações: (41) 34022736
Disk Ingressos: (41) 3315-0808

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

COLÉGIO MEDIANEIRA DISCUTE ARTE E CULTURA NA FLIM


Evento reúne nomes como Tom Lisboa, José Carlos Fernandes e Paulo Venturelli.

Começa quinta-feira (3/11) a Festa das Linguagens do Medianeira (FLIM), que receberá apresentações de dança, música e teatro, mostras de cinema e fotografia, além de palestras e bate-papos com nomes como o artista plástico Tom Lisboa, o editor Marcelo Amado, o escritor Paulo Venturelli e o jornalista e professor José Carlos Fernandes.

A festa promove o diálogo entre as múltiplas linguagens e expressões artísticas, celebrando a cultura, o respeito e a cidadania. Para Martinha Vieira, coordenadora do Centro de Artes do Medianeira, a variedade de manifestações permite novas experiências de percepção no público. “No ritmo em que vivemos é muito fácil perdermos nossa essência, nossas raízes. Acho que a arte é um vínculo que criamos com nós mesmos e o sentido da nossa existência”, afirma a educadora.

A FLIM é o resultado dos trabalhos realizados dentro e fora da sala de aula, é o momento em que estudantes e educadores partilham com a comunidade aquilo que aprenderam e descobriram por meio das trocas de experiências.

Vinícius Soares Pinto, coordenador de Midiaeducação do Medianeira, explica que a cultura, antes de tudo, é responsável pela humanização e consciência de quem somos. “A arte nos permite visualizar e encarar a realidade a partir de ângulos diversos. E diante de um mundo com discursos tão maniqueístas, a arte tem o poder de explicitar aos nossos olhos que não existe apenas um discurso ou uma verdade. Somos humanos, somos complexos e em constante transformação”, comenta.

Plural

A FLIM é um importante espaço democrático para o intercâmbio de ideia e vivências. As discussões, pautadas pela pluralidade, pela consciência e pela compassividade, trazem temas cotidianos e contemporâneos como empoderamento feminino, arte de rua, a narrativa e a cidade, a literatura como reflexão e intervenções urbanas.

Outro momento importante da FLIM é o lançamento da Coletânea de Textos, que neste ano será digital e trará, além da produção textual e de imagens, vídeos concebidos pelos estudantes. A iniciativa é, ao mesmo tempo, um incentivo à leitura e também à produção autoral nas mais diversas linguagens.

Em 2016, a FLIM traz dois importantes nomes da música curitibana: o cantor e compositor Léo Fressato, autor da música “Oração”, imortalizada pela Banda Mais Bonita da Cidade, e a grupo Sincopé, vencedor do edital Nossa Música e que fará o encerramento da Festa.

Sobre a FLIM

A FLIM nasceu em 2011 como desdobramento do projeto Sujeitos Leitores. Com o tempo incorporou novas linguagens e se tornou um dos eventos artísticos mais importantes de Curitiba. Pela FLIM já passaram nomes como Eliane Brum, Daniel Galera, Luiz Ruffato, Ignácio Loyola Brandão, Cristovão Tezza, Thiago Recchia, Ricardo Corona e Luiz Andrioli.

Serviço:
Festa das Linguagens do Medianeira (FLIM)
Quando: de 3 a 9 de novembro
Onde: Colégio Medianeira (Marginal da Linha Verde), 10.546 | Prado Velho | Curitiba/PR)
Entrada: Gratuita (palestras, mostras, apresentação grupo Sincopé) | R$ 20 e R$ 10 (apresentação Léo Fressato)
Consulte a programação completa aqui.


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FÓRUM IBERO-AMERICANO DE CRÍTICA DE TEATRO TRAZ ESPECIALISTAS À CAIXA CULTURAL CURITIBA

Críticos do Brasil, Portugal, Espanha Uruguai e Argentina prometem debater a crítica teatral da atualidade com quem faz teatro e com o público.

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 11 a 13 de novembro, Idiomas – Fórum Ibero- Americano de Crítica de Teatro. Durante três dias, em encontros com entrada franca, profissionais de teatro e público terão a oportunidade de debater a linguagem teatral da atualidade. O evento inédito em Curitiba trará à cidade especialistas nacionais e internacionais, que farão palestras seguidas de debates.

Idiomas propõe discussões aprofundadas sobre temas-chave do exercício da crítica de teatro e seus desafios na atualidade, além da formação de profissionais desta arte. Idealizado pela crítica de teatro Daniele Avila Small, criadora da revista eletrônica Questão de Crítica, do Rio de Janeiro, o evento tem curadoria dela e da crítica de teatro Luciana Romagnolli, fundadora do site Horizonte da Cena, de Minas Gerais.

Durante os três dias de programação, passarão pelo teatro da CAIXA Cultural Curitiba importantes pensadores da cena teatral de Portugal, Espanha, Uruguai, Argentina e do Brasil. As atividades serão na noite de sexta-feira (11), em três horários no sábado (12) e na manhã de domingo (13). A programação completa está disponível no endereço idiomasforum.wordpress.com 

Programação:

Data: 11 de novembro (sexta-feira)
Horário: das 19h às 22h

TRANSFORMAÇÕES E DESAFIOS DA CRÍTICA CONTEMPORÂNEA – PENÍNSULA IBÉRICA – com Rui Pina Coelho (Portugal) e Óscar Cornago (Espanha). Mediação: Daniele Avila Small (Rio de Janeiro).

Data: 12 de novembro (sábado)
Horário: das 10h às 12h30

PODERES E LEGITIMAÇÕES DA CRÍTICA DE TEATRO – com os críticos Bernardo Borkenztain (Montevidéu) e Welington Andrade (São Paulo) e da encenadora Sueli Araújo (Paraná). Mediação: Francisco Mallman (Paraná).

Horário: das 14h30 às 17h00

CRÍTICA DE CURADOR E DE PESQUISADOR – com a curadora Paula de Renor (Pernambuco), Rodrigo Eloi da Silva (São Paulo) e a pesquisadora Michele Rolim (Rio Grande do Sul). Mediação: crítica Soraya Belusi (Minas Gerais).

Horário: 18h00 Lançamento do site DocumentaCena – Plataforma de crítica

Horário: das 19h00 às 21h30

O CRÍTICO COMO ARTISTA E ESPECTADOR – com os críticos Patrick Pessoa e Mariana Barcelos (Rio de Janeiro), Daniel Toledo (Minas Gerais) e Jorge Louraço (Portugal). Mediação: Pollyanna Diniz (Pernambuco).

Data: 13 de novembro (domingo)
Horário: das 11h às 13h30

TRANSFORMAÇÕES E DESAFIOS DA CRÍTICA CONTEMPORÂNEA – AMÉRICA LATINA. Com o crítico teórico Jorge Dubatti (Argentina) e a crítica María Esther Burgüeño (Uruguai). Mediação: Luciana Romagnolli (Minas Gerais).

Serviço:

Fórum: Idiomas – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 11 a 13 de novembro de 2016 (sexta a domingo)
Horário: sexta, das 19h às 22h. Sábado, das 10h às 12h30, das 14h30 às 17h00, 18h00 e das 19h00 às 21h30. Domingo, das 11h às 13h30.
Ingressos: entrada franca mediante retirada de ingressos na bilheteria para a palestra do dia
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 20h, sábado, das 9h às 18h30, domingo, das 10h às 19h)
Classificação etária: livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Site: idiomasforum.wordpress.com

Informações e entrevistas:
Fabiana (assessora CAIXA Cultural Curitiba) – (41) 8403.1653
fabiana.fernandes@grupoinforme.com.br

Fernando de Proença (assessor Idiomas – Fórum Ibero-Americano de Crítica Teatral) – (41) 99965292  / fernandodproenca@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA www.caixa.gov.br/cultura


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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

SALOMÉ

SALOMÉ - foto Elenize Dezgeniski
Cia. de Teatro de Urubu e Rumo Empreendimentos Culturais apresentam: SALOMÉ

O Teatro Novelas Curitibanas recebe, a partir do dia 27 de outubro, a nova montagem da Cia. De Teatro do Urubu: Salomé. A peça fica em cartaz até o dia 13 de novembro, com entrada franca.

O texto, uma transcriação de Fausto Fawcett a partir da Salomé de Oscar Wilde, se cria na fricção entre literatura e teatro, onde questões relacionadas ao poder, amor, política e religião são os disparadores para as ações da cena, que emerge no trânsito entre narração e drama.

A encenação, assinada por Carolina Meinerz com colaboração artística de Nadja Naira, é uma bricolagem de linguagens teatrais que se configuram a partir da relação dos personagens com seus contextos. Em cena, um caleidoscópio existencial do homem contemporâneo e suas lógicas, um duelo construído na relação entre o individual e o coletivo.

Salomé, da Cia. de Teatro do Urubu, é uma tragédia contemporânea voluptuosa que evoca o espectador a transitar por um emaranhado de experiências sensoriais, a partir do embate das relações contemporâneas. No palco, os personagens respiram em um mundo paralelo, onde a ironia e a barbárie se instalam em uma luta vivaz e franca pela sobrevivência.

Salomé, na versão atualizada pelo grupo, é sedução pela palavra. É libido. É sinceridade. É máquina, cabeça e coração. É futuro.

SALOMÉ - foto Elenize Dezgeniski
SINOPSE
Quando a Lua Gigante estiver próxima demais da Terra e os sinalizadores inundarem de fumaça os céus, é sinal de que Habemus Apocalipse! Ventos cheios de sangue varrerão o planeta e as cidades vão se transformar no que sempre foram: Coliseus de luta pela sobrevivência e pelas rações de afetos. Salomé é a história de alguém que pede a cabeça de outro alguém numa bandeja de prata. Uma longa música cheia de nuances, um hino progressivo rock cheio de ataques punk metal de forró pé de serra elétrica hard core.



SALOMÉ POR FAUSTO FAWCETT


"Adaptar Salomé de Oscar Wilde. Adaptar um mito bíblico a partir do texto peça do grande poeta/ pensador da decadência com elegância. Gênio da ironia eterna. Carol Meinerz me deu essa missão e lá fui eu. Adaptar esse texto foi como adaptar um organismo na evolução biológica ao ambiente da atualidade tecnobrutal que se apresenta tornando-o apto a preservar/incrementar o impacto da história, o impacto das personagens. Preservar/incrementar a crueldade sarcástica, erótica, moral e filosófica da Bíblia presente na carne do P.A.U (Perturbado Agora Urbano). Minha tarefa foi adaptar Salomé à fúria criativa da Companhia do Urubu dirigida por quem entende dessa fúria: Nadja Naira e a própria Carol Meinerz (a ruiva a quem sempre entregarei minha cabeça).

Missão dada. Missão cumprida. Salomé via Companhia do Urubu não sairá mais das suas mentes, corações e baixo ventre. Salomé a todos." Fausto Fawcett

CIA. DE TEATRO DO URUBU

A
Cia. de Teatro de Urubu pinta a singeleza das almas arremessadas pela arte - como a honestidade do sarcasmo e o sobrevôo de um urubu - rumo à elaboração de uma coerência e beleza outras. Começamos nossa emboscada em 2015 com a estreia do espetáculo Urubu Comum, em Curitiba. Agora, com tecno-pílulas-de-carnalidade-absoluta, abatemos Salomé. E, para este trabalho, contamos com a distinta mão criadora de Nadja Naira para arremeter.

FICHA TÉCNICA
Direção Carolina Meinerz
Dramaturgia Fausto Fawcett
Colaboração Artística e Ensaiadora Nadja Naira
Assistência de Direção Diego Marchioro
Coordenação Artística Carolina Meinerz e Michelle Pucci
Direção de Movimento e Coreografia Carmen Jorge
Elenco Anderson Caetano, Carolina Meinerz, Gustavo Gusmão, Igor Kierke, Michelle Pucci, Muhammad Chab
Preparação Vocal Michelle Pucci
Figurino Paulo Vinícius
Visagismo Andy Perreto e Fernanda Perreto
Cenografia e Adereços Guenia Lemos
Trilha Sonora Original Felipe Ayres e Rodrigo Stradiotto
Iluminação Victor Sabbag
Designer Gráfico Luca Fischer
Projeções Igor Kierke
Fotografia Elenize Dezgeniski
Registro de Vídeo e Teasers Alan Raffo
Assessoria de Imprensa Fernando de Proença
Direção de Produção Diego Marchioro
Produção Rosa Aragón
Assessoria Jurídica Luiz Roberto Meira - Harlequim Produções
Realização Rumo Empreendimentos Culturais e Cia. de Teatro do Urubu

SERVIÇO:
Teatro Novelas Curitibanas
(R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco – Curitiba - Tel: (41) 3321.3358)
de 27 de outubro a 13 de novembro / quinta a domingo às 20h00
Classificação 16 anos
Duração 90 min
ENTRADA FRANCA (sujeito a lotação)

Confira a página do evento, aqui

AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Fernando de Proença (41) 9996.5292

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CHAMADA ABERTA PARA ENVIO DE ORIGINAIS



"
atenção!
chamada aberta
para envio de originais
até 30.out!

mais informações aqui

(na foto, chantal akerman no filme "je tu il elle", 1974)


fonte: Revista Ensaia

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