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terça-feira, 11 de abril de 2017

CURITIBA MOSTRA RESISTE NO TEATRO ZÉ MARIA

Ricardo  Nolasco na peça Momo: Para Gilda com Ardor
 Após integrar a mostra oficial do Festival de Curitiba em 2017, a Curitiba Mostra permanece esta semana no teatro Zé Maria com apresentações gratuitas

Em clima de resistência, a partir de terça feira a Curitiba Mostra permanece no teatro Zé Maria em sua segunda edição com cinco espetáculos inéditos que realizam apresentações únicas de terça a domingo sempre ás 20h com entrada gratuita.

A mostra reúne trabalhos autorais através de criações compartilhadas em cinco espetáculos inéditos. A partir da obra dos escritores curitibanos Jamil Snege e Luci Collin, da obra de Eduardo Galeano, bem como uma evocação à travesti Gilda, a proposta da mostra é articular pensadores e artistas em distintas parcerias e formatos de criação, com forte caráter político e histórico.

Segundo os idealizadores do projeto, a atriz e diretora Nena Inoue, e o diretor Gabriel Machado: "Essa edição é um contragolpe aos retrocessos correntes. Re-existiremos com arte e festa a esta caretice, a estes tempos sombrios".

Nena Inoue, além de idealizadora, participa da mostra com o espetáculo Para não morrer, seu primeiro solo em quase 40 anos de carreira, uma parceria inusitada com a preparadora vocal Babaya e o jovem escritor e crítico Francisco Mallmann, que inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina.

Também partindo do universo feminino, as artistas Helena de Jorge Portela, Catharine Moreira e Giorgia Conceição, apresentam \todas/, espetáculo inspirado na obra da curitibana Luci Collin. O espetáculo será inteiramente sinalizado em libras e falado em português, e com a participação de uma mulher surda, busca incluir esta comunidade como público ativo da mostra.

Já o ator e diretor Ricardo Nolasco, realiza também seu primeiro solo Momo: Para Gilda com ardor, que é uma evocação a travesti Gilda, figura pública das ruas e do carnaval curitibano na década de 70, que pedia beijos ou moedas na Boca Maldita (centro da cidade) e foi brutalmente assassinada em 1983. O espetáculo que começa no Teatro José Maria Santos e depois sai em cortejo pelas ruas do Largo da Ordem, faz parte da pesquisa que o artista tem denominado de "O Momo" e conta com a colaboração de Daniela Passarinho, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Leo Bassi, Leo Bardo, Marina Viana, Márcio Mattana, Leonarda Glück e Patricia Cipriano.

O premiado ator e diretor Rafael Camargo, dá continuidade a sua pesquisa sobre imobilidade e fracasso no espetáculo Eu se errei, a partir da obra de Jamil Snege, importante escritor curitibano, falecido em 2003. Rafael responde pela dramaturgia, atuação e direção e conta com a colaboração do ator Luis Melo.

Serviço:
II Curitiba Mostra - Teatro Zé Maria
De 11 a 16 de abril às 20h
Entrada gratuita

Programação:

Pão com Linguiça
11 e 12 de abril às 20h

Com qual música você morreria de amor? Com qual música você atravessaria um luto? Com qual música você sobreveviria a um golpe? De Banda Calipso a Nina Simone, enterramos amores e esfaqueamos o espaço.

Pão com linguiça é ORDEM E PROGRESSO, carnavalização e desbunde. É um convite para morrer de amor, sobreviver a um golpe e comer linguiça. Se o corpo do bailarino é um campo de batalha, ele é também um bordel, uma festa, um circo de horrores.

Eu se errei
13 de abril às 20h
Faixa etária: livre

Escrito, dirigido e atuado por Rafael Camargo, um monólogo a partir da obra de Jamil Snege, com colaboração de Luis Melo;

Da obra de Jamil Snege, “O Turco.”
Feroz e irreverente, brilhante e cáustico o universo labiríntico de Snege constrói a dramaturgia de “Eu se errei”. A estética da inação perseguida por Rafael Camargo e sua imobilidade na cena serve de metáfora e suporte para o “fracasso” buscado por Jamil Snege. Um ator que não se move, um pássaro que não voa, um escritor que paga para escrever o que quer com o que ganha para escrever o que não quer. Errar é o maior acerto.

\todas/
DATAS: 14 de abril às 20h
Faixa etária: livre

Dramaturgia: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela, livremente baseada na obra de Luci Collin; Direção: Giorgia Conceição; Atuação: Helena de Jorge Portela.

Três mulheres se encontram no plano da ficção: uma atriz, uma diretora e uma autora. No palco, elas ensaiam a criação de suas vidas. A ancestralidade e o futurismo de uma história de mulheres. Três personagens que ora se mesclam, concordam; ora dissonam, transbordam. Três momentos de vida, um encontro. \todas/ é um espetáculo que tem como estopim a obra da autora curitibana Luci Collin. As presenças da autora, atriz e diretora celebram àquelas \todas/ que por esses palcos da vida já passaram.

Para não morrer
DATAS: 15 de abril às 20h

Faixa etária: livre

Um solo de Nena Inoue em parceria com Babaya e dramaturgia de Francisco Mallmann, a partir da obra de Eduardo Galeano;

A dramaturgia de Francisco Mallmann, inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina. A peça apresenta uma mulher que fala e com ela, junto dela, muitas outras. Diferentes lugares, vidas e momentos históricos se mesclam em uma voz que tem urgência em dizer e a coragem de narrar, contar. Sobre uma voz que não pode mais esperar e sobre todas as coisas que querem e precisam ser ditas, por insistência, denúncia e memória. Para não morrer é corpo presente. Contragolpe. Exercício de resistência.

Momo: Para Gilda com Ardor
DATAS: 16 de abril às 20h

Faixa etária: maiores de 18 anos

Concepção e performance: Ricardo Nolasco. Colaboração: Cesar Mathew, Daniela Passarinho, Leo Bassi, Leo Bardo, Marina Viana, Leonarda Glück, Patricia Cipriano, Márcio Mattana, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Núcleo O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas.

Pés marcados no cimento quase duro de uma política de revitalização.
No corpo do performer entrelaçam-se mitologias,
memórias, percursos, vidas, acontecimentos.
É um recipiente alquímico – encruzilhada
- lápide sacrificial.
Carta manifesto pscicomagia rito jocoso para Curitiba
carregada de sarcasmo e ironia
um espetáculo bufo. uma tragédia pós e pré dramática
uma opereta work in progress xamã. Ditirambo.
Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.
Gilda é puro Jazz.

Equipe Curitiba Mostra
Idealização e Coordenação: Gabriel Machado e Nena Inoue; Iluminação: Beto Bruel; Design de Som/Trilha Sonora Original: Jo Mistinguett; Figurinos: Carmen Jorge; Cenografia: Ruy Almeida; Projeto Gráfico: Martin Castro; Videos: Alan Raffo; Fotografia: Marcelo Almeida; Operação de Luz: Erica Mitiko; Assistente de Produção e Comunicação: Victor Hugo; Produção: Adriano Esturilho e Samara Bark; Realização: Espaço Cênico.

Contatos:
Nena Inoue 41 99236 9466
Gabriel Machado 41 996115910
Victor Hugo 41 99684 9506. 



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terça-feira, 28 de março de 2017

CURITIBA MOSTRA

II Curitiba Mostra no Festival de Curitiba - Foto de Marcelo Almeida
CURITIBA MOSTRA
1 a 9 de abril às 20h e 22h
Teatro José Maria Santos

Em 2017, a Curitiba Mostra chega a sua segunda edição no Festival de Curitiba e reúne trabalhos autorais através de criações compartilhadas em cinco espetáculos inéditos. A partir da obra dos escritores curitibanos Jamil Snege e Luci Collin, da obra de Eduardo Galeano, bem como uma evocação à travesti Gilda, a proposta da mostra é articular pensadores e artistas em distintas parcerias e formatos de criação, com forte caráter político e histórico. Segundo os idealizadores do projeto, a atriz e diretora Nena Inoue, e o diretor Gabriel Machado: "Essa edição é um contragolpe aos retrocessos correntes. Re-existiremos com arte e festa a esta caretice, a estes tempos sombrios" .

Nena Inoue, além de idealizadora, participa da mostra com o espetáculo "Para não morrer", seu primeiro solo em quase 40 anos de carreira, uma parceria inusitada com a preparadora vocal Babaya e o jovem escritor e crítico Francisco Mallmann, que inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina.

Também partindo do universo feminino, as artistas Helena de Jorge Portela e Giorgia Conceição, apresentam \todas/, espetáculo inspirado na obra da curitibana Luci Collin. O espetáculo será inteiramente sinalizado em libras e falado em português, e com a participação de uma mulher surda, busca incluir esta comunidade como público ativo da mostra.

Já o ator e diretor Ricardo Nolasco, realiza também seu primeiro solo "Momo: Para Gilda com ardor", que é uma evocação a travesti Gilda, figura pública das ruas e do carnaval curitibano na década de 70, que pedia beijos ou moedas na Boca Maldita (centro da cidade) e foi brutalmente assassinada em 1983. O espetáculo que começa no Teatro José Maria Santos e depois sai em cortejo pelas ruas do Largo da Ordem, faz parte da pesquisa que o artista tem denominado de "O Momo" e conta com a colaboração de Daniela Passarinho, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Leo Bassi, Marina Viana, Márcio Mattana, Leonarda Glück e Patricia Cipriano.

O premiado ator e diretor Rafael Camargo, dá continuidade a sua pesquisa sobre imobilidade e fracasso no espetáculo "Eu se errei", a partir da obra de Jamil Snege, importante escritor curitibano, falecido em 2003. Rafael responde pela dramaturgia, atuação e direção e conta com a colaboração do ator Luis Melo.

Para o encerramento, o Curitiba Mostra convida os artistas Ronie Rodrigues e Gladis Tridapalli que apresentam "Pão com Linguiça", a mais recente criação da Entretantas Conexões em Dança, e que busca se aproximar do público em um espetáculo festivo, que traz a carnavalização como forma de luta e resistência.

Além dos espetáculos inéditos a mostra conta com o Curitiba Urge, Encontrosnecessários e capitaneado pela atriz Patricia Cipriano, o bar oficial da Curitiba Mostra, que abre todos os dias às 17h, na área externa do teatro, promovendo encontros, apresentações, bate-papos e mostrando mais um pouco do que aqui se faz e resiste!

CURITIBA URGE:
1 a 9 de abril 19h
Afim de abrir mais espaço para que artistas da cidade possam mostrar seus trabalhos, foi criado o Curitiba Urge, buscando ampliar vozes e reflexões sobre o momento que vivemos. Aberto a manifestações heterogêneas de shows musicais, manifestos, performances, leituras, pequenas cenas e outras ações artísticas, a serem apresentadas na área externa do Teatro José Maria Santos. A programação já conta com a exibição de Pássaros Ruins, vídeos de poetas de Curitiba. As inscrições das propostas estão livres aos interessados.

Participe do Curitiba Urge. Inscreva seu trabalho pelo e-mail: espacocenicocuritiba@gmail.com

ENCONTROSNECESSÁRIOS
A promoção de encontros tem marcado a linha de atuação do Espaço Cênico desde seu início. Criado em 2003, o projeto Encontrosnecessários propõe um olhar sobre a criação, formação e difusão cultural, com convidados de distintas áreas.

Encontros e bate-papos que compartilham os vários olhares e vivências dos participantes e público interessado. Em seus quase 15 anos de realização, esta ação registra o que vem sendo produzido e pensado em Curitiba e em outras cidades.

Equipe Curitiba Mostra
Idealização e Coordenação: Gabriel Machado e Nena Inoue; Iluminação: Beto Bruel; Design de Som/Trilha Sonora Original: Jo Mistinguett; Figurinos: Carmen Jorge; Cenografia: Ruy Almeida; Projeto Gráfico: Martin Castro; Videos: Alan Raffo; Fotografia: Marcelo Almeida; Operação de Luz: Erica Mitiko; Assistente de Produção e Comunicação: Victor Hugo; Produção: Adriano Esturilho e Samara Bark; Realização: Espaço Cênico.

Programação:

\todas/

DATAS: 1, 4, 5 e 7 de abril
Faixa etária: maiores de 16 anos
Dramaturgia: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela, livremente baseada na obra de Luci Collin; Direção: Giorgia Conceição; Atuação: Helena de Jorge Portela.

Três mulheres se encontram no plano da ficção: uma atriz, uma diretora e uma autora. No palco, elas ensaiam a criação de suas vidas. A ancestralidade e o futurismo de uma história de mulheres. Três personagens que ora se mesclam, concordam; ora dissonam, transbordam. Três momentos de vida, um encontro. \todas/ é um espetáculo que tem como estopim a obra da autora curitibana Luci Collin. As presenças da autora, atriz e diretora celebram àquelas \todas/ que por esses palcos da vida já passaram.

Momo: Para Gilda com Ardor
DATAS: 1, 2, 6 e 8 de abril
Faixa etária: maiores de 18 anos
Concepção e performance: Ricardo Nolasco. Colaboração: Daniela Passarinho, Leo Bassi, Marina Viana, Leonarda Glück, Patricia Cipriano, Márcio Mattana, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Núcleo O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas.

Pés marcados no cimento quase duro de uma política de revitalização.
No corpo do performer entrelaçam-se mitologias,
memórias, percursos, vidas, acontecimentos.
É um recipiente alquímico – encruzilhada
- lápide sacrificial.
Carta manifesto pscicomagia rito jocoso para Curitiba
carregada de sarcasmo e ironia
um espetáculo bufo. uma tragédia pós e pré dramática
uma opereta work in progress xamã. Ditirambo.
Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.
Gilda é puro Jazz.

Para não morrer
DATAS: 2, 3, 7 e 8 de abril
Faixa etária: maiores de 18 anos
Um solo de Nena Inoue em parceria com Babaya e dramaturgia de Francisco Mallmann, a partir da obra de Eduardo Galeano;
A dramaturgia de Francisco Mallmann, inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina. A peça apresenta uma mulher que fala e com ela, junto dela, muitas outras. Diferentes lugares, vidas e momentos históricos se mesclam em uma voz que tem urgência em dizer e a coragem de narrar, contar. Sobre uma voz que não pode mais esperar e sobre todas as coisas que querem e precisam ser ditas, por insistência, denúncia e memória. Para não morrer é corpo presente. Contragolpe. Exercício de resistência.

Eu se errei
3, 4, 5 e 6 de abril
Faixa etária: maiores de 16 anos
Escrito, dirigido e atuado por Rafael Camargo, um monólogo a partir da obra de Jamil Snege, com colaboração de Luis Melo;
Da obra de Jamil Snege, “O Turco.”
Feroz e irreverente, brilhante e cáustico o universo labiríntico de Snege constrói a dramaturgia de “Eu se errei”. A estética da inação perseguida por Rafael Camargo e sua imobilidade na cena serve de metáfora e suporte para o “fracasso” buscado por Jamil Snege. Um ator que não se move, um pássaro que não voa, um escritor que paga para escrever o que quer com o que ganha para escrever o que não quer. Errar é o maior acerto.

Programação Encontrosnecessários:
Segunda-feira 3 de abril às 17h:
Artistas Gestores em Espaços de Ação e Formação - Mediação: Nena Inoue, Babaya (BH), Gabriel Machado e outros convidados.

Terça-feira 4 de abril às 17h:

Ação na Cidade - Mediação: Ricardo Nolasco, com Erro Grupo (Floripa), Toda Deseo e Marina Viana (BH).

Quarta-feira 5 de abril às 17h:
A obra de Jamil Snege - Com Rafael Camargo, Daniel Snege, Diego Fortes e outros.

Sexta-feira 6 de abril às 17h:
Mulheres nas Artes e no Teatro Brasileiro - Mediação: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela e outras convidadas.

Sábado dia 8 de abril às 17h:
Bocas Malditas - Lançamento do Bocas Malditas, site de crítica e escritos reflexivos e uma conversa-discussão sobre crítica, registro e documentação das artes cênicas em Curitiba, com Francisco Mallmann, Henrique Saidel e convidados.

ENCERRAMENTO/FESTA DA PROGRAMAÇÃO DA CURITIBA MOSTRA - O que governos fascistas têm em comum é o desejo de suprimir a alegria de seu povo. Pão com Linguiça instaura um encontro e, com uma dose de insanidade, é tentativa de evocar a alegria, o humor e uma espécie de reflexão que se dá no corpo que dança.

Pão com Linguiça é carnavalização e desbunde. É convite pra morrer de amor, sobreviver a um golpe, atravessar um luto. Se o corpo do bailarino é um campo de batalha, ele é também um bordel, um circo de horrores, uma festa.

Contatos:
Nena Inoue 41 99236 9466
Gabriel Machado 41 996115910
Victor Hugo 41 99684 9506.

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terça-feira, 7 de março de 2017

ÁGUA VIVA CONCENTRADO ARTÍSTICO APRESENTA BIMOBABA

Bimobaba foto de Mariama Lopes
A peça de dança contemporânea BIMOBABA, criação da artista Bia Figueiredo, apresenta-se na Casa do Damaceno, a partir do dia 15 de março, realizando 5 sessões gratuitas e abertas ao público.

BIMOBABA é um exercício artístico de um corpo feminista. A peça surgiu das práticas e discussões vivenciadas por Bia Figueiredo, em residências artísticas, desde 2014. Aliada aos estudos de Judith Butler e Jussara Setenta, usa como dispositivo de criação a ideia de performatividade.

Com colaboração de Michelle Moura na construção coreográfica, a peça parte de questões ligadas ao grotesco feminino e da investigação de possiblidades no corpo da artista, relacionadas sobretudo à exploração da saliva e dos pelos. Abrem-se infinitas possibilidades de comunicação com o espectador, afim de aguçar e diluir projeções sobre o corpo feminino.

Além da peça, BIMOBABA se ramifica em diversas ações com o desejo de circular dança em diferentes suportes. Para isso estão programadas 4 ações performativas na rua, com colaboração de Ricardx Nolasco, na Rua Cruz Machado e Camila Jorge, na Rua Saldanha Marinho; lançamento do flipbook “Bimobaba” criado por Jessica Luz, com distribuição gratuita; um texto crítico que desdobra a cena, escrito por Francisco Mallmann e uma oficina intitulada "Imagem e movimento: Faça você mesmo", ministrada por Bia Figueiredo.

Todas as ações processuais e seus desdobramentos estão documentadas no www.bimobaba.tumblr.com.

BIMOBABA foi contemplado pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna - 2015

FICHA TÉCNICA:

Criação e Performance: Bia Figueiredo
Provocadora: Michelle Moura
Provocadores das ações na rua: Camila Jorge e Ricardx Nolasco
Criação e Projeto Gráfico Flipbook: Jessica Luz
Figurino: Cali Ossani
Iluminação: Erica Mityko
Som: Luciano Faccini
Escritas: Francisco Mallmann
Fotografia: Mariama Lopes
Vídeo: Gustavo Pinheiro
Design Gráfico: Paula Ariana Calory
Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença
Assistência de Produção: Félix Varejão
Produção: Priscila de Morais/Diversa Produções
Realização: Água Viva Concentrado Artístico

SERVIÇO:
Bimobaba
Quando: 15 a 19 de março (quarta a sábado 20h e domingo 19h)
Onde: Casa do Damaceno (Rua Treze de Maio, 991 | São Francisco)
Quanto: entrada franca
Duração: 40 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
****Dia 15/03 haverá o lançamento do flipbook "Bimobaba" com distribuição gratuita durante a temporada

Ações performativas na rua:

12 e 19 de abril às 15h.
Rua Saldanha Marinho, ao lado da Catedral de Curitiba
Provocação: Camila Jorge

26 de abril e 3 de Maio às 15h.
Rua Cruz Machado, Praça Santos Dumont
Provocação: Ricardx Nolasco

Oficina
"Imagem e movimento: Faça você mesmo" ministrada por Bia Figueiredo, informações e inscrições pelo email pridemorais@gmail.com

AGENDAMENTO DE ENTREVISTA E MAIORES INFORMAÇÕES:
Fernando de Proença
41 999965292
fernandodproenca@gmail.com


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terça-feira, 22 de novembro de 2016

SELVÁTICA ESTACIONA SEU FRETE DE VEDETE NO TEATRO NOVELAS CURITIBANAS


Coletivo curitibano apresenta seu variado repertório em mostra acompanhado de um ônibus que venderá comida estacionado ao lado do teatro

É na união entre arte e gastronomia que a Selvática Ações Artísticas irá empreender seu mais novo projeto, FRETE DE VEDETE - INVASÃO SELVÁTICA NO NOVELAS CURITIBANAS, que finalizará os trabalhos do grupo no ano de 2016, ao estacionar o food bus Bistrônibus no Teatro Novelas Curitibanas do dia 24 de novembro ao 11 de dezembro. Os artistas do Espaço Cultural Casa Selvática – o sobrado cor-de-rosa mais famoso do bairro Rebouças – apresentarão seu variado repertório, construído artesanalmente ao longo dos últimos cinco anos, em mostra no Teatro Novelas Curitibanas. O Bistrônibus ficará localizado no estacionamento do teatro e venderá sanduíches e bebidas sempre das 17 horas até o início das apresentações dentro do teatro, às 20 horas, de quinta a domingo.

A programação surge do desejo dos artistas selváticos de reunir um pouco de todas as ações que o coletivo criou e produziu na Casa Selvática, espaço cultural independente gerido há quase cinco anos coletivamente pelos seus artistas residentes.

Desta forma, a primeira semana será composta pela estreia do espetáculo As Tetas de Tirésias – Por Onde Andará Nani Ashley?, estrelado pelas atrizes Leonarda Glück e Patricia Cipriano, numa proposta de obra em progresso que parte da peça homônima de Guillaume Apollinaire e pela leitura dramática de Jesus Vem de Hannover, texto de autoria da dramaturga curitibana Leonarda Glück.

Na segunda semana será vez da estreia do espetáculo inédito Cutelo Assassino - Uma Tragédia Grega de Atrocidades, criação dos artistas Ricardo Nolasco e Patricia Saravy, com dramaturgia também de Glück, e pela Feira da Ladra, espaço aberto para a venda de livros, zines e outras publicações independentes.

A terceira semana será composta, na quinta-feira, pela apresentação de cenas, números e danças eróticas do grupo de pesquisa A Reinvenção do Cabaret. Na sexta-feira terá vez o show musical Por que não tem paquita preta?, da atriz e cantora Simone Magalhães e pelo solo de dança contemporânea Coágulo, do bailarino Gabriel Machado. No sábado a performance eletroacústica SN50, de Ricardo Nolasco em parceria com a DJ e produtora musical Jo Mistinguett e pela performance Colokada, do artista Leo Bardo. A programação será encerrada no domingo, dia 11 de dezembro, com o show da banda feminina neo-punk Horrorosas Desprezíveis em Opereta de 50ml e com a quarta edição do Natal Tropical, festa apresentada pela drag queen selvática Dalvinha Brandão, que contará com a entrega do Troféu Cabeça de Chinchila, uma sátira aos prêmios de teatro e arte brasileiros, que irá agraciar os melhores e os piores do teatro curitibano na opinião da comissão soberana formada pelos artistas selváticos.

Confira detalhes da programação no site oficial da Selvática: www.selvatica.art.br

SERVIÇO:
FRETE DE VEDETE - INVASÃO SELVÁTICA NO NOVELAS CURITIBANAS
24 de novembro a 11 de dezembro às 20h - R$15,00
Bistrônibus - das 17 às 20h
Teatro Novelas Curitibanas
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco – Curitiba – Paraná
ACEITAMOS CARTÕES
Frete de Vedete  - Invasão Selvática no Novelas Curitibanas. Foto de Fábia Regina

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

INSURREIÇÃO EM CURITIBA



Aos que adivinham, por detrás da espessa névoa da "crise", um teatro de operações, de manobras, de estratégias - e portanto a possibilidade para um contra-ataque

INSURREIÇÃO —

Lançamento dos livros:

| Aos Nossos Amigos: Crise e Insurreição [Comitê Invisível]

| coleção Pandemia de cordéis [textos de Eduardo Viveiros de Castro, Peter Pal Pelbart, Suely Rolnik, Maurizio Lazarato e Vladimir Safatle]

| Teoria king Kong [Virginie Despentes]

+ performances musicais de Simone Magalhães e g. paim (meia-vida)
+ performance: Extrato de King Kong (direção de Ricardo Nolasco)
+ Rei Seely (poeta haitiano refugiado em Curitiba)
+ Peter Pál Pelbart e Alexandre Nodari
+ tribuna aberta/microfone livre

Serviço:
INSURREIÇÃO EM CURITIBA
data: 7 de outubro (sexta-feira)
ENTRADA GRATUITA
BAR ABERTO | TRIBUNA LIVRE
Casa Selvática: Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba
Confira a página do evento, aqui

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

BOTECO DAS VEDETES NA CASA SELVÁTICA



A Casa Selvática orgulhosamente apresenta: Boteco das Vedetes - dias 27 e 28 de agosto a partir das 16h - Entrada Franca

As vedetes selvagens da contracultura curitibana abrem as jaulas no próximo fim de semana. Revoada de espécies exóticas em dois dias com boteco, casa e obras abertas.

Shows, performances, burlas, charlatanismos, jogatinas, bingo, jam sessions, Feira da Ladra, microfone livre, pratos especiais e drinks preparados por mãos hábeis e peroladas. O Vatapá, o ouro e a dança!

Todas convidadas para construir um espaço coletivo, de atravessamentos viscerais e de manutenção da Casa Selvática.

Ode às estrelas cintilantes, rainhas das escadarias: Virginia Lane, Dercy Gonçalves, Grande Otelo, Rogéria, Marly Marley, Elke Maravilha, Luz del Fuego, Oscarito, Carmem Verônica, Susy King, Zezé Macedo, Carmen Miranda e Nair Belo.

Comidas, bebidas, shows, exposições e tudo de mais inescrupuloso que você quiser propor. Vamos construir juntos esse espaço coletivo. Escancarem suas vedetes interiores.

O Boteco nos dois dias (27 e 28 de agosto) abre as 16 horas com o melhor do underground curitibano. Esse fim de semana as escadarias mais glamurosas, o cabaré mais contracultural, o rebolado e a boca do lixo paulista é aqui!

ENTRADA FRANCA

Casa Selvática - Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba

Confira a página do evento, aqui

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

LEITURAS COM A INOMINÁVEL: DRAMATURGIA EM DISCUSSÃO



O Projeto Leituras com a Inominável: dramaturgia em discussão busca compartilhar sua pesquisa dramatúrgica com a comunidade, organizando encontros de leitura de textos teatrais de autores nacionais e internacionais. A cada encontro a companhia recebe um convidado da cena artística paranaense, que sugere uma peça dentre as suas favoritas para discussão.

A convidada desta edição é a atriz/cantora/performer e diva selvática Patricia Cipriano que propõe a leitura do texto "LINDA BLAIR ENTRA NA SALA", da dramaturga curitibana Leonarda Glück. Leitura que será feira junto com os artistas:
Victor Hugo, Ricardx Nolascx e Rafael Di Lari.

Serviço:
Dia 26 de julho, terça, a partir das 19h30 no Palacete Wolf (Praça Garibaldi, 7 - Setor Histórico, Curitiba). Entrada Gratuita! 


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sexta-feira, 24 de junho de 2016

PINHEIROS E PRECIPÍCIOS ::: IMPERDÍVEL ::: ÚLTIMOS DIAS



Ocupação Pinheiros e Precipícios
do Teatro Zé Maria (em Curitiba) dos dias 09 a 26 de Junho dedicada à toda ação marginal

PINHEIROS E PRECIPÍCIOS

Pinheiros e Precipícios é uma busca pelo impublicável. Remete a uma aldeia da qual todos os romances se afastam. É Wilson Bueno quem olha para esse universo que começa e termina na sarjeta. A inspiração da peça é uma produção literária que centraliza, em um desejo de se afastar do cartão postal, narrativas e figuras desviadas e desviantes. Putas, demônios, cadáveres e bandidos. Trajetórias que não revelam a história dos vencedores – em cena aqueles que têm suas vozes caladas, os que não sabem para onde ir, personagens errantes, delinquentes e loucos. No fracasso, uma poética que nenhuma vitória alcança. Estão evocados aqui os paranaenses que, lutando contra costumes conservadores e obsoletos, transformaram o passado e tornaram o presente possível. O herói está morto. Não há salvação para Curitiba.

Dramaturgia: Francisco Mallmann
Encenação: Ricardo Nolasco
Elenco: Claudete Pereira Jorge, Jeff Bastos, Leonarda Glück, Patricia Saravy, Simone Magalhães e Stéfano Belo.
Corifeu: Patricia Cipriano
Coro: Amira Massabki, Bianca Amante, Julio Constantino, Léo Bardo, Priscilla Amante, Matheus Henrique, Rafa Poli e Semiramys Monastier.
Iluminação: Semyramys Monastier
Trilha Sonora/Ambientação Sonora: Jo Mistinguett
Pinheiros e Precipícios De 9 a 26 de Junho (quinta a domingo) às 20h / ingressos: R$ 26 e R$13

BOLEROS BAR
Bar Cabaré conduzidos pelas musas selváticas Patricia Cipriano e Rafa Polli. Aberto de Quarta a Domingo a partir das 17h para esquentar os gélidos corações no inverno curitibano.
ENTRADA FRANCA

FEIRA DA LADRA
Domingos
feira coletiva com venda de Zines, publicações independentes, cds, charlatanismos, performances, shows, colares e outras artimanhas
ENTRADA FRANCA

CINEMA OLYMPIA
Sábados - 17 horas
vídeos, filmes e web performances com curadoria de Ricardo Nolasco
ENTRADA FRANCA

Realização: O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas
Produção: Gabriel Machado e Renata Cunalli
Assessoria de imprensa: Victor Hugo
Arte gráfica: Rafa Bagatelli

Teatro Zé Maria, Rua Treze de Maio 655, centro de Curitiba
Ingressos disponíveis: www.teatroguaira.pr.gov.br

Fonte: Página do Evento no facebook, aqui


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DRAMATURGA TRANSEXUAL BRASILEIRA LEONARDA GLÜCK REÚNE SEIS DE SUAS PRINCIPAIS PEÇAS EM SEU PRIMEIRO LIVRO


A Perfodrama de Leonarda Glück - Photo by Natália Marques

A atriz, diretora teatral e dramaturga transexual Leonarda Glück lança, em parceria com a jovem Editora Dybbuk, seu primeiro livro, com seis peças teatrais especialmente selecionadas para a publicação, no próximo dia 2 de julho na Casa Selvática, sede do coletivo artístico que abriga a escritora, em Curitiba, sua cidade natal.


Convidada por Luciano Ramos Mendes, que comanda a Editora Dybbuk há apenas um ano, para a empreitada de lançamento da obra, Glück diz que foi com espanto e prazer que aceitou o convite: “O Luciano é meu amigo faz tempo, e nós dois temos em comum a paixão fervorosa pela literatura. Ele me deu carta branca para que escolhesse da minha produção literária o que quisesse lançar, e foi aí que aproveitei o ensejo para lançar algumas das peças de teatro que escrevi: sonho de anos que sempre tive. Dramaturgia é coisa raríssima na literatura brasileira, quase uma categoria fantasma, restrita àqueles que tem apreço pela linguagem teatral, e eu quero mudar isso”.

Serão lançadas seis peças para teatro sob o irreverente título “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, algumas já encenadas e outras ainda inéditas. A tarde de lançamento conta com leituras dramáticas de alguns trechos das peças que compõem o livro. Os textos de dramaturgia contemporânea são “As Três Irmãs, Um Melodrama Rocambolesco em Quatro Capítulos”, inspirado pelo clássico teatral do autor russo Anton Tchekhov (texto feito sob encomenda do diretor Gabriel Machado, que ganhou encenação pela Selvática Ações Artísticas na Casa Selvática em 2012), “Cutelo Assassino, Uma Tragédia Grega de Atrocidades” (o texto ganhou leitura dramática em evento na Casa Selvática, em 2015), “Jesus Vem de Hannover” (encenado pela Companhia Silenciosa em 2008 no Teatro Novelas Curitibanas), “O Faqueiro de Górgona ou Górgona e As Mil Facas Encantadas” (o texto já foi lido em alguns eventos de teatro em Curitiba, por diferentes grupos, mas ainda não ganhou montagem oficial), Rebecca ou David Começa a Babar” (encenado pela Companhia Silenciosa em 2010 e indicado ao Troféu Gralha Azul de Melhor Texto) e “Stoccarda” (inédita). Quando questionada sobre o título do livro, a autora responde: “A minha figura está intimamente conectada com tudo aquilo que produzo, portanto, com o teatro que faço não seria diferente. O teatro performático que tenho apresentado no Brasil nos últimos vinte anos é uma justaposição do campo do drama em si com o da performance arte, e a sexualidade de uma mulher como eu também deve ser levada em conta nos resultados que fabrico. Se há tantos “homens de teatro” espalhados por aí, por que não uma mulher trans de teatro?”

No livro temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, transexualidade e conflitos mundiais dão o tom de um teatro provocativo que deseja ser absorvido por escolas, faculdades e grupos de teatro e artes do país todo, um teatro que gera reflexão em vez de mero entretenimento. O texto que abre o livro de Leonarda Glück é escrito pelo diretor teatral Ricardo Nolasco, colega de palco da autora há dez anos. O material textual é também acompanhado de um ensaio fotográfico exclusivo da artista, que também é performer nas horas vagas, feito pela fotógrafa cearense Natália Marques no início de 2016 em Curitiba.

Serviço:
Lançamento do livro “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, da Editora Dybbuk;
Local: Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950 – Rebouças – Curitiba – PR;
Data: 02 de Julho.
Horário: 16 horas.
Crédito da fotografia: A Perfodrama de Leonarda Glück - Photo by Natália Marques IV

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

À TODA AÇÃO MARGINAL



Ocupação Pinheiros e Precipícios no Teatro Zé Maria propõe relações históricas, arquitetônicas e políticas com a cidade de Curitiba

Depois de uma pré-estreia integrando a programação do Curitiba Mostra, que a convite do Espaço Cênico reuniu a Cia Senhas, Espaço Cênico, Selvática Ações Artísticas e a Companhia Brasileira de Teatro em torno da literatura paranaense, O Estábulo de Luxo a Selvática Ações Artísticas reapresentam Pinheiros e Precipícios - espetáculo e conjunto de ações que acontece no teatro Zé Maria de 09 a 26 de Junho.

O espetáculo é baseado na obra de Wilson Bueno, escritor paranaense que lutou contra costumes obsoletos e realizou uma investigação profunda na relação com uma Curitiba distante da construção de uma cidade cartão postal. E presta homenagem a figuras locais como a travesti mendiga Gilda (que se tornou um símbolo na luta contra a intolerância), o multiartista Raul Cruz, e o diretor teatral Cleon Jacques. Figuras marcantes, segundo o encenador Ricardo Nolasco, por tornarem a vida em Curitiba mais possível com suas presenças e obras. Ele também diz que o espetáculo possui uma relação com a história, a arquitetura e visões políticas da cidade.

Para o diretor "É muito importante tecer essas pontes com a história do Teatro Zé Maria, a rua 13 de Maio, e a cidade de Curitiba". Por isso a peça acontece em diversos espaços do teatro e complementa “Também criamos uma programação paralela, uma ocupação do teatro com diversas atividades que não caracterizam apenas o espetáculo mas uma zona que busca relembrar o Teatro da Classe que acontecia no espaço onde hoje é o Teatro Zé Maria”.

Para isso irá se montar um bar cabaré (Boleros Bar, também título de um dos principais livros de Wilson Bueno) no fundo do teatro, que abrirá de quarta a sexta a partir das 17h. O bar terá um microfone aberto e estão convidados todos aqueles que quiserem contribuir com shows, poemas, músicas, cenas e manifestos. Também compõe a programação: aos sábados, o Cinema Olympia - com sessões de vídeos, web performances e filmes; aos domingo acontece a Feira da Ladra - uma feira coletiva e livre no pátio do teatro e nas quartas feiras encontros com artistas paranaenses imprescindíveis por sua arte marginal e heroica.
Com nomes irreverentes da cena paranaense, como Stéfano Belo, Leonarda Glück, Simone Magalhães, Patricia Saravy, Jeff Bastos e Patricia Cipriano, também integra o elenco a atriz Claudete Pereira Jorge - grande nome das artes cênicas no Sul do Brasil - e um coro irreverente e provocativo formado por Amira Massabki, Bianca Amante, Julio Constantino, Léo Bardo, Priscilla Amante, Matheus Henrique, Rafa Poli e Semiramys Monastier.

Iluminação: Semyramys Monastier. Sob direção de Ricardo Nolasco, o diretor em cena, e com dramaturgia de Francisco Mallmann, iluminação de Semy Monastier e trilha original e sonoplastia ao vivo de Jô Mistinguett.

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann
Encenação: Ricardo Nolasco
Elenco: Claudete Pereira Jorge, Jeff Bastos, Leonarda Glück, Patricia Saravy, Simone Magalhães e Stéfano Belo.
Corifeu: Patricia Cipriano
Coro: Amira Massabki, Bianca Amante, Julio Constantino, Léo Bardo, Priscilla Amante, Matheus Henrique, Rafa Poli e Semiramys Monastier.
Iluminação: Semyramys Monastier
Trilha Sonora/Ambientação Sonora: Jo Mistinguett

Créditos das fotografias: Marcelo Almeida



Serviço:

PINHEIROS E PRECIPÍCIOS

de 9 a 26 de Junho (quinta a domingo) às 20h
R$ 26 e R$13

BOLEROS BAR
Bar Cabaré conduzidos pelas musas selváticas Patricia Cipriano e Rafa Polli. Aberto de Quarta a Domingo a partir das 17h para esquentar os gélidos corações no inverno curitibano.
ENTRADA FRANCA

OCUPAÇÃO DE QUARTA
16 e 23 de Junho às 20 horas
Encontros com artistas paranaenses
ENTRADA FRANCA

FEIRA DA LADRA
Domingos
feira coletiva com venda de Zines, publicações independentes, cds, charlatanismos, performances, shows, colares e outras artimanhas
ENTRADA FRANCA

CINEMA OLYMPIA
Sábados - 17 horas
vídeos, filmes e web performances com curadoria de Ricardo Nolasco
ENTRADA FRANCA

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

KARINA BUHR LANÇA LIVRO “DESPERDIÇANDO RIMA” NA CASA SELVÁTICA



A Casa Selvática
recebe no próximo domingo, 8 de novembro a partir das 18h, a artista nordestina Karina Buhr para o lançamento de seu novo livro “Desperdiçando Rima” em Curitiba pela editora Rocco.

Desde o lançamento do seu novo álbum “Selvática”, que aborda temáticas feministas e de resistência em suas faixas, surge o desejo dos artistas da Casa Selvática
(coletivo independente em Curitiba) de encontrarem e trocarem artisticamente com a cantora. As relações entre a obra de Karina Buhr e o trabalho desenvolvido pela Casa Selvática em Curitiba não estão apenas no nome do CD e do sobrado rosa que abriga o coletivo. Segundo Ricardo Nolasco, artista que compõe a Selvática “Antes da Karina lançar o álbum, já encontrávamos importantes paralelos entre o nosso trabalho e o dela. O feminino, a guerrilha, o selvagem, a liberdade e o monstro já são temas que trabalhamos desde que fundamos a Casa Selvática”. Finaliza o artista

Por mais de três anos junto ao núcleo O Estábulo de Luxo o coletivo realizou o projeto “As Tetas de Tirésias”, que resultou em três espetáculos que possuíam a música “Eu Também Sei Atirar”, gravada por Karina Buhr com a banda recifense Comadre Fulozinha como linha de força central da investigação. A colisão era inevitável.

Segundo Stéfano Belo, artista selvático e um dos organizadores do evento, o lançamento de “Desperdiçando Rima” na Casa Selvática é o resultado desse desejo de encontro e surgiu tão rápido quanto espontaneamente. As palavras, rimas, versos e prosas que se misturam para trazer ao público, nas palavras de Karina, “sortimentos variados, cheiros azedos, gostinhos doces e mais ou menos” encontram lugar perfeito na Casa Selvática com suas salas, decoração selvagem , quartzos rosa e seus artistas para ressoarem suas ideias e amplificarem sua força poética, já que o espaço cultural congrega artistas das mais distintas áreas e abriga em sua estética, desenvolvida ao longo dos quatro anos de funcionamento independente, discussões pertinentes ao país em uma pesquisa de redescoberta do cabaré como instrumento de reflexão e resistência.

Além da presença de Karina Buhr desperdiçando suas rimas no palco/sala do espaço cultural, esse encontro ainda será recheado por trabalhos de artistas importantes da cidade como Leonarda Glück, Stéfano Belo, Jo Mistinguett, Ricardo Nolasco, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Tamíris Spinelli e outros artistas da Casa Selvática. Serão cenas, performances e leituras que se relacionam com o livro de Karina Buhr e o universo criado pela cantora em diferentes fases do seu trabalho. Stéfano Belo afirma que “o babado é certo. Será uma tarde de celebração e irreverência aonde receberemos Karina Buhr com o melhor da cena contra cultural Curitibana, que tem se destacado em todo o país”.

Serviço:
Lançamento do Livro "Desperdiçando Rima" de Karina Buhr
Domingo, 8 de Novembro de 2015, às18hs
Local: Casa Selvática - Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba, Paraná
Entrada Franca
* O Bar e a cozinha da Casa Selvática abrem às 18h.

Confira a página do evento: aqui

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK ::: ESTREIA HOJE, QUINTA 22



Casa Selvática promove ciclo de leituras dramáticas de textos para teatro da dramatuga Leonarda Glück

Artistas da Casa Selvática promovem ciclo de leituras dramáticas de quatro textos da dramaturga contemporânea transexual brasileira Leonarda Glück. O evento é realizado de quinta a domingo às 20h no Espaço Cultural Casa Selvática. A cada dia do evento um texto é encenado sob a direção dos encenadores Semy Monastier, Simone Magalhães, Gabriel Machado e Ricardo Nolasco e Patrícia Saravy. As obras para teatro a serem lidas no evento são “Linda Blair entra na sala”, “The Mango Tree”, “El Murciélago Desenfrenado” e “Cutelo Assassino – Uma Tragédia Grega de Atrocidades”.

Com um olhar lúcido e sagaz, os textos de Glück trazem a possibilidade de análise acerca do problema cultural contemporâneo que consiste em parodiar, satirizar hábitos, costumes e vigências estrangeiros à moda da própria cultura, nem sempre superior ou sequer melhor definida que outras por seu mero uso recorrente.

Na obra de Glück aparecem temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, guerra, ameaça nuclear, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, dominação e poder. “CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK – Leituras Dramáticas na Casa Selvática” trata, com refinada ironia, das cambiantes relações culturais, políticas e afetivas que se estabelecem entre comunidades, países, continentes e seres humanos, acostumados sempre a legitimar e hierarquizar sua cultura por sobre todas as outras, mesmo que distantes e longínquas.

A questão linguística surge para amparar, dialogar, sublinhar, negar e mesmo parafrasear saberes culturais, políticos e sociais determinantes de culturas seculares e/ou contemporâneas, enfatizando a necessidade de sensibilidade e conhecimento aprofundado sobre aquilo com o que não se tem familiaridade, chamando para o saber emocional e afetivo a responsabilidade de estabelecer vínculos mais duradouros do que o mero entendimento sobre fronteiras que separam nações e seres humanos, nelas trancafiando seus costumes, muitas vezes xenófobos e intolerantes.

Quatro artistas diretores lideram a encenação de cada leitura, realizadas de quinta a domingo às 20h na Casa Selvática, do dia 22 ao 25 de outubro. Ao todo são mais de quinze artistas envolvidos no projeto, o primeiro em que a Casa Selvática apresenta dramaturgia contemporânea inédita, textos jamais levados aos palcos antes.

A Casa abre uma hora antes de cada apresentação, para que o público possa circular pelo ambiente e familiarizar-se com as diversas linguagens que convergem dentro do espaço selvático.

SERVIÇO:

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK
De 22 à 25 de Setembro (QUINTA A DOMINGO)
ESPAÇO CULTURAL CASA SELVÁTICA – Rua Nunes Machado, 950, Bairro Rebouças, em Curitiba.
Entrada: R$ 10,00
Passaporte para os quatro dias: R$ 30,00
Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística

> A Casa Selvática fica na Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Brasil

PROGRAMAÇÃO:

LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
Direção: Semy Monastier
Com: Patricia Cipriano, Nina Ribas, Stéfano Belo, Saulo Meduna, Victor Hugo e Matheus Henrique
22 de outubro de 2015 (quinta-feira)

THE MANGO TREE
Direção: Simone Magalhães
Com: Verônica Rodrigues, Nina Ribas e Semy Monastier
23 de outubro de 2015 (sexta-feira)

EL MURCIÉLAGO DESENFRENADO
Direção: Gabriel Machado
Com: Gustavo Bitencourt, Stéfano Belo, Renata Cunali e Mari Paula
24 de outubro de 2015 (sábado)

CUTELO ASSASSINO - UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES
Criação: Ricardo Nolasco e Patricia Saravy
25 de outubro de 2015 (domingo)

fonte: Página do Evento

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domingo, 18 de outubro de 2015

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK



Casa Selvática promove ciclo de leituras dramáticas de textos para teatro da dramatuga Leonarda Glück

Artistas da Casa Selvática promovem ciclo de leituras dramáticas de quatro textos da dramaturga contemporânea transexual brasileira Leonarda Glück. O evento é realizado de quinta a domingo às 20h no Espaço Cultural Casa Selvática. A cada dia do evento um texto é encenado sob a direção dos encenadores Semy Monastier, Simone Magalhães, Gabriel Machado e Ricardo Nolasco e Patrícia Saravy. As obras para teatro a serem lidas no evento são “Linda Blair entra na sala”, “The Mango Tree”, “El Murciélago Desenfrenado” e “Cutelo Assassino – Uma Tragédia Grega de Atrocidades”.

Com um olhar lúcido e sagaz, os textos de Glück trazem a possibilidade de análise acerca do problema cultural contemporâneo que consiste em parodiar, satirizar hábitos, costumes e vigências estrangeiros à moda da própria cultura, nem sempre superior ou sequer melhor definida que outras por seu mero uso recorrente.

Na obra de Glück aparecem temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, guerra, ameaça nuclear, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, dominação e poder. “CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK – Leituras Dramáticas na Casa Selvática” trata, com refinada ironia, das cambiantes relações culturais, políticas e afetivas que se estabelecem entre comunidades, países, continentes e seres humanos, acostumados sempre a legitimar e hierarquizar sua cultura por sobre todas as outras, mesmo que distantes e longínquas.

A questão linguística surge para amparar, dialogar, sublinhar, negar e mesmo parafrasear saberes culturais, políticos e sociais determinantes de culturas seculares e/ou contemporâneas, enfatizando a necessidade de sensibilidade e conhecimento aprofundado sobre aquilo com o que não se tem familiaridade, chamando para o saber emocional e afetivo a responsabilidade de estabelecer vínculos mais duradouros do que o mero entendimento sobre fronteiras que separam nações e seres humanos, nelas trancafiando seus costumes, muitas vezes xenófobos e intolerantes.

Quatro artistas diretores lideram a encenação de cada leitura, realizadas de quinta a domingo às 20h na Casa Selvática, do dia 22 ao 25 de outubro. Ao todo são mais de quinze artistas envolvidos no projeto, o primeiro em que a Casa Selvática apresenta dramaturgia contemporânea inédita, textos jamais levados aos palcos antes.

A Casa abre uma hora antes de cada apresentação, para que o público possa circular pelo ambiente e familiarizar-se com as diversas linguagens que convergem dentro do espaço selvático.

SERVIÇO:

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK
De 22 à 25 de Setembro (QUINTA A DOMINGO)
ESPAÇO CULTURAL CASA SELVÁTICA – Rua Nunes Machado, 950, Bairro Rebouças, em Curitiba.
Entrada: R$ 10,00
Passaporte para os quatro dias: R$ 30,00
Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística

> A Casa Selvática fica na Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Brasil

PROGRAMAÇÃO:

LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
Direção: Semy Monastier
Com: Patricia Cipriano, Nina Ribas, Stéfano Belo, Saulo Meduna, Victor Hugo e Matheus Henrique
22 de outubro de 2015 (quinta-feira)

THE MANGO TREE
Direção: Simone Magalhães
Com: Verônica Rodrigues, Nina Ribas e Semy Monastier
23 de outubro de 2015 (sexta-feira)

EL MURCIÉLAGO DESENFRENADO
Direção: Gabriel Machado
Com: Gustavo Bitencourt, Stéfano Belo, Renata Cunali e Mari Paula
24 de outubro de 2015 (sábado)

CUTELO ASSASSINO - UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES
Criação: Ricardo Nolasco e Patricia Saravy
25 de outubro de 2015 (domingo)

fonte: Página do Evento

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK



Casa Selvática promove ciclo de leituras dramáticas de textos para teatro da dramatuga Leonarda Glück

Artistas da Casa Selvática promovem ciclo de leituras dramáticas de quatro textos da dramaturga contemporânea transexual brasileira Leonarda Glück. O evento é realizado de quinta a domingo às 20h no Espaço Cultural Casa Selvática. A cada dia do evento um texto é encenado sob a direção dos encenadores Semy Monastier, Simone Magalhães, Gabriel Machado e Ricardo Nolasco e Patrícia Saravy. As obras para teatro a serem lidas no evento são “Linda Blair entra na sala”, “The Mango Tree”, “El Murciélago Desenfrenado” e “Cutelo Assassino – Uma Tragédia Grega de Atrocidades”.

Com um olhar lúcido e sagaz, os textos de Glück trazem a possibilidade de análise acerca do problema cultural contemporâneo que consiste em parodiar, satirizar hábitos, costumes e vigências estrangeiros à moda da própria cultura, nem sempre superior ou sequer melhor definida que outras por seu mero uso recorrente.

Na obra de Glück aparecem temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, guerra, ameaça nuclear, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, dominação e poder. “CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK – Leituras Dramáticas na Casa Selvática” trata, com refinada ironia, das cambiantes relações culturais, políticas e afetivas que se estabelecem entre comunidades, países, continentes e seres humanos, acostumados sempre a legitimar e hierarquizar sua cultura por sobre todas as outras, mesmo que distantes e longínquas.

A questão linguística surge para amparar, dialogar, sublinhar, negar e mesmo parafrasear saberes culturais, políticos e sociais determinantes de culturas seculares e/ou contemporâneas, enfatizando a necessidade de sensibilidade e conhecimento aprofundado sobre aquilo com o que não se tem familiaridade, chamando para o saber emocional e afetivo a responsabilidade de estabelecer vínculos mais duradouros do que o mero entendimento sobre fronteiras que separam nações e seres humanos, nelas trancafiando seus costumes, muitas vezes xenófobos e intolerantes.

Quatro artistas diretores lideram a encenação de cada leitura, realizadas de quinta a domingo às 20h na Casa Selvática, do dia 22 ao 25 de outubro. Ao todo são mais de quinze artistas envolvidos no projeto, o primeiro em que a Casa Selvática apresenta dramaturgia contemporânea inédita, textos jamais levados aos palcos antes.

A Casa abre uma hora antes de cada apresentação, para que o público possa circular pelo ambiente e familiarizar-se com as diversas linguagens que convergem dentro do espaço selvático.

SERVIÇO:

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK
De 22 à 25 de Setembro (QUINTA A DOMINGO)
ESPAÇO CULTURAL CASA SELVÁTICA – Rua Nunes Machado, 950, Bairro Rebouças, em Curitiba.
Entrada: R$ 10,00
Passaporte para os quatro dias: R$ 30,00
Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística

> A Casa Selvática fica na Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Brasil

PROGRAMAÇÃO:

LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
Direção: Semy Monastier
Com: Patricia Cipriano, Nina Ribas, Stéfano Belo, Saulo Meduna, Victor Hugo e Matheus Henrique
22 de outubro de 2015 (quinta-feira)

THE MANGO TREE
Direção: Simone Magalhães
Com: Verônica Rodrigues, Nina Ribas e Semy Monastier
23 de outubro de 2015 (sexta-feira)

EL MURCIÉLAGO DESENFRENADO
Direção: Gabriel Machado
Com: Gustavo Bitencourt, Stéfano Belo, Renata Cunali e Mari Paula
24 de outubro de 2015 (sábado)

CUTELO ASSASSINO - UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES
Criação: Ricardo Nolasco e Patricia Saravy
25 de outubro de 2015 (domingo)

fonte: Página do Evento

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PARANÃ



Hoje, quinta-feira dia 6, às 20h no Teatro Novelas Curitibanas estreia o espetáculo Paranã, a peça constrói sua encenação com obras de autores como Dalton Trevisan, Wilson Bueno e Domingos Pellegrini.

Idealizado por Nena Inoue, a montagem reúne atores e diretores de diferentes companhias teatrais, entre eles nossx queridx selváticx Ricardx Nolascx Nolascx. A produção do projeto é realizada pelos selváticxs Gabriel Machado e Nina Ribas.

Teatro Novelas Curitibanas.
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 - São Francisco, Curitiba - PR / fone (41) 3321-3358

Mais info: aqui

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quarta-feira, 11 de março de 2015

OFICINAS ARTÍSTICAS: PROJETO CABARET GLICOSE



Esse fim de semana (14 e 15/03) acontecem na Casa Selvática as oficinas do "Projeto Cabaret Glicose em Portugal", realizado através do Edital de Intercâmbio e Difusão do Ministério da Cultura.

Em Curitiba serão 3 oficinas gratuitas, ministradas por Gabriel Machado, Ricardo Nolasco e Mari Paula. Confira os horários e venha!!!!

As inscrições podem ser realizadas através do email: selvaticaacoesartisticas@gmail.com



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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

CABARET GLICOSE

foto: Rafael Ciqueira Guimarães
Coletivo curitibano O Elenco de Ouro em parceria com artistas da Casa Selvática realizam apresentações em Portugal

Dando continuidade ao processo de internacionalização de seu trabalho - que resultou na participação do grupo em encontros e festivais em países como Chile, França e Espanha - o Coletivo Elenco de Ouro em parceria com artistas da Casa Selvática, realizará três apresentações do espetáculo Cabaret Glicose nas cidades de Lisboa e Loures, em Portugal, nos dias 23, 24 e 25 de janeiro de 2015, integrando a programação do Festival O Bairro i o Mundo - o maior evento de Arte e Inclusão do país.

"Cabaret Glicose é um espetáculo que surgiu do processo de pesquisa sobre a linguagem do cabaré. As cenas dispostas como números musicais, a velocidade das trocas de roupa, o coro, as coreografias, a música ao vivo, os assuntos marcantes da história passados “em revista”, são elementos que compõem esta montagem e ressaltam o caráter espetaculoso da cultura de massa.” comenta o diretor Cleber Braga.

Assumindo uma perspectiva “decolonialista” - que considera a possibilidade de uma construção singular de identidade cultural em povos colonizados, bem como a necessidade de novos parâmetros para a compreensão destas realidades específicas – este trabalho se vale de estereótipos de brasilidade para refletir sobre identidade, originalidade e plágio num ambiente pós-utopia.

A primeira apresentação de Cabaret Glicose se deu em formato de mostra de processo, dentro do evento Mostra Cena Breve Curitiba, no ano de 2007. Nesta ocasião, o projeto foi selecionado por um júri especializado e pelo voto popular para fazer uma curta temporada no Teatro da Caixa, em Curitiba. Em 2013, o Elenco de Ouro retomou este processo de investigação e estruturou o espetáculo com antigos colaboradores do grupo ( Leonarda Glück e Ricardo Nolasco) e com outros artistas residentes da Casa Selvática ( Gabriel Machado, Mari Paula, Stéfano Belo e Manolo Kottwitz).

O projeto foi comtemplado no Edital Conexão Cultura Brasil Intercâmbios, do Ministério da Cultura, e além das apresentações conta com uma uma série de oficinas com diferentes artistas a serem realizadas em Portugal e no Brasil. Em Curitiba as oficinas ocorrem na Casa Selvática no mês de março.

Sobre o grupo:

O Elenco de Ouro é um coletivo artístico curitibano, fundado em meados do ano 2000, de composição flexível e com colaboradores de formações artísticas variadas. Sua produção está focada na interface entre práticas teatrais e performativas, com ênfase na intervenção urbana. Em 2013 o Elenco de Ouro realizou uma série de intervenções artísticas nas cidades de Curitiba e Irati, no Paraná, e em Granada, na Espanha, como parte do projeto Cartografias Curitiba-Granada, em parceria com o coletivo espanhol FAAQ. Este projeto foi contemplado no edital de co-produção do Iberescena (Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas).

A Casa Selvática é um espaço/coletivo artístico que reúne mais de 10 artistas residentes que compartilham seus processos criativos e desenvolvem projetos destinados à investigação de novas linguagens artísticas, sejam elas para teatro, dança, literatura, cinema, vídeo, música, artes visuais e performáticas, além de seu respectivo hibridismo transdisciplinar. Também ocupam o espaço selvático discussões sobre arte independente, gestão e produção em arte contemporânea.

Sobre o Festival

O Teatro Ibisco, Teatro Inter Bairros para a Inclusão Social e Cultura do Optimismo, em Loures, Portugal, faz todos os anos a co-produção, com a Câmara Municipal de Loures, do Festival O Bairro i o Mundo. O Festival O Bairro i o Mundo é o maior evento de Arte e Inclusão do país. Em 2013 iniciou a reabilitação (cultural, artística, infraestrutural e cívica) do Bairro da Quinta da Fonte. Este ano fará o mesmo na Quinta do Mocho. A maioria da população residente nestes bairros é oriunda de países da CPLP: Guiné, Brasil, Cabo Verde, São Tomé , entre outros.

Atividades complementares
Além das apresentações em Portugal, o projeto Cabaret Glicose prevê a realização de oficinas de criação nos dois países envolvidos. No Brasil, elas serão realizadas nas cidades de Curitiba (PR) e Itabuna (BA):

Oficina 1 – Cultural e Identidade (28/02/2015 – Itabuna/BA)
Ministrante: Rafael Siqueira de Guimarães

Partindo de autores como Zygmunt Bauman e Roberto da Matta, este módulo pretende desenvolver uma reflexão sobre o processo contínuo de construção de nossa identidade nacional.

Oficina 2 - Estética Do Desbunde - Do Rito ao Rebolado (15/03/2015 – Curitiba/PR)
Ministrante: Ricardo Nolasco

Um estudo e discussão tendo como objetivo repensar o desbunde em 2015 tendo como referências vertentes artísticas icônicas e genuinamente brasileiras como o teatro de revista brasileiro, o teatro rebolado, o diretor teatral José Celso Martinez Corrêa, o poeta Roberto Piva, o compositor Fausto Fawcett e o grupo Dzi Croquettes.

Oficina 3 - O Corpo Transbordante (13/03/2015 – Curitiba/PR)Ministrante: Gabriel Machado.

A oficina traz um panorama do trabalho que Gabriel Machado vem desenvolvendo em seus trabalhos como diretor, performer e coreógrafo. Em busca de uma “estética do exagero”, um lugar menos higienizado para a obra de arte, em busca de um corpo em estado de transbordamento. Serão propostos exercícios que buscam alterar e provocar diferentes estados e criação de ambientes e contextos. Para tal, o trabalho apoia-se nas discussões sobre grotesco feminino, propostas por Mary Russo e Judith Butler, na pornochanchada brasileira de 1970, filmes de Pedro Almodóvar, e a performance de cantoras latino-americanas.

Oficina 4 – É Fogo Na Pipoca! (28/02/2015 – Itabuna/BA)Ministrante: Cleber Braga

Inspirada na tradição do Teatro de Revista e no Teatro de Rebolado, com seus números dançados e evoluções em coro, esta oficina propõe um método de improviso baseado no imaginário da música popular brasileira. Busca-se, aqui, reconhecer arquétipos e estereótipos presentes neste imaginário para, a partir dele, elaborar números individuais e coletivos. Músicas e figurinos são o ponto de partida para um teatro-celebração debochado.

Oficina 5 - Corporeidade Transdançande Brasileira (14/03/2015 – Curitiba/PR)Ministrante: Mari Paula.

O objetivo desta oficina é apresentar prática corporal que reconsidere a lógica inflexível sobre “corpo brasileiro”. Por meio de exercícios de construção do movimento, a ideia é comer, digerir e reconfigurar o pensamento sobre os corpos nascidos no Brasil e suas associações estereotipadas, propor sobretudo análise sobre “sensualidade” como característica nacional e descobrir uma subjetividade existente no corpo dançante. Esta oficina é terico-prática.




foto: Elenize Dezgenisk

Serviço:
Cabaret Glicose - Apresentações em Portugal
24/01/2014 - Lisboa
25 e 26/01/2014 – Loures
Oficinas no Brasil
Oficina 1 – Cultural e Identidade (28/02/2015 – Itabuna/BA)
Oficina 2 - Estética Do Desbunde - Do Rito ao Rebolado (15/03/2015 – Curitiba/PR)
Oficina 3 - O Corpo Transbordante (13/03/2015 – Curitiba/PR)
Oficina 4 – É Fogo Na Pipoca! (28/02/2015 – Itabuna/BA)
Oficina 5 - Corporeidade Transdançande Brasileira (14/03/2015 – Curitiba/PR)

Ficha Técnica:
Cleber Braga – direção artística e dramaturgia
Gabriel Machado – coreógrafo e iluminador
Leonarda Glück - atriz
Mari Paula – atriz
Manolo Kottwitz – ator/músico
Rafael Siqueira de Guimarães - produtor e ator
Ricardo Nolasco - ator
Stéfano Belo - ator
Victor Hugo – assessoria de imprensa

Contatos:
Cleber Braga: (41) 9828 2588 ou (73) 9135 3365
elencodeouro@gmail.com ou cleberbrag@gmail.com

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