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terça-feira, 11 de abril de 2017

CURITIBA MOSTRA RESISTE NO TEATRO ZÉ MARIA

Ricardo  Nolasco na peça Momo: Para Gilda com Ardor
 Após integrar a mostra oficial do Festival de Curitiba em 2017, a Curitiba Mostra permanece esta semana no teatro Zé Maria com apresentações gratuitas

Em clima de resistência, a partir de terça feira a Curitiba Mostra permanece no teatro Zé Maria em sua segunda edição com cinco espetáculos inéditos que realizam apresentações únicas de terça a domingo sempre ás 20h com entrada gratuita.

A mostra reúne trabalhos autorais através de criações compartilhadas em cinco espetáculos inéditos. A partir da obra dos escritores curitibanos Jamil Snege e Luci Collin, da obra de Eduardo Galeano, bem como uma evocação à travesti Gilda, a proposta da mostra é articular pensadores e artistas em distintas parcerias e formatos de criação, com forte caráter político e histórico.

Segundo os idealizadores do projeto, a atriz e diretora Nena Inoue, e o diretor Gabriel Machado: "Essa edição é um contragolpe aos retrocessos correntes. Re-existiremos com arte e festa a esta caretice, a estes tempos sombrios".

Nena Inoue, além de idealizadora, participa da mostra com o espetáculo Para não morrer, seu primeiro solo em quase 40 anos de carreira, uma parceria inusitada com a preparadora vocal Babaya e o jovem escritor e crítico Francisco Mallmann, que inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina.

Também partindo do universo feminino, as artistas Helena de Jorge Portela, Catharine Moreira e Giorgia Conceição, apresentam \todas/, espetáculo inspirado na obra da curitibana Luci Collin. O espetáculo será inteiramente sinalizado em libras e falado em português, e com a participação de uma mulher surda, busca incluir esta comunidade como público ativo da mostra.

Já o ator e diretor Ricardo Nolasco, realiza também seu primeiro solo Momo: Para Gilda com ardor, que é uma evocação a travesti Gilda, figura pública das ruas e do carnaval curitibano na década de 70, que pedia beijos ou moedas na Boca Maldita (centro da cidade) e foi brutalmente assassinada em 1983. O espetáculo que começa no Teatro José Maria Santos e depois sai em cortejo pelas ruas do Largo da Ordem, faz parte da pesquisa que o artista tem denominado de "O Momo" e conta com a colaboração de Daniela Passarinho, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Leo Bassi, Leo Bardo, Marina Viana, Márcio Mattana, Leonarda Glück e Patricia Cipriano.

O premiado ator e diretor Rafael Camargo, dá continuidade a sua pesquisa sobre imobilidade e fracasso no espetáculo Eu se errei, a partir da obra de Jamil Snege, importante escritor curitibano, falecido em 2003. Rafael responde pela dramaturgia, atuação e direção e conta com a colaboração do ator Luis Melo.

Serviço:
II Curitiba Mostra - Teatro Zé Maria
De 11 a 16 de abril às 20h
Entrada gratuita

Programação:

Pão com Linguiça
11 e 12 de abril às 20h

Com qual música você morreria de amor? Com qual música você atravessaria um luto? Com qual música você sobreveviria a um golpe? De Banda Calipso a Nina Simone, enterramos amores e esfaqueamos o espaço.

Pão com linguiça é ORDEM E PROGRESSO, carnavalização e desbunde. É um convite para morrer de amor, sobreviver a um golpe e comer linguiça. Se o corpo do bailarino é um campo de batalha, ele é também um bordel, uma festa, um circo de horrores.

Eu se errei
13 de abril às 20h
Faixa etária: livre

Escrito, dirigido e atuado por Rafael Camargo, um monólogo a partir da obra de Jamil Snege, com colaboração de Luis Melo;

Da obra de Jamil Snege, “O Turco.”
Feroz e irreverente, brilhante e cáustico o universo labiríntico de Snege constrói a dramaturgia de “Eu se errei”. A estética da inação perseguida por Rafael Camargo e sua imobilidade na cena serve de metáfora e suporte para o “fracasso” buscado por Jamil Snege. Um ator que não se move, um pássaro que não voa, um escritor que paga para escrever o que quer com o que ganha para escrever o que não quer. Errar é o maior acerto.

\todas/
DATAS: 14 de abril às 20h
Faixa etária: livre

Dramaturgia: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela, livremente baseada na obra de Luci Collin; Direção: Giorgia Conceição; Atuação: Helena de Jorge Portela.

Três mulheres se encontram no plano da ficção: uma atriz, uma diretora e uma autora. No palco, elas ensaiam a criação de suas vidas. A ancestralidade e o futurismo de uma história de mulheres. Três personagens que ora se mesclam, concordam; ora dissonam, transbordam. Três momentos de vida, um encontro. \todas/ é um espetáculo que tem como estopim a obra da autora curitibana Luci Collin. As presenças da autora, atriz e diretora celebram àquelas \todas/ que por esses palcos da vida já passaram.

Para não morrer
DATAS: 15 de abril às 20h

Faixa etária: livre

Um solo de Nena Inoue em parceria com Babaya e dramaturgia de Francisco Mallmann, a partir da obra de Eduardo Galeano;

A dramaturgia de Francisco Mallmann, inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina. A peça apresenta uma mulher que fala e com ela, junto dela, muitas outras. Diferentes lugares, vidas e momentos históricos se mesclam em uma voz que tem urgência em dizer e a coragem de narrar, contar. Sobre uma voz que não pode mais esperar e sobre todas as coisas que querem e precisam ser ditas, por insistência, denúncia e memória. Para não morrer é corpo presente. Contragolpe. Exercício de resistência.

Momo: Para Gilda com Ardor
DATAS: 16 de abril às 20h

Faixa etária: maiores de 18 anos

Concepção e performance: Ricardo Nolasco. Colaboração: Cesar Mathew, Daniela Passarinho, Leo Bassi, Leo Bardo, Marina Viana, Leonarda Glück, Patricia Cipriano, Márcio Mattana, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Núcleo O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas.

Pés marcados no cimento quase duro de uma política de revitalização.
No corpo do performer entrelaçam-se mitologias,
memórias, percursos, vidas, acontecimentos.
É um recipiente alquímico – encruzilhada
- lápide sacrificial.
Carta manifesto pscicomagia rito jocoso para Curitiba
carregada de sarcasmo e ironia
um espetáculo bufo. uma tragédia pós e pré dramática
uma opereta work in progress xamã. Ditirambo.
Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.
Gilda é puro Jazz.

Equipe Curitiba Mostra
Idealização e Coordenação: Gabriel Machado e Nena Inoue; Iluminação: Beto Bruel; Design de Som/Trilha Sonora Original: Jo Mistinguett; Figurinos: Carmen Jorge; Cenografia: Ruy Almeida; Projeto Gráfico: Martin Castro; Videos: Alan Raffo; Fotografia: Marcelo Almeida; Operação de Luz: Erica Mitiko; Assistente de Produção e Comunicação: Victor Hugo; Produção: Adriano Esturilho e Samara Bark; Realização: Espaço Cênico.

Contatos:
Nena Inoue 41 99236 9466
Gabriel Machado 41 996115910
Victor Hugo 41 99684 9506. 



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terça-feira, 28 de março de 2017

CURITIBA MOSTRA

II Curitiba Mostra no Festival de Curitiba - Foto de Marcelo Almeida
CURITIBA MOSTRA
1 a 9 de abril às 20h e 22h
Teatro José Maria Santos

Em 2017, a Curitiba Mostra chega a sua segunda edição no Festival de Curitiba e reúne trabalhos autorais através de criações compartilhadas em cinco espetáculos inéditos. A partir da obra dos escritores curitibanos Jamil Snege e Luci Collin, da obra de Eduardo Galeano, bem como uma evocação à travesti Gilda, a proposta da mostra é articular pensadores e artistas em distintas parcerias e formatos de criação, com forte caráter político e histórico. Segundo os idealizadores do projeto, a atriz e diretora Nena Inoue, e o diretor Gabriel Machado: "Essa edição é um contragolpe aos retrocessos correntes. Re-existiremos com arte e festa a esta caretice, a estes tempos sombrios" .

Nena Inoue, além de idealizadora, participa da mostra com o espetáculo "Para não morrer", seu primeiro solo em quase 40 anos de carreira, uma parceria inusitada com a preparadora vocal Babaya e o jovem escritor e crítico Francisco Mallmann, que inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina.

Também partindo do universo feminino, as artistas Helena de Jorge Portela e Giorgia Conceição, apresentam \todas/, espetáculo inspirado na obra da curitibana Luci Collin. O espetáculo será inteiramente sinalizado em libras e falado em português, e com a participação de uma mulher surda, busca incluir esta comunidade como público ativo da mostra.

Já o ator e diretor Ricardo Nolasco, realiza também seu primeiro solo "Momo: Para Gilda com ardor", que é uma evocação a travesti Gilda, figura pública das ruas e do carnaval curitibano na década de 70, que pedia beijos ou moedas na Boca Maldita (centro da cidade) e foi brutalmente assassinada em 1983. O espetáculo que começa no Teatro José Maria Santos e depois sai em cortejo pelas ruas do Largo da Ordem, faz parte da pesquisa que o artista tem denominado de "O Momo" e conta com a colaboração de Daniela Passarinho, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Leo Bassi, Marina Viana, Márcio Mattana, Leonarda Glück e Patricia Cipriano.

O premiado ator e diretor Rafael Camargo, dá continuidade a sua pesquisa sobre imobilidade e fracasso no espetáculo "Eu se errei", a partir da obra de Jamil Snege, importante escritor curitibano, falecido em 2003. Rafael responde pela dramaturgia, atuação e direção e conta com a colaboração do ator Luis Melo.

Para o encerramento, o Curitiba Mostra convida os artistas Ronie Rodrigues e Gladis Tridapalli que apresentam "Pão com Linguiça", a mais recente criação da Entretantas Conexões em Dança, e que busca se aproximar do público em um espetáculo festivo, que traz a carnavalização como forma de luta e resistência.

Além dos espetáculos inéditos a mostra conta com o Curitiba Urge, Encontrosnecessários e capitaneado pela atriz Patricia Cipriano, o bar oficial da Curitiba Mostra, que abre todos os dias às 17h, na área externa do teatro, promovendo encontros, apresentações, bate-papos e mostrando mais um pouco do que aqui se faz e resiste!

CURITIBA URGE:
1 a 9 de abril 19h
Afim de abrir mais espaço para que artistas da cidade possam mostrar seus trabalhos, foi criado o Curitiba Urge, buscando ampliar vozes e reflexões sobre o momento que vivemos. Aberto a manifestações heterogêneas de shows musicais, manifestos, performances, leituras, pequenas cenas e outras ações artísticas, a serem apresentadas na área externa do Teatro José Maria Santos. A programação já conta com a exibição de Pássaros Ruins, vídeos de poetas de Curitiba. As inscrições das propostas estão livres aos interessados.

Participe do Curitiba Urge. Inscreva seu trabalho pelo e-mail: espacocenicocuritiba@gmail.com

ENCONTROSNECESSÁRIOS
A promoção de encontros tem marcado a linha de atuação do Espaço Cênico desde seu início. Criado em 2003, o projeto Encontrosnecessários propõe um olhar sobre a criação, formação e difusão cultural, com convidados de distintas áreas.

Encontros e bate-papos que compartilham os vários olhares e vivências dos participantes e público interessado. Em seus quase 15 anos de realização, esta ação registra o que vem sendo produzido e pensado em Curitiba e em outras cidades.

Equipe Curitiba Mostra
Idealização e Coordenação: Gabriel Machado e Nena Inoue; Iluminação: Beto Bruel; Design de Som/Trilha Sonora Original: Jo Mistinguett; Figurinos: Carmen Jorge; Cenografia: Ruy Almeida; Projeto Gráfico: Martin Castro; Videos: Alan Raffo; Fotografia: Marcelo Almeida; Operação de Luz: Erica Mitiko; Assistente de Produção e Comunicação: Victor Hugo; Produção: Adriano Esturilho e Samara Bark; Realização: Espaço Cênico.

Programação:

\todas/

DATAS: 1, 4, 5 e 7 de abril
Faixa etária: maiores de 16 anos
Dramaturgia: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela, livremente baseada na obra de Luci Collin; Direção: Giorgia Conceição; Atuação: Helena de Jorge Portela.

Três mulheres se encontram no plano da ficção: uma atriz, uma diretora e uma autora. No palco, elas ensaiam a criação de suas vidas. A ancestralidade e o futurismo de uma história de mulheres. Três personagens que ora se mesclam, concordam; ora dissonam, transbordam. Três momentos de vida, um encontro. \todas/ é um espetáculo que tem como estopim a obra da autora curitibana Luci Collin. As presenças da autora, atriz e diretora celebram àquelas \todas/ que por esses palcos da vida já passaram.

Momo: Para Gilda com Ardor
DATAS: 1, 2, 6 e 8 de abril
Faixa etária: maiores de 18 anos
Concepção e performance: Ricardo Nolasco. Colaboração: Daniela Passarinho, Leo Bassi, Marina Viana, Leonarda Glück, Patricia Cipriano, Márcio Mattana, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Núcleo O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas.

Pés marcados no cimento quase duro de uma política de revitalização.
No corpo do performer entrelaçam-se mitologias,
memórias, percursos, vidas, acontecimentos.
É um recipiente alquímico – encruzilhada
- lápide sacrificial.
Carta manifesto pscicomagia rito jocoso para Curitiba
carregada de sarcasmo e ironia
um espetáculo bufo. uma tragédia pós e pré dramática
uma opereta work in progress xamã. Ditirambo.
Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.
Gilda é puro Jazz.

Para não morrer
DATAS: 2, 3, 7 e 8 de abril
Faixa etária: maiores de 18 anos
Um solo de Nena Inoue em parceria com Babaya e dramaturgia de Francisco Mallmann, a partir da obra de Eduardo Galeano;
A dramaturgia de Francisco Mallmann, inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, aborda temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina. A peça apresenta uma mulher que fala e com ela, junto dela, muitas outras. Diferentes lugares, vidas e momentos históricos se mesclam em uma voz que tem urgência em dizer e a coragem de narrar, contar. Sobre uma voz que não pode mais esperar e sobre todas as coisas que querem e precisam ser ditas, por insistência, denúncia e memória. Para não morrer é corpo presente. Contragolpe. Exercício de resistência.

Eu se errei
3, 4, 5 e 6 de abril
Faixa etária: maiores de 16 anos
Escrito, dirigido e atuado por Rafael Camargo, um monólogo a partir da obra de Jamil Snege, com colaboração de Luis Melo;
Da obra de Jamil Snege, “O Turco.”
Feroz e irreverente, brilhante e cáustico o universo labiríntico de Snege constrói a dramaturgia de “Eu se errei”. A estética da inação perseguida por Rafael Camargo e sua imobilidade na cena serve de metáfora e suporte para o “fracasso” buscado por Jamil Snege. Um ator que não se move, um pássaro que não voa, um escritor que paga para escrever o que quer com o que ganha para escrever o que não quer. Errar é o maior acerto.

Programação Encontrosnecessários:
Segunda-feira 3 de abril às 17h:
Artistas Gestores em Espaços de Ação e Formação - Mediação: Nena Inoue, Babaya (BH), Gabriel Machado e outros convidados.

Terça-feira 4 de abril às 17h:

Ação na Cidade - Mediação: Ricardo Nolasco, com Erro Grupo (Floripa), Toda Deseo e Marina Viana (BH).

Quarta-feira 5 de abril às 17h:
A obra de Jamil Snege - Com Rafael Camargo, Daniel Snege, Diego Fortes e outros.

Sexta-feira 6 de abril às 17h:
Mulheres nas Artes e no Teatro Brasileiro - Mediação: Giorgia Conceição e Helena de Jorge Portela e outras convidadas.

Sábado dia 8 de abril às 17h:
Bocas Malditas - Lançamento do Bocas Malditas, site de crítica e escritos reflexivos e uma conversa-discussão sobre crítica, registro e documentação das artes cênicas em Curitiba, com Francisco Mallmann, Henrique Saidel e convidados.

ENCERRAMENTO/FESTA DA PROGRAMAÇÃO DA CURITIBA MOSTRA - O que governos fascistas têm em comum é o desejo de suprimir a alegria de seu povo. Pão com Linguiça instaura um encontro e, com uma dose de insanidade, é tentativa de evocar a alegria, o humor e uma espécie de reflexão que se dá no corpo que dança.

Pão com Linguiça é carnavalização e desbunde. É convite pra morrer de amor, sobreviver a um golpe, atravessar um luto. Se o corpo do bailarino é um campo de batalha, ele é também um bordel, um circo de horrores, uma festa.

Contatos:
Nena Inoue 41 99236 9466
Gabriel Machado 41 996115910
Victor Hugo 41 99684 9506.

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terça-feira, 14 de março de 2017

SELVÁTICA AÇÕES ARTÍSTICAS ESTREIA O ESPETÁCULO LINDA BLAIR ENTRA NA SALA NA CASA SELVÁTICA

Linda Blair Entra na Sala Foto de Amira Massabki
Comemorando cinco anos de resistência, o coletivo independente de artistas estreia espetáculo em sua sede no bairro Rebouças

Nesta sexta-feira, dia 17 de março, o coletivo curitibano Selvática Ações Artísticas apresenta em sua sede, o sobrado cor de rosa localizado no bairro Rebouças, o espetáculo inédito Linda Blair Entra na Sala. A montagem é centralizada na figura da mulher como anti-heroína: em uma sequência de cenas do cotidiano Linda está sempre em oposição a figuras masculinas. As cenas, que culminam em situações absurdas, são carregadas de mensagens feministas e evidenciam como a cultura ocidental tende a demonizar a imagem da mulher historicamente.

Escrita em 2003 pela dramaturga Leonarda Glück, Linda Blair Entra na Sala, apesar de levar no título o nome da atriz de cinema do clássico O Exorcista, foi escrito em um período em que a dramaturga assistia ao filme O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, em que uma mulher sempre é levada ao erro por seus parceiros e familiares. “Todos os planos dessa mulher fracassam e ela está presa numa situação que aparentemente não tem solução”, comenta Glück.

Segundo a autora, o próprio título do texto é uma brincadeira com o fato de a atriz Linda Blair ter ficado por anos estigmatizada por um único filme e posteriormente “ficar presa numa maldita trap do sistema fazendo participações especiais e filmes de menor visibilidade”.

O ponto inicial do projeto foi em 2015 no evento "Clássicos Inéditos de Leonarda Glück", um ciclo de leituras dramáticas promovido pelos artistas da Casa Selvática, evento esse que apresentava ao público diversos dos textos de Leonarda, que é a primeira dramaturga transgênera a ser publicada no país.

A encenação, assinada pela artista selvática Semy Monastier, carrega um universo de referências pop que vão, além da óbvia Linda Blair.

Equipe de Criação
Texto: Leonarda Glück
Direção: Semy Monastier
Elenco: Patricia Cipriano, Lucas Tatarin, Matheus Henrique e Victor Hugo
Sonoplastia: Jo Mistinguett
Iluminação: Fábia Regina
Imagens: Amira Massabki

Serviço:
LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
De 17 a 26 de Março sempre às 20h na Casa Selvática
Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças, Curitiba
R$20 e R$10 (meia entrada)
www.selvatica.art.br
Confira a página do evento, aqui

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terça-feira, 22 de novembro de 2016

SELVÁTICA ESTACIONA SEU FRETE DE VEDETE NO TEATRO NOVELAS CURITIBANAS


Coletivo curitibano apresenta seu variado repertório em mostra acompanhado de um ônibus que venderá comida estacionado ao lado do teatro

É na união entre arte e gastronomia que a Selvática Ações Artísticas irá empreender seu mais novo projeto, FRETE DE VEDETE - INVASÃO SELVÁTICA NO NOVELAS CURITIBANAS, que finalizará os trabalhos do grupo no ano de 2016, ao estacionar o food bus Bistrônibus no Teatro Novelas Curitibanas do dia 24 de novembro ao 11 de dezembro. Os artistas do Espaço Cultural Casa Selvática – o sobrado cor-de-rosa mais famoso do bairro Rebouças – apresentarão seu variado repertório, construído artesanalmente ao longo dos últimos cinco anos, em mostra no Teatro Novelas Curitibanas. O Bistrônibus ficará localizado no estacionamento do teatro e venderá sanduíches e bebidas sempre das 17 horas até o início das apresentações dentro do teatro, às 20 horas, de quinta a domingo.

A programação surge do desejo dos artistas selváticos de reunir um pouco de todas as ações que o coletivo criou e produziu na Casa Selvática, espaço cultural independente gerido há quase cinco anos coletivamente pelos seus artistas residentes.

Desta forma, a primeira semana será composta pela estreia do espetáculo As Tetas de Tirésias – Por Onde Andará Nani Ashley?, estrelado pelas atrizes Leonarda Glück e Patricia Cipriano, numa proposta de obra em progresso que parte da peça homônima de Guillaume Apollinaire e pela leitura dramática de Jesus Vem de Hannover, texto de autoria da dramaturga curitibana Leonarda Glück.

Na segunda semana será vez da estreia do espetáculo inédito Cutelo Assassino - Uma Tragédia Grega de Atrocidades, criação dos artistas Ricardo Nolasco e Patricia Saravy, com dramaturgia também de Glück, e pela Feira da Ladra, espaço aberto para a venda de livros, zines e outras publicações independentes.

A terceira semana será composta, na quinta-feira, pela apresentação de cenas, números e danças eróticas do grupo de pesquisa A Reinvenção do Cabaret. Na sexta-feira terá vez o show musical Por que não tem paquita preta?, da atriz e cantora Simone Magalhães e pelo solo de dança contemporânea Coágulo, do bailarino Gabriel Machado. No sábado a performance eletroacústica SN50, de Ricardo Nolasco em parceria com a DJ e produtora musical Jo Mistinguett e pela performance Colokada, do artista Leo Bardo. A programação será encerrada no domingo, dia 11 de dezembro, com o show da banda feminina neo-punk Horrorosas Desprezíveis em Opereta de 50ml e com a quarta edição do Natal Tropical, festa apresentada pela drag queen selvática Dalvinha Brandão, que contará com a entrega do Troféu Cabeça de Chinchila, uma sátira aos prêmios de teatro e arte brasileiros, que irá agraciar os melhores e os piores do teatro curitibano na opinião da comissão soberana formada pelos artistas selváticos.

Confira detalhes da programação no site oficial da Selvática: www.selvatica.art.br

SERVIÇO:
FRETE DE VEDETE - INVASÃO SELVÁTICA NO NOVELAS CURITIBANAS
24 de novembro a 11 de dezembro às 20h - R$15,00
Bistrônibus - das 17 às 20h
Teatro Novelas Curitibanas
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco – Curitiba – Paraná
ACEITAMOS CARTÕES
Frete de Vedete  - Invasão Selvática no Novelas Curitibanas. Foto de Fábia Regina

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

BOTECO DAS VEDETES NA CASA SELVÁTICA



A Casa Selvática orgulhosamente apresenta: Boteco das Vedetes - dias 27 e 28 de agosto a partir das 16h - Entrada Franca

As vedetes selvagens da contracultura curitibana abrem as jaulas no próximo fim de semana. Revoada de espécies exóticas em dois dias com boteco, casa e obras abertas.

Shows, performances, burlas, charlatanismos, jogatinas, bingo, jam sessions, Feira da Ladra, microfone livre, pratos especiais e drinks preparados por mãos hábeis e peroladas. O Vatapá, o ouro e a dança!

Todas convidadas para construir um espaço coletivo, de atravessamentos viscerais e de manutenção da Casa Selvática.

Ode às estrelas cintilantes, rainhas das escadarias: Virginia Lane, Dercy Gonçalves, Grande Otelo, Rogéria, Marly Marley, Elke Maravilha, Luz del Fuego, Oscarito, Carmem Verônica, Susy King, Zezé Macedo, Carmen Miranda e Nair Belo.

Comidas, bebidas, shows, exposições e tudo de mais inescrupuloso que você quiser propor. Vamos construir juntos esse espaço coletivo. Escancarem suas vedetes interiores.

O Boteco nos dois dias (27 e 28 de agosto) abre as 16 horas com o melhor do underground curitibano. Esse fim de semana as escadarias mais glamurosas, o cabaré mais contracultural, o rebolado e a boca do lixo paulista é aqui!

ENTRADA FRANCA

Casa Selvática - Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba

Confira a página do evento, aqui

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

LEITURAS COM A INOMINÁVEL: DRAMATURGIA EM DISCUSSÃO



O Projeto Leituras com a Inominável: dramaturgia em discussão busca compartilhar sua pesquisa dramatúrgica com a comunidade, organizando encontros de leitura de textos teatrais de autores nacionais e internacionais. A cada encontro a companhia recebe um convidado da cena artística paranaense, que sugere uma peça dentre as suas favoritas para discussão.

A convidada desta edição é a atriz/cantora/performer e diva selvática Patricia Cipriano que propõe a leitura do texto "LINDA BLAIR ENTRA NA SALA", da dramaturga curitibana Leonarda Glück. Leitura que será feira junto com os artistas:
Victor Hugo, Ricardx Nolascx e Rafael Di Lari.

Serviço:
Dia 26 de julho, terça, a partir das 19h30 no Palacete Wolf (Praça Garibaldi, 7 - Setor Histórico, Curitiba). Entrada Gratuita! 


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sábado, 2 de julho de 2016

HOJE, SÁBADO, DIA 2 ::: DRAMATURGA TRANSEXUAL BRASILEIRA LEONARDA GLÜCK REÚNE SEIS DE SUAS PRINCIPAIS PEÇAS EM SEU PRIMEIRO LIVRO :::


A Perfodrama de Leonarda Glück - Photo by Natália Marques

A atriz, diretora teatral e dramaturga transexual Leonarda Glück lança, em parceria com a jovem Editora Dybbuk, seu primeiro livro, com seis peças teatrais especialmente selecionadas para a publicação, no próximo dia 2 de julho na Casa Selvática, sede do coletivo artístico que abriga a escritora, em Curitiba, sua cidade natal.


Convidada por Luciano Ramos Mendes, que comanda a Editora Dybbuk há apenas um ano, para a empreitada de lançamento da obra, Glück diz que foi com espanto e prazer que aceitou o convite: “O Luciano é meu amigo faz tempo, e nós dois temos em comum a paixão fervorosa pela literatura. Ele me deu carta branca para que escolhesse da minha produção literária o que quisesse lançar, e foi aí que aproveitei o ensejo para lançar algumas das peças de teatro que escrevi: sonho de anos que sempre tive. Dramaturgia é coisa raríssima na literatura brasileira, quase uma categoria fantasma, restrita àqueles que tem apreço pela linguagem teatral, e eu quero mudar isso”.

Serão lançadas seis peças para teatro sob o irreverente título “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, algumas já encenadas e outras ainda inéditas. A tarde de lançamento conta com leituras dramáticas de alguns trechos das peças que compõem o livro. Os textos de dramaturgia contemporânea são “As Três Irmãs, Um Melodrama Rocambolesco em Quatro Capítulos”, inspirado pelo clássico teatral do autor russo Anton Tchekhov (texto feito sob encomenda do diretor Gabriel Machado, que ganhou encenação pela Selvática Ações Artísticas na Casa Selvática em 2012), “Cutelo Assassino, Uma Tragédia Grega de Atrocidades” (o texto ganhou leitura dramática em evento na Casa Selvática, em 2015), “Jesus Vem de Hannover” (encenado pela Companhia Silenciosa em 2008 no Teatro Novelas Curitibanas), “O Faqueiro de Górgona ou Górgona e As Mil Facas Encantadas” (o texto já foi lido em alguns eventos de teatro em Curitiba, por diferentes grupos, mas ainda não ganhou montagem oficial), Rebecca ou David Começa a Babar” (encenado pela Companhia Silenciosa em 2010 e indicado ao Troféu Gralha Azul de Melhor Texto) e “Stoccarda” (inédita). Quando questionada sobre o título do livro, a autora responde: “A minha figura está intimamente conectada com tudo aquilo que produzo, portanto, com o teatro que faço não seria diferente. O teatro performático que tenho apresentado no Brasil nos últimos vinte anos é uma justaposição do campo do drama em si com o da performance arte, e a sexualidade de uma mulher como eu também deve ser levada em conta nos resultados que fabrico. Se há tantos “homens de teatro” espalhados por aí, por que não uma mulher trans de teatro?”

No livro temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, transexualidade e conflitos mundiais dão o tom de um teatro provocativo que deseja ser absorvido por escolas, faculdades e grupos de teatro e artes do país todo, um teatro que gera reflexão em vez de mero entretenimento. O texto que abre o livro de Leonarda Glück é escrito pelo diretor teatral Ricardo Nolasco, colega de palco da autora há dez anos. O material textual é também acompanhado de um ensaio fotográfico exclusivo da artista, que também é performer nas horas vagas, feito pela fotógrafa cearense Natália Marques no início de 2016 em Curitiba.

Serviço:
Lançamento do livro “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, da
Editora Dybbuk;
Local: Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950 – Rebouças – Curitiba – PR;
Data: 02 de Julho.
Horário: 16 horas.
Crédito da fotografia: A Perfodrama de Leonarda Glück - Photo by Natália Marques IV


Página do Evento, aqui

Link para pré-venda
do livro, compre compre aqui

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

PINHEIROS E PRECIPÍCIOS ::: IMPERDÍVEL ::: ÚLTIMOS DIAS



Ocupação Pinheiros e Precipícios
do Teatro Zé Maria (em Curitiba) dos dias 09 a 26 de Junho dedicada à toda ação marginal

PINHEIROS E PRECIPÍCIOS

Pinheiros e Precipícios é uma busca pelo impublicável. Remete a uma aldeia da qual todos os romances se afastam. É Wilson Bueno quem olha para esse universo que começa e termina na sarjeta. A inspiração da peça é uma produção literária que centraliza, em um desejo de se afastar do cartão postal, narrativas e figuras desviadas e desviantes. Putas, demônios, cadáveres e bandidos. Trajetórias que não revelam a história dos vencedores – em cena aqueles que têm suas vozes caladas, os que não sabem para onde ir, personagens errantes, delinquentes e loucos. No fracasso, uma poética que nenhuma vitória alcança. Estão evocados aqui os paranaenses que, lutando contra costumes conservadores e obsoletos, transformaram o passado e tornaram o presente possível. O herói está morto. Não há salvação para Curitiba.

Dramaturgia: Francisco Mallmann
Encenação: Ricardo Nolasco
Elenco: Claudete Pereira Jorge, Jeff Bastos, Leonarda Glück, Patricia Saravy, Simone Magalhães e Stéfano Belo.
Corifeu: Patricia Cipriano
Coro: Amira Massabki, Bianca Amante, Julio Constantino, Léo Bardo, Priscilla Amante, Matheus Henrique, Rafa Poli e Semiramys Monastier.
Iluminação: Semyramys Monastier
Trilha Sonora/Ambientação Sonora: Jo Mistinguett
Pinheiros e Precipícios De 9 a 26 de Junho (quinta a domingo) às 20h / ingressos: R$ 26 e R$13

BOLEROS BAR
Bar Cabaré conduzidos pelas musas selváticas Patricia Cipriano e Rafa Polli. Aberto de Quarta a Domingo a partir das 17h para esquentar os gélidos corações no inverno curitibano.
ENTRADA FRANCA

FEIRA DA LADRA
Domingos
feira coletiva com venda de Zines, publicações independentes, cds, charlatanismos, performances, shows, colares e outras artimanhas
ENTRADA FRANCA

CINEMA OLYMPIA
Sábados - 17 horas
vídeos, filmes e web performances com curadoria de Ricardo Nolasco
ENTRADA FRANCA

Realização: O Estábulo de Luxo e Selvática Ações Artísticas
Produção: Gabriel Machado e Renata Cunalli
Assessoria de imprensa: Victor Hugo
Arte gráfica: Rafa Bagatelli

Teatro Zé Maria, Rua Treze de Maio 655, centro de Curitiba
Ingressos disponíveis: www.teatroguaira.pr.gov.br

Fonte: Página do Evento no facebook, aqui


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DRAMATURGA TRANSEXUAL BRASILEIRA LEONARDA GLÜCK REÚNE SEIS DE SUAS PRINCIPAIS PEÇAS EM SEU PRIMEIRO LIVRO


A Perfodrama de Leonarda Glück - Photo by Natália Marques

A atriz, diretora teatral e dramaturga transexual Leonarda Glück lança, em parceria com a jovem Editora Dybbuk, seu primeiro livro, com seis peças teatrais especialmente selecionadas para a publicação, no próximo dia 2 de julho na Casa Selvática, sede do coletivo artístico que abriga a escritora, em Curitiba, sua cidade natal.


Convidada por Luciano Ramos Mendes, que comanda a Editora Dybbuk há apenas um ano, para a empreitada de lançamento da obra, Glück diz que foi com espanto e prazer que aceitou o convite: “O Luciano é meu amigo faz tempo, e nós dois temos em comum a paixão fervorosa pela literatura. Ele me deu carta branca para que escolhesse da minha produção literária o que quisesse lançar, e foi aí que aproveitei o ensejo para lançar algumas das peças de teatro que escrevi: sonho de anos que sempre tive. Dramaturgia é coisa raríssima na literatura brasileira, quase uma categoria fantasma, restrita àqueles que tem apreço pela linguagem teatral, e eu quero mudar isso”.

Serão lançadas seis peças para teatro sob o irreverente título “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, algumas já encenadas e outras ainda inéditas. A tarde de lançamento conta com leituras dramáticas de alguns trechos das peças que compõem o livro. Os textos de dramaturgia contemporânea são “As Três Irmãs, Um Melodrama Rocambolesco em Quatro Capítulos”, inspirado pelo clássico teatral do autor russo Anton Tchekhov (texto feito sob encomenda do diretor Gabriel Machado, que ganhou encenação pela Selvática Ações Artísticas na Casa Selvática em 2012), “Cutelo Assassino, Uma Tragédia Grega de Atrocidades” (o texto ganhou leitura dramática em evento na Casa Selvática, em 2015), “Jesus Vem de Hannover” (encenado pela Companhia Silenciosa em 2008 no Teatro Novelas Curitibanas), “O Faqueiro de Górgona ou Górgona e As Mil Facas Encantadas” (o texto já foi lido em alguns eventos de teatro em Curitiba, por diferentes grupos, mas ainda não ganhou montagem oficial), Rebecca ou David Começa a Babar” (encenado pela Companhia Silenciosa em 2010 e indicado ao Troféu Gralha Azul de Melhor Texto) e “Stoccarda” (inédita). Quando questionada sobre o título do livro, a autora responde: “A minha figura está intimamente conectada com tudo aquilo que produzo, portanto, com o teatro que faço não seria diferente. O teatro performático que tenho apresentado no Brasil nos últimos vinte anos é uma justaposição do campo do drama em si com o da performance arte, e a sexualidade de uma mulher como eu também deve ser levada em conta nos resultados que fabrico. Se há tantos “homens de teatro” espalhados por aí, por que não uma mulher trans de teatro?”

No livro temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, transexualidade e conflitos mundiais dão o tom de um teatro provocativo que deseja ser absorvido por escolas, faculdades e grupos de teatro e artes do país todo, um teatro que gera reflexão em vez de mero entretenimento. O texto que abre o livro de Leonarda Glück é escrito pelo diretor teatral Ricardo Nolasco, colega de palco da autora há dez anos. O material textual é também acompanhado de um ensaio fotográfico exclusivo da artista, que também é performer nas horas vagas, feito pela fotógrafa cearense Natália Marques no início de 2016 em Curitiba.

Serviço:
Lançamento do livro “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, da Editora Dybbuk;
Local: Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950 – Rebouças – Curitiba – PR;
Data: 02 de Julho.
Horário: 16 horas.
Crédito da fotografia: A Perfodrama de Leonarda Glück - Photo by Natália Marques IV

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segunda-feira, 20 de junho de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO “A PERFODRAMA DE LEONARDA GLÜCK – LITERATURAS DRAMÁTICAS DE UMA MULHER (TRANS) DE TEATRO”



A atriz, diretora teatral e dramaturga transexual Leonarda Glück lança, em parceria com a jovem Editora Dybbuk, seu primeiro livro, com seis peças teatrais especialmente selecionadas para a publicação, no próximo dia 2 de julho na Casa Selvática, sede do coletivo artístico que abriga a escritora, em Curitiba, sua cidade natal.

No livro temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, transexualidade e conflitos mundiais dão o tom de um teatro provocativo que deseja ser absorvido por escolas, faculdades e grupos de teatro e artes do país todo, um teatro que gera reflexão em vez de mero entretenimento. O texto que abre o livro de Leonarda Glück é escrito pelo diretor teatral Ricardo Nolasco (Ricardx Nolascx), colega de palco da autora há dez anos. O material textual é também acompanhado de um ensaio fotográfico exclusivo da artista, que também é performer nas horas vagas, feito pela fotógrafa cearense Natália Marques (Natália Marques Marx) no início de 2016 em Curitiba.

Serviço:
Lançamento do livro “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, da Editora Dybbuk;
Data: 2 de julho de 2016;
Local: Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950 – Rebouças – Curitiba – PR;
Horário: 16 horas;
Entrada Franca.


fonte

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

À TODA AÇÃO MARGINAL



Ocupação Pinheiros e Precipícios no Teatro Zé Maria propõe relações históricas, arquitetônicas e políticas com a cidade de Curitiba

Depois de uma pré-estreia integrando a programação do Curitiba Mostra, que a convite do Espaço Cênico reuniu a Cia Senhas, Espaço Cênico, Selvática Ações Artísticas e a Companhia Brasileira de Teatro em torno da literatura paranaense, O Estábulo de Luxo a Selvática Ações Artísticas reapresentam Pinheiros e Precipícios - espetáculo e conjunto de ações que acontece no teatro Zé Maria de 09 a 26 de Junho.

O espetáculo é baseado na obra de Wilson Bueno, escritor paranaense que lutou contra costumes obsoletos e realizou uma investigação profunda na relação com uma Curitiba distante da construção de uma cidade cartão postal. E presta homenagem a figuras locais como a travesti mendiga Gilda (que se tornou um símbolo na luta contra a intolerância), o multiartista Raul Cruz, e o diretor teatral Cleon Jacques. Figuras marcantes, segundo o encenador Ricardo Nolasco, por tornarem a vida em Curitiba mais possível com suas presenças e obras. Ele também diz que o espetáculo possui uma relação com a história, a arquitetura e visões políticas da cidade.

Para o diretor "É muito importante tecer essas pontes com a história do Teatro Zé Maria, a rua 13 de Maio, e a cidade de Curitiba". Por isso a peça acontece em diversos espaços do teatro e complementa “Também criamos uma programação paralela, uma ocupação do teatro com diversas atividades que não caracterizam apenas o espetáculo mas uma zona que busca relembrar o Teatro da Classe que acontecia no espaço onde hoje é o Teatro Zé Maria”.

Para isso irá se montar um bar cabaré (Boleros Bar, também título de um dos principais livros de Wilson Bueno) no fundo do teatro, que abrirá de quarta a sexta a partir das 17h. O bar terá um microfone aberto e estão convidados todos aqueles que quiserem contribuir com shows, poemas, músicas, cenas e manifestos. Também compõe a programação: aos sábados, o Cinema Olympia - com sessões de vídeos, web performances e filmes; aos domingo acontece a Feira da Ladra - uma feira coletiva e livre no pátio do teatro e nas quartas feiras encontros com artistas paranaenses imprescindíveis por sua arte marginal e heroica.
Com nomes irreverentes da cena paranaense, como Stéfano Belo, Leonarda Glück, Simone Magalhães, Patricia Saravy, Jeff Bastos e Patricia Cipriano, também integra o elenco a atriz Claudete Pereira Jorge - grande nome das artes cênicas no Sul do Brasil - e um coro irreverente e provocativo formado por Amira Massabki, Bianca Amante, Julio Constantino, Léo Bardo, Priscilla Amante, Matheus Henrique, Rafa Poli e Semiramys Monastier.

Iluminação: Semyramys Monastier. Sob direção de Ricardo Nolasco, o diretor em cena, e com dramaturgia de Francisco Mallmann, iluminação de Semy Monastier e trilha original e sonoplastia ao vivo de Jô Mistinguett.

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann
Encenação: Ricardo Nolasco
Elenco: Claudete Pereira Jorge, Jeff Bastos, Leonarda Glück, Patricia Saravy, Simone Magalhães e Stéfano Belo.
Corifeu: Patricia Cipriano
Coro: Amira Massabki, Bianca Amante, Julio Constantino, Léo Bardo, Priscilla Amante, Matheus Henrique, Rafa Poli e Semiramys Monastier.
Iluminação: Semyramys Monastier
Trilha Sonora/Ambientação Sonora: Jo Mistinguett

Créditos das fotografias: Marcelo Almeida



Serviço:

PINHEIROS E PRECIPÍCIOS

de 9 a 26 de Junho (quinta a domingo) às 20h
R$ 26 e R$13

BOLEROS BAR
Bar Cabaré conduzidos pelas musas selváticas Patricia Cipriano e Rafa Polli. Aberto de Quarta a Domingo a partir das 17h para esquentar os gélidos corações no inverno curitibano.
ENTRADA FRANCA

OCUPAÇÃO DE QUARTA
16 e 23 de Junho às 20 horas
Encontros com artistas paranaenses
ENTRADA FRANCA

FEIRA DA LADRA
Domingos
feira coletiva com venda de Zines, publicações independentes, cds, charlatanismos, performances, shows, colares e outras artimanhas
ENTRADA FRANCA

CINEMA OLYMPIA
Sábados - 17 horas
vídeos, filmes e web performances com curadoria de Ricardo Nolasco
ENTRADA FRANCA

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

SHOW DE CALOURES NA CASA SELVÁTICA ::: AMANHÃ, SÁBADO, DIA 21

Iria Braga fotografa por Victor Sálvaro
A Casa Selvática, espaço cultural independente caracterizado por promover ações artísticas de resistência, realizará neste mês de maio o SHOW DE CALOURES. O evento revisita o formato de programas de auditório como o Show de Calouros e o Cassino do Chacrinha, trazendo performances e números artísticos que vão acalorar a cidade.
Leonarda Gluck fotografada Marcelo Almeida
Apresentada por Leonarda Glück, a primeira edição do SHOW DE CALOURES acontecerá no próximo sábado (21/05) na Casa Selvática, e contará com júri especializado composto por: Maurício Voghe, Ricardo Garanhani, além de Iria Braga e Simone Magalhães que se apresentarão durante o intervalo do evento. O júri especializado contará com o público presente para a avaliação dos "caloures", reiterando a menção aos programas de auditório.

Para participar basta enviar uma breve descrição do número artístico (com duração máxima de 4 minutos) para o e-mail showdecaloures@gmail.com / As inscrições tem um custo simbólico de 3 reais e os participantes concorrerão a um irônico prêmio de 1 milhão, confeccionado pelos artistas residentes da Casa Selvática.

Confirme sua presença no evento, aqui

Simone Magalhães
Serviço:
SHOW DE CALOURES NA CASA SELVÁTICA
Datas e horários: 21 de maio, sábado - a Casa abre às 18h, as apresentações iniciam-se às 20h
Local: Centro Cultural Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950, Curitiba.
Valor: R$ 10,00 (caloure que se apresenta, tem entrada franca ao evento)
Capacidade máxima do espaço: 50 pessoas
Duração: 4 horas
Site: selvatica.art.br / evento
Telefones: (41)30135188 / 98425030
Produção: Mari Paula e Nina Ribas
A casa abre às 18h, juntamente com o bar, venha beber algo adequado para acalorar a fria Curitiba.

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quarta-feira, 18 de maio de 2016

SHOW DE CALOURES NA CASA SELVÁTICA

Iria Braga fotografa por Victor Sálvaro
A Casa Selvática, espaço cultural independente caracterizado por promover ações artísticas de resistência, realizará neste mês de maio o SHOW DE CALOURES. O evento revisita o formato de programas de auditório como o Show de Calouros e o Cassino do Chacrinha, trazendo performances e números artísticos que vão acalorar a cidade.

Leonarda Gluck fotografada Marcelo Almeida
Apresentada por Leonarda Glück, a primeira edição do SHOW DE CALOURES acontecerá no próximo sábado (21/05) na Casa Selvática, e contará com júri especializado composto por: Maurício Voghe, Ricardo Garanhani, além de Iria Braga e Simone Magalhães que se apresentarão durante o intervalo do evento. O júri especializado contará com o público presente para a avaliação dos "caloures", reiterando a menção aos programas de auditório.

Para participar basta enviar uma breve descrição do número artístico (com duração máxima de 4 minutos) para o e-mail showdecaloures@gmail.com / As inscrições tem um custo simbólico de 3 reais e os participantes concorrerão a um irônico prêmio de 1 milhão, confeccionado pelos artistas residentes da Casa Selvática.

Confirme sua presença no evento, aqui

Simone Magalhães
Serviço:
SHOW DE CALOURES NA CASA SELVÁTICA
Datas e horários: 21 de maio, sábado - a Casa abre às 18h, as apresentações iniciam-se às 20h
Local: Centro Cultural Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950, Curitiba.
Valor: R$ 10,00 (caloure que se apresenta, tem entrada franca ao evento)
Capacidade máxima do espaço: 50 pessoas
Duração: 4 horas
Site: selvatica.art.br / evento
Telefones: (41)30135188 / 98425030
Produção: Mari Paula e Nina Ribas
A casa abre às 18h, juntamente com o bar, venha beber algo adequado para acalorar a fria Curitiba.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

KARINA BUHR LANÇA LIVRO “DESPERDIÇANDO RIMA” NA CASA SELVÁTICA



A Casa Selvática
recebe no próximo domingo, 8 de novembro a partir das 18h, a artista nordestina Karina Buhr para o lançamento de seu novo livro “Desperdiçando Rima” em Curitiba pela editora Rocco.

Desde o lançamento do seu novo álbum “Selvática”, que aborda temáticas feministas e de resistência em suas faixas, surge o desejo dos artistas da Casa Selvática
(coletivo independente em Curitiba) de encontrarem e trocarem artisticamente com a cantora. As relações entre a obra de Karina Buhr e o trabalho desenvolvido pela Casa Selvática em Curitiba não estão apenas no nome do CD e do sobrado rosa que abriga o coletivo. Segundo Ricardo Nolasco, artista que compõe a Selvática “Antes da Karina lançar o álbum, já encontrávamos importantes paralelos entre o nosso trabalho e o dela. O feminino, a guerrilha, o selvagem, a liberdade e o monstro já são temas que trabalhamos desde que fundamos a Casa Selvática”. Finaliza o artista

Por mais de três anos junto ao núcleo O Estábulo de Luxo o coletivo realizou o projeto “As Tetas de Tirésias”, que resultou em três espetáculos que possuíam a música “Eu Também Sei Atirar”, gravada por Karina Buhr com a banda recifense Comadre Fulozinha como linha de força central da investigação. A colisão era inevitável.

Segundo Stéfano Belo, artista selvático e um dos organizadores do evento, o lançamento de “Desperdiçando Rima” na Casa Selvática é o resultado desse desejo de encontro e surgiu tão rápido quanto espontaneamente. As palavras, rimas, versos e prosas que se misturam para trazer ao público, nas palavras de Karina, “sortimentos variados, cheiros azedos, gostinhos doces e mais ou menos” encontram lugar perfeito na Casa Selvática com suas salas, decoração selvagem , quartzos rosa e seus artistas para ressoarem suas ideias e amplificarem sua força poética, já que o espaço cultural congrega artistas das mais distintas áreas e abriga em sua estética, desenvolvida ao longo dos quatro anos de funcionamento independente, discussões pertinentes ao país em uma pesquisa de redescoberta do cabaré como instrumento de reflexão e resistência.

Além da presença de Karina Buhr desperdiçando suas rimas no palco/sala do espaço cultural, esse encontro ainda será recheado por trabalhos de artistas importantes da cidade como Leonarda Glück, Stéfano Belo, Jo Mistinguett, Ricardo Nolasco, Luciano Faccini, Melina Mulazani, Tamíris Spinelli e outros artistas da Casa Selvática. Serão cenas, performances e leituras que se relacionam com o livro de Karina Buhr e o universo criado pela cantora em diferentes fases do seu trabalho. Stéfano Belo afirma que “o babado é certo. Será uma tarde de celebração e irreverência aonde receberemos Karina Buhr com o melhor da cena contra cultural Curitibana, que tem se destacado em todo o país”.

Serviço:
Lançamento do Livro "Desperdiçando Rima" de Karina Buhr
Domingo, 8 de Novembro de 2015, às18hs
Local: Casa Selvática - Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba, Paraná
Entrada Franca
* O Bar e a cozinha da Casa Selvática abrem às 18h.

Confira a página do evento: aqui

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK ::: ESTREIA HOJE, QUINTA 22



Casa Selvática promove ciclo de leituras dramáticas de textos para teatro da dramatuga Leonarda Glück

Artistas da Casa Selvática promovem ciclo de leituras dramáticas de quatro textos da dramaturga contemporânea transexual brasileira Leonarda Glück. O evento é realizado de quinta a domingo às 20h no Espaço Cultural Casa Selvática. A cada dia do evento um texto é encenado sob a direção dos encenadores Semy Monastier, Simone Magalhães, Gabriel Machado e Ricardo Nolasco e Patrícia Saravy. As obras para teatro a serem lidas no evento são “Linda Blair entra na sala”, “The Mango Tree”, “El Murciélago Desenfrenado” e “Cutelo Assassino – Uma Tragédia Grega de Atrocidades”.

Com um olhar lúcido e sagaz, os textos de Glück trazem a possibilidade de análise acerca do problema cultural contemporâneo que consiste em parodiar, satirizar hábitos, costumes e vigências estrangeiros à moda da própria cultura, nem sempre superior ou sequer melhor definida que outras por seu mero uso recorrente.

Na obra de Glück aparecem temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, guerra, ameaça nuclear, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, dominação e poder. “CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK – Leituras Dramáticas na Casa Selvática” trata, com refinada ironia, das cambiantes relações culturais, políticas e afetivas que se estabelecem entre comunidades, países, continentes e seres humanos, acostumados sempre a legitimar e hierarquizar sua cultura por sobre todas as outras, mesmo que distantes e longínquas.

A questão linguística surge para amparar, dialogar, sublinhar, negar e mesmo parafrasear saberes culturais, políticos e sociais determinantes de culturas seculares e/ou contemporâneas, enfatizando a necessidade de sensibilidade e conhecimento aprofundado sobre aquilo com o que não se tem familiaridade, chamando para o saber emocional e afetivo a responsabilidade de estabelecer vínculos mais duradouros do que o mero entendimento sobre fronteiras que separam nações e seres humanos, nelas trancafiando seus costumes, muitas vezes xenófobos e intolerantes.

Quatro artistas diretores lideram a encenação de cada leitura, realizadas de quinta a domingo às 20h na Casa Selvática, do dia 22 ao 25 de outubro. Ao todo são mais de quinze artistas envolvidos no projeto, o primeiro em que a Casa Selvática apresenta dramaturgia contemporânea inédita, textos jamais levados aos palcos antes.

A Casa abre uma hora antes de cada apresentação, para que o público possa circular pelo ambiente e familiarizar-se com as diversas linguagens que convergem dentro do espaço selvático.

SERVIÇO:

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK
De 22 à 25 de Setembro (QUINTA A DOMINGO)
ESPAÇO CULTURAL CASA SELVÁTICA – Rua Nunes Machado, 950, Bairro Rebouças, em Curitiba.
Entrada: R$ 10,00
Passaporte para os quatro dias: R$ 30,00
Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística

> A Casa Selvática fica na Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Brasil

PROGRAMAÇÃO:

LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
Direção: Semy Monastier
Com: Patricia Cipriano, Nina Ribas, Stéfano Belo, Saulo Meduna, Victor Hugo e Matheus Henrique
22 de outubro de 2015 (quinta-feira)

THE MANGO TREE
Direção: Simone Magalhães
Com: Verônica Rodrigues, Nina Ribas e Semy Monastier
23 de outubro de 2015 (sexta-feira)

EL MURCIÉLAGO DESENFRENADO
Direção: Gabriel Machado
Com: Gustavo Bitencourt, Stéfano Belo, Renata Cunali e Mari Paula
24 de outubro de 2015 (sábado)

CUTELO ASSASSINO - UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES
Criação: Ricardo Nolasco e Patricia Saravy
25 de outubro de 2015 (domingo)

fonte: Página do Evento

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domingo, 18 de outubro de 2015

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK



Casa Selvática promove ciclo de leituras dramáticas de textos para teatro da dramatuga Leonarda Glück

Artistas da Casa Selvática promovem ciclo de leituras dramáticas de quatro textos da dramaturga contemporânea transexual brasileira Leonarda Glück. O evento é realizado de quinta a domingo às 20h no Espaço Cultural Casa Selvática. A cada dia do evento um texto é encenado sob a direção dos encenadores Semy Monastier, Simone Magalhães, Gabriel Machado e Ricardo Nolasco e Patrícia Saravy. As obras para teatro a serem lidas no evento são “Linda Blair entra na sala”, “The Mango Tree”, “El Murciélago Desenfrenado” e “Cutelo Assassino – Uma Tragédia Grega de Atrocidades”.

Com um olhar lúcido e sagaz, os textos de Glück trazem a possibilidade de análise acerca do problema cultural contemporâneo que consiste em parodiar, satirizar hábitos, costumes e vigências estrangeiros à moda da própria cultura, nem sempre superior ou sequer melhor definida que outras por seu mero uso recorrente.

Na obra de Glück aparecem temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, guerra, ameaça nuclear, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, dominação e poder. “CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK – Leituras Dramáticas na Casa Selvática” trata, com refinada ironia, das cambiantes relações culturais, políticas e afetivas que se estabelecem entre comunidades, países, continentes e seres humanos, acostumados sempre a legitimar e hierarquizar sua cultura por sobre todas as outras, mesmo que distantes e longínquas.

A questão linguística surge para amparar, dialogar, sublinhar, negar e mesmo parafrasear saberes culturais, políticos e sociais determinantes de culturas seculares e/ou contemporâneas, enfatizando a necessidade de sensibilidade e conhecimento aprofundado sobre aquilo com o que não se tem familiaridade, chamando para o saber emocional e afetivo a responsabilidade de estabelecer vínculos mais duradouros do que o mero entendimento sobre fronteiras que separam nações e seres humanos, nelas trancafiando seus costumes, muitas vezes xenófobos e intolerantes.

Quatro artistas diretores lideram a encenação de cada leitura, realizadas de quinta a domingo às 20h na Casa Selvática, do dia 22 ao 25 de outubro. Ao todo são mais de quinze artistas envolvidos no projeto, o primeiro em que a Casa Selvática apresenta dramaturgia contemporânea inédita, textos jamais levados aos palcos antes.

A Casa abre uma hora antes de cada apresentação, para que o público possa circular pelo ambiente e familiarizar-se com as diversas linguagens que convergem dentro do espaço selvático.

SERVIÇO:

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK
De 22 à 25 de Setembro (QUINTA A DOMINGO)
ESPAÇO CULTURAL CASA SELVÁTICA – Rua Nunes Machado, 950, Bairro Rebouças, em Curitiba.
Entrada: R$ 10,00
Passaporte para os quatro dias: R$ 30,00
Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística

> A Casa Selvática fica na Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Brasil

PROGRAMAÇÃO:

LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
Direção: Semy Monastier
Com: Patricia Cipriano, Nina Ribas, Stéfano Belo, Saulo Meduna, Victor Hugo e Matheus Henrique
22 de outubro de 2015 (quinta-feira)

THE MANGO TREE
Direção: Simone Magalhães
Com: Verônica Rodrigues, Nina Ribas e Semy Monastier
23 de outubro de 2015 (sexta-feira)

EL MURCIÉLAGO DESENFRENADO
Direção: Gabriel Machado
Com: Gustavo Bitencourt, Stéfano Belo, Renata Cunali e Mari Paula
24 de outubro de 2015 (sábado)

CUTELO ASSASSINO - UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES
Criação: Ricardo Nolasco e Patricia Saravy
25 de outubro de 2015 (domingo)

fonte: Página do Evento

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK



Casa Selvática promove ciclo de leituras dramáticas de textos para teatro da dramatuga Leonarda Glück

Artistas da Casa Selvática promovem ciclo de leituras dramáticas de quatro textos da dramaturga contemporânea transexual brasileira Leonarda Glück. O evento é realizado de quinta a domingo às 20h no Espaço Cultural Casa Selvática. A cada dia do evento um texto é encenado sob a direção dos encenadores Semy Monastier, Simone Magalhães, Gabriel Machado e Ricardo Nolasco e Patrícia Saravy. As obras para teatro a serem lidas no evento são “Linda Blair entra na sala”, “The Mango Tree”, “El Murciélago Desenfrenado” e “Cutelo Assassino – Uma Tragédia Grega de Atrocidades”.

Com um olhar lúcido e sagaz, os textos de Glück trazem a possibilidade de análise acerca do problema cultural contemporâneo que consiste em parodiar, satirizar hábitos, costumes e vigências estrangeiros à moda da própria cultura, nem sempre superior ou sequer melhor definida que outras por seu mero uso recorrente.

Na obra de Glück aparecem temas como amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, guerra, ameaça nuclear, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, dominação e poder. “CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK – Leituras Dramáticas na Casa Selvática” trata, com refinada ironia, das cambiantes relações culturais, políticas e afetivas que se estabelecem entre comunidades, países, continentes e seres humanos, acostumados sempre a legitimar e hierarquizar sua cultura por sobre todas as outras, mesmo que distantes e longínquas.

A questão linguística surge para amparar, dialogar, sublinhar, negar e mesmo parafrasear saberes culturais, políticos e sociais determinantes de culturas seculares e/ou contemporâneas, enfatizando a necessidade de sensibilidade e conhecimento aprofundado sobre aquilo com o que não se tem familiaridade, chamando para o saber emocional e afetivo a responsabilidade de estabelecer vínculos mais duradouros do que o mero entendimento sobre fronteiras que separam nações e seres humanos, nelas trancafiando seus costumes, muitas vezes xenófobos e intolerantes.

Quatro artistas diretores lideram a encenação de cada leitura, realizadas de quinta a domingo às 20h na Casa Selvática, do dia 22 ao 25 de outubro. Ao todo são mais de quinze artistas envolvidos no projeto, o primeiro em que a Casa Selvática apresenta dramaturgia contemporânea inédita, textos jamais levados aos palcos antes.

A Casa abre uma hora antes de cada apresentação, para que o público possa circular pelo ambiente e familiarizar-se com as diversas linguagens que convergem dentro do espaço selvático.

SERVIÇO:

OS CLÁSSICOS INÉDITOS DE LEONARDA GLÜCK
De 22 à 25 de Setembro (QUINTA A DOMINGO)
ESPAÇO CULTURAL CASA SELVÁTICA – Rua Nunes Machado, 950, Bairro Rebouças, em Curitiba.
Entrada: R$ 10,00
Passaporte para os quatro dias: R$ 30,00
Meia entrada para estudantes, idosos e classe artística

> A Casa Selvática fica na Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Brasil

PROGRAMAÇÃO:

LINDA BLAIR ENTRA NA SALA
Direção: Semy Monastier
Com: Patricia Cipriano, Nina Ribas, Stéfano Belo, Saulo Meduna, Victor Hugo e Matheus Henrique
22 de outubro de 2015 (quinta-feira)

THE MANGO TREE
Direção: Simone Magalhães
Com: Verônica Rodrigues, Nina Ribas e Semy Monastier
23 de outubro de 2015 (sexta-feira)

EL MURCIÉLAGO DESENFRENADO
Direção: Gabriel Machado
Com: Gustavo Bitencourt, Stéfano Belo, Renata Cunali e Mari Paula
24 de outubro de 2015 (sábado)

CUTELO ASSASSINO - UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES
Criação: Ricardo Nolasco e Patricia Saravy
25 de outubro de 2015 (domingo)

fonte: Página do Evento

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

TERCEIRA EDIÇÃO DA MOSTRA DE ARTES LINGUADA É COM ARTISTAS DAS ARTES VISUAIS



De forma independente, o evento acontece mensalmente no espaço cultural Casa Selvática

HOJE, quarta feira, dia 9 às 20h acontece a terceira edição em 2015 da Linguada – Mostra de Artes da Casa Selvática. A mostra é realizada com o intuito de promover o intercâmbio entre artistas de diversas áreas e linguagens. De forma independente, a cada mês, dois artistas são convidados para expor seus trabalhos.

A curadoria, que a cada mês é revezada entre os artistas residentes da Casa Selvática, neste mês de setembro é levada pelos artistas Leonarda Glück e Stéfano Belo, que convidam os artistas visuais Celestino Dimas e Ivana Lima – para dessa forma dialogar com um recorte que se interessa pelas relações entre arte, urbe e sua urbanidade, assim como suas implicações em nosso contexto político e social. “Esse é um importante exercício que nos propusemos enquanto movimentadores culturais na cidade: o de estabelecer o contato com artistas de múltiplas linguagens e convidá-los a compartilhar suas experiências com o público da casa”, diz Belo que para a 3ª edição da mostra em 2015 convidou a artista visual curitibana Ivana Lima – de forma a dialogar com um recorte que se interessa por Arte Urbana e suas implicações em nosso contexto político e social.

“Estamos olhando para artistas que desenvolvem trabalhos em que a discussão sobre linguagem tenha se tornado uma constante, seja através da performance arte, do vídeo, da dança, da música, do teatro, da literatura, das artes visuais ou do seu agrupamento” relembra Leonarda Glück.

Criada em 2012, a Casa Selvática é um espaço para artistas independentes desenvolverem pesquisas e experimentos. O espaço funciona nos moldes de uma constante e ininterrupta residência artística, que aposta na grandiosa potência dos encontros. Trata-se de um lugar de contaminação, apropriação, criação, troca e movimento, um processo híbrido e poroso. A casa: um interstício, uma fresta, uma selva de artistas pesquisadores em meio à urbe que canta o progresso e utilitarismo. Um reduto underground interessado em expandir os rizomas e fundir arte e vida alquimicamente.

SERVIÇO:

LINGUADA - Mostra de Artes da Casa Selvática às 20h
Espaço Cultural Casa Selvática - Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba
R$10
A casa aceita cartões em débito

Crédito da foto divulgação: Celestino Dimas

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

IRACEMA SELVÁTICA



Coletivo curitibano retorna à Curitiba com Iracema 236ml - O Retorno da Grande Nação Tabajara

Após temporada no Rio de Janeiro e Fortaleza, o espetáculo multimídia IRACEMA 236ML - O RETORNO DA GRANDE NAÇÃO TABAJARA da Selvática Ações Artísticas volta a curitiba para curta temporada neste fim de semana às 20h no Teatro Cine Gloriah. Com texto e direção de Leonarda Glück o espetáculo é uma releitura contemporânea da triste história de amor entre a índia Iracema, da tribo tabajara e Martim, colonizador português que vem fugido para as terras brasileiras.

Nesta versão curitibana é contada a história romântica da heroína indígena que, no repouso de sua terra, recebe a inóspita visita do conquistador guerreiro branco que a ludibria, engravida, mata e, de quebra, arruína sua tribo.

Com um olhar crítico e irônico, os artistas questionam através da narrativa a relação entre colonizador e colonizado, a formação da cultura brasileira com o intuito de localizar a identidade nacional atual, a construção de sua cultura, seus frutos e desdobramentos através dos tempos. “Apesar de terem sido os primeiros habitantes do Brasil, durante todo o processo de colonização, os índios sempre estiveram ausentes da vida social e política do país, ocupando sempre um lugar inferior na hierarquia da civilização branca”, comenta a diretora Leonarda Glück. “Discutimos identidade nacional, cultura brasileira. Haverá cultura genuinamente brasileira? O fazer teatral consegue possibilitar a reflexão da questão cultural brasileira? Por que o Brasil não lê o Brasil? ”, questiona Glück.

À narrativa mitopoética de Alencar sobrepõe-se a potência dos artistas da Casa Selvática, espaço gerido pela Selvática Ações Artísticas, que tem movimentado a cena curitibana. O coletivo propõe discussões acerca de arte contemporânea, arte processual e alternativas de autogestão e organização de coletivos artísticos com ênfase em discussões sobre brasilidade, latinidade e autonomia dos países latino-americanos. Seu repertório conta com realizações em diversas cidades do Brasil, America Latina e Europa. “Há tempos cogitamos a possibilidade de montar essa peça, devido ao interesse comum pela obra de José de Alencar e particularmente pela qualidade sintética dessa obra”, comenta Ricardo Nolasco, enfatizando a relação entre a obra e o trabalho desenvolvido pelos artistas selváticos.

A encenação dialoga com o cenário digital, fazendo referência aos cenários pictóricos pintados em grandes telas no século XIX. Além da virgem dos lábios de mel, os artistas utilizam como referência marcos históricos brasileiros, como a Semana de Arte Moderna e o movimento tropicalista. A arte do material de divulgação é livremente inspirada na capa do disco “Índia”, de Gal Costa, lançado em 1973.

O espetáculo foi realizado através do Fundo Municipal de Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e em 2015 faz temporada em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Fortaleza através do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014.

SERVIÇO

11, 12 e 13 de setembro
Teatro Cine Glóriah - Galeria Pinheiro Lima, Praça Tiradentes, nº 106, centro de Curitiba.
Ingressos a R$10 e R$5

* A bilheteria abre 1h antes de cada espetáculo
Para informações ligue: (41) 30135188 / 96115910
ou selvaticaacoesartisticas.wordpress.com


* Este projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2014

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quarta-feira, 24 de junho de 2015

SOPÃO DA XERECA DA LÉO



Como tem ocorrido nos últimos anos dentro da programação cultural da Casa Selvática - o sobrado rosa mais famoso do Rebouças - a ideia é que você traga de casa seu delicioso ingrediente leguminoso verduroso cheiroso gostoso suculento para enfiar no maravilhoso molho desse sopão performático e colaborativo de inverno permeado de ações cênicas, performances e musicais realizados por artistas diversos que durará cinco (5) horas para ficar pronto e poder ser degustado e antropofagizado por todos os presentes.

A idealizadora curadora do evento é a artista curitibana Leonarda Glück que fará - à moda de nosso saudoso Oswald de Andrade - a nossa sopa urrar como um fauno após o coito!!!

Serviço:
Sopão da xereca da Léo
4 de julho de 2015 das 17 horas até a comida ser servida à noite Entrada: R$10, 00 (a Casa aceita cartões)
Local: Casa Selvática - Rua Nunes Machado, 950 - Rebouças - Curitiba - Paraná
Lugares: Lotação máxima da casa
Classificação: 18 anos

Atenção: O link para o evento no Facebook está logo abaixo e nele você encontra maiores informações sobre os ingredientes sugeridos para levar e também sobre os artistas que irão se apresentar no dia: SOPÃO DA XERECA DA LÉO 2015.

VENHA SE DELICIAR NO FRIO COM ESSE SOPÃO QUE IRÁ ESQUENTAR ATÉ TUA ALMA!

fonte: Selvática Ações Artísticas

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